segunda-feira, 21 de julho de 2014

Adoro ouvir-te, ver-te e cheirar-te... [22]


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Adoro ouvir-te, ver-te e cheirar-te... [21]

-- Quem é este homem mistério? -- perguntou Madalena de sorriso curioso na cara. Limitei-me a sorrir com alguma vergonha e inveja, recuando no tempo até ao ultimo dia em que estivesse estado com um homem capaz de tamanho feito. O estranho do shopping que conheci à dias é o candidato perfeito, mas como saberia onde trabalhava? -- naquele momento senti um calafrio percorrer-me a espinha, pelo medo de poder andar a ser seguida -- a Madalena é uma excelente amiga, mas vou ter de lhe inventar qualquer coisa...
-- Foi... um rapaz que conheci uma vez numa festa. Não houve nada de mais... -- assegurei-lhe com o olhar, enquanto dobrava a lingerie na caixa -- Namoriscámos um bocadinho, demos uns beijos, um apalpar de perna e pouco mais. Foi um cavalheiro!
Madalena olhou-me desconfiada.
-- Madalena! Foi uma vez sem exemplo! Não aconteceu nada! -- voltei a dizer-lhe num tom mais sério. Não pareceu convencida. Olhou-me nos olhos, forçou o olhar e perguntou-me:
-- Foi bom?
Fechei a caixa e ela cruzou os braços, à espera de uma resposta.
-- Foi. -- os olhos dela arregalaram-se e um sorriso cresceu. -- Foi incrível. Ainda não reparaste no meu andar novo? -- disse-lhe, caminhando vaidosamente pelo escritório.
-- Reparei nos sapatos e no vestido, mas no andar... tu és sempre tão sexy nesses salto-altos. -- elogiou-me. -- Até o estagiário fica vidrado a olhar para ti! E aquele da UPS? Que pedaço de homem! -- sonhou ela divagando pelas fodas de homens conquistados.
-- O chocolate fez-te mal. Olha para ti, toda vermelha! -- via-lhe nas bochechas.
-- Mesmo! Já estou com os calores! -- disse, abanando a mão por algum ar fresco. -- Acho que é hoje! -- atreveu-se, olhando para fora do meu gabinete.
Caminhei para trás da minha secretária, olhei na sua direcção e percebi o olhar do rapaz de contabilidade, que trabalhava à quase 2 anos na empresa. Sentei-me na cadeira e alinhei um maço de folhas.
-- Sê meiga! Ele não tem namorada e tenho a impressão que é virgem... -- avisei-a.
-- Virgem? Aquele rapaz tão jeitoso?! Ele deve é ser bom para foder na sala das fotocópias!!! -- lambuzou-se, imaginando a cena na sua cabeça, enquanto lhe acenava com a mão, num gesto convidativo.
-- Madalena! -- comecei eu, em tom de aviso. -- Não deixes tudo desarrumado outra vez, por favor! -- ela olhou para mim, com ar de menina traquina. -- E põem-lhe um preservativo. Não quero a parede suja outra vez! -- avisei-a. Sem me dizer mais nada, agarrou a maçaneta da porta, abriu-a e antes de a fechar por fora, lançou-me um beijo em sopro.
-- Até logo... -- despediu-se. Ajeitou a camisa branca, a saia e dirigiu-se até ao rapaz contabilista, agora sozinho e muuuito excitado! Os meus olhos brilharam.

-- Vamos fazer um filme! -- disse-lhe, olhando para a sua cara tapada. -- Já ouviste falar em "Face Fuck"?
-- Tire-me daqui! Por favor! Prometo que não conto a ninguém! Prometo! -- gritaste-me esperneando.
Montei o tripé ao lado do sofá e deixei a câmara a filmar, num ângulo que apanhava a minha menina e o sofá. Arranquei-lhe o pano da cabeça e deparei-me com rios de lágrimas a descerem-lhe pelo rosto avermelhado. Desatei-lhe as duas mãos e com uma corda preta, suave, atei-lhe os pulsos atrás das costas. Desci até às pernas e atei-as com mais um pedaço de corda preta, pelos tornozelos. Coloquei-a então de joelhos em frente do sofá e deitei-lhe a cara nele. Chorou, desesperada:
-- Não me faça mal! Deixei me ir, quero ir para casa!
-- Quando eu acabar contigo, levo-te para casa! -- reconfortei-a com um carinho na cara, que ela rejeitou com repúdio. Ergui-lhe a cabeça e bofeteia com força, espetando-lhe a cara na almofada no acento do sofá.
Despi-me, sentei-me ao lado da cabeça dela e segurei-a pelos cabelos, agoniando-a de dores.

Vamos brincar ao Papá e à empregada?


Adoro ouvir-te, ver-te e cheirar-te... [23]

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Hoje peguei no livro "Obsessão" de Maya Banks, folheei o livro e parei nas páginas 180 e 181 onde li uma cena "bastante" detalhada de sexo anal. Fiquei logo excitado e com vontade de escrever mais um pedaço desta história.
Tenho de fazer alguma coisa, estou a ficar muito soft para as minhas vítimas!!!

domingo, 13 de julho de 2014

Adoro ouvir-te, ver-te e cheirar-te... [21]


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Adoro ouvir-te, ver-te e cheirar-te... [20]

Senti um tremor nas pernas, e o peso dele no meu rabo. A minha coluna sentia o peito forte e nu. O orgasmo lambia-me os lábios, espalhando-se pelo chão, enquanto o caralho dele me penetrava cada vez com mais vivacidade. E à medida que os dedos dele entravam na minha boca, com o cheiro a caramelo de sabor a chocolate, e o pulso perfumado por um aroma doce me roçava a cara, eu cedia a todo aquele prazer que era o de ser violada.
Não! Não era doce, era amargo! O peso dele sobre mim, tirava-me o ar dos pulmões, sufocando-me numa morte lenta e aflitiva. As mãos de dedos compridos, rasgavam-me a boca e arrancavam-me os cabelos. A minha cabeça imobilizada, arrepiava coluna abaixo o desespero mórbido que cavava coluna acima, o isolamento depravado em que me tinha enjaulado. Sentia a depravação do monstro penetrar-me como uma boneca, aprisionando o seu cheiro e o seu toque.
As lágrimas escorreram-me da cara, fugindo presumo eu, para caírem em vão, não chão que me recebe a alma e o meu ultimo olhar. Senti o gélido soalho queimar-me o peito, a barriga e as pernas, a imobilidade do meu sere trancava. Aproximou a boca do meu ouvido e gemeu másculo o orgasmo que me enchia por dentro, brotando num odor desagradável, confundindo-se com o incenso no ar.
Senti o pénis deslizar, seguindo-se o esperma. Levantou-se, de pau firme e hirto e respirou fundo algumas vezes, observando o meu rabo vermelho e pisado. Com um pedaço da minha roupa, tapou-me a cabeça, encestando à primeira. Ouvi-o sair da sala, demorou alguns minutos e voltou, sentando-se no sofá. Ligou-se uma câmara de filmar...

Abri os cortinados do meu escritório e recebi o Sol leve no meu corpo. Bateram à porta de uma forma apressada.
-- Entre... -- pedi, absorvendo o nascer do sol deitar a lua, habituando-me "psicológicamente" ao novo dia de trabalho que iria ter pela frente. Virei-me e vi uma amiga entrar de sorriso enorme na cara com um embrulho debaixo do braço.
-- Chegou, para ti! -- disse-me ansiosa por o abrir. Segurei-o nas mãos e sem esperar fui perfumada. Era um presente cuidadosamente oferecido. Quem seria o meu admirador secreto? Procurei um cartão mas nada econtrei.
-- Abre-o! -- apressou-me a Madalena. -- Espera! -- interrompeu-me, agarrando-me o braço mais próximo.
-- O que foi? -- perguntei.
-- E se for uma bomba!? -- perguntou assustada.
-- Tás parva!? Uma bomba num embrulho tão lindo e perfumado? -- acalmei-a eu, acalmando-me também a mim, que por momentos ponderou ser mesmo uma bomba.
Com cuidado, destapei a caixa e deslumbrei uma lingerie que me provocou uma certa vergonha mas um intenso formigueiro na minha menina. A vontade a experimentar foi imediato! Ergui-o no ar e por ele caiu um chocolate. Ofereci-o à Madalena, que o devorou num ápice e fez o favor de referir várias vezes o quão delicioso o era.
Um rapaz atravessou o corredor, e ficou-se a olhar para nós, babadas sobre um pedaço de tecido que ele desejaria despir-nos do corpo.


Quero foder-te como se fode uma puta!


Adoro ouvir-te, ver-te e cheirar-te... [22]

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É interessante ver o contraste entre duas cenas sem ligação aparente...

domingo, 29 de junho de 2014

Adoro ouvir-te, ver-te e cheirar-te... [20]


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Adoro ouvir-te, ver-te e cheirar-te... [19]

A violação a tua mente já tinha acontecido, e decorria em todo o teu corpo tenso, a violação incondicional da tua virgindade.

Senti-a intenso o puxão forte nos meus cabelos e os dedos segurarem-me pela testa, puxando a minha cabeça para trás numa posição desconfortante para o pescoço e toda a coluna pisada pelo peso do seu corpo. A respiração ofegante, cortada pela mão de aperto desmedido, intensificavam um prazer agudo na minha zona mais íntima.Os gritos pareciam não o incomodar, e de nada me valeria tentar fugir, sentia o nó das cordas apertar-me e beliscar-me os músculos. Tapou-me a boca e senti-lhe um sabor a chocolate nos dedos. Aquele afrodisíaco surgia num momento de grande contraste com aqueles a que me habituei. Não sentia o cobertor sobre o meu corpo e o sofá debaixo dele. Era suposto deixar-me perder e descontrolar-me no temporizador a que levava o doce à boca, mas sentir os dedos suaves deste homem parcialmente entrarem-me pela boca a dentro e sentir o sabor que reconheceria em qualquer lado, e agora: em qualquer circunstancia, demonstrara ter um poder enorme em mim. O meu corpo não partilha da mesma opinião, mas o chocolate foi sempre o meu botão de "on/off" para uma satisfação sexual mais intensa. A partir daquele momento, senti o seu pénis entrar com outra força. O atrito em que o colocava, tornava-se agora nulo numa viscosidade que me surgia entre as pernas e me molhava aos poucos a barriga.
Sentia algo intensificar-se em cada penetração, por todo o meu corpo, finalizando numa forte descarga de prazer que... Vim-me.

A encomenda chegara.

terça-feira, 24 de junho de 2014

Em defesa dos homens ou do que resta deles...


Toda esta violência que começou a surgir contra os homens, principalmente homens, que vêm pornografia "diariamente", vem do Feminismo. É da boca das mulheres que surgem as palavras de revolta, e também dos homens que querem agradar a estas mulheres, serem aceites na sociedade e não mostrarem "parte fraca". Tornam-se e tornaram-se sem saber, escravos das manipulações psicológicas dessas mulheres feministas, de Pró-Mulher. Gabam-se de não precisarem dos homens para nada, e até já podem ter filhos muito mais facilmente sem terem de ser penetradas.
As imagens de homens ridicularizados, torna-se cada vez mais forte de dia para dia. O homem deixa assim de ser, com o tempo, homem, para passar a ser o objecto que apenas traz dinheiro ao fim do mês. Parece que os homens hoje em dia só servem para apenas isso. Para que servem afinal os homens? Ah, espera, esqueci-me...
O problema não são os homens no geral, mas os "homens" namorados e casados. Espera, mas os canalizadores também são alvo de preconceito e inferioridade. Até os electricistas ou mecânicos de automóvel. Só se tornam verdadeiramente homens, quando os seus conhecimentos são importantes para resolver um problema no carro, na rede eléctrica ou num cano roto que inundou a casa ou avariou a máquina. O que as mulheres são afinal, é interesseiras! E a única coisa que querem, é sentirem-se como "homens": No poder. Mas uma mulher pode exercer pressão sobre um homem? Pode. Mas a isso chama-se jogos psicológicos. E os homens cada vez mais se deixam manipular e inferiorizar pelas suas amigas e namoradas, apenas e só para parecerem bem, e poderem ter uma chance para namorarem com uma delas, não morrerem sozinho e poderem ter uma noite de sexo logo à noite. Ajoelham-se à frente delas e beijando-lhes os pés, apoiam toda e qualquer decisão que lhes saia pela boca. O que eles não sabem onde estão a errar, é a de que as mulheres não querem homens fracos e fáceis de trabalhar. É normal, que ao fim de alguns meses ou anos, elas se cansem deles e procurem um homem mais "rufia" que o anterior. É por essa razão que elas preferem os "rufias" e os "mauzões" aos sentimentalistas.

Abusive Girlfriend Experiment
Desde quando é aceitável, ver duas pessoas andarem à porrada? Especialmente quando "são" namorados? Porque razão se riem as mulheres quando vêm uma a bater no namorado/marido? É normal uma mulher bater num homem? Não, mas é normal um homem bater numa mulher e já "todos" sabemos que normalmente ela acaba sempre por levar uma carga de porrada.
Segundo um estudo que fizeram, 40% das violações domésticas, é sofrida por homens. A razão é simples: Deixaram de ser e de se fazer mostrar como chefes da matilha no seu seio familiar, e a mulher, cujo o poder lhe foi autorizado a crescer, assumiu esse papel tão masculino.
É preciso referir isto: o problema não é só da mulher, mas também do homem. Mas antes de falar do homem, vou referir alguns pontos importantes no qual devem reflectir.
A rapariga do hoje, vive nas cidades, sem qualquer contacto "diário" com a sua avó. A mãe chega a casa e já a rapariga anda entretida com as suas coisas. Não há mal nenhum nisto. Estamos no século 21, certo? Sim, mas isto é grave a longo prazo. É que no tempo da minha mãe, as raparigas aprendiam desde novas, com os pais e avós, a cozinhar, a lavar a roupa, a passar a ferro, a acender uma fogueira, a descascar batatas, a temperar bifes e amanhar o peixe. Hoje? Muito mais simples e tudo graças à tecnologia!
Para quê aprender a fazer comer quando a Bimbi faz o trabalho "todo"? A máquina de lavar loiça e roupa faz tudo por elas, e escusam de estragar a tinha das unhas ou de arrancar uma tão cara unha de gel que vos fica tão bem não é? Passar a ferro? Hoje em dia já se vendem roupas que podem ser utilizadas "engelhadas" sem parecer mal! E aspirar? É só ligar o robô. O mais chato é o pó, mas isso a mãe ou a empregada faz. Até essas, as empregadas de limpeza, são tratadas pelas meninas de hoje, abaixo de cão.
O interesseirismo é fodido... As pessoas para estas "Feministas", só têm valor quando elas não o têm ou não o sabem fazer. E uma mulher que não sabe cozinhar, não pode ser considerada mulher.
Uma mulher que não quer ter filhos, não pode ser considerada mulher. Não é uma escolha ou decisão pessoal, mas uma recuso hereditária. É uma chapada na cara da própria mãe e da avó. É que... uma geração acabar numa única mulher? É feio. O objectivo da espécie, é reproduzir-se e evoluir. Estas mulheres ao dizerem que não aos namoros, aos filhos e a uma vida em família, assinam a morte de um reino pelo qual, supostamente, os pais delas lutaram para lhes poder dar. Significa então que estas raparigas são mimadas demais? Não sei... Talvez. Mas uma mulher não deve ser mimada pelos pais. Deve ser amada, ensinada e educada! Mimada e acarinhada é pelo namorado e marido, pelos filhos e netos. Uma mulher que recusa ter nos braços um ser que veio de si, não é feminista nem mulher, é contra a própria família que a criou. E repito isto muita vez, porque é verdade. Se todas as mulheres fossem a pensar como tu, ninguém existia, porque o que queriam era seguir carreiras e não ter estabilidade emocional e sexual. Isso, fazem as putas! Mas essas têm prazer em o fazer, e estão conscientes de que muitas das vezes são objectos sexuais. Há mulheres que gostam de saltar de macho em macho, e homens que gostam de saltar de fêmea em fêmea. Mas não dão falsas esperanças nem usam nariz arrebitado.
O imperialismo feminino, julga ganhar uma guerra que não pode vencer. O lugar da mulher, não é na cozinha, assim como o lugar do homem não é no sofá. O lugar de ambos, é frente um para o outro, muito antes de uma relação começar, e delinear, resolver, compreender e aceitar o outro. Pois nenhum homem ou mulher, se deveriam alguma vez juntar às cegas. E nenhum homem deveria ceder o seu lugar de líder, para uma mulher.
Eu tive o "prazer" de me deixar ceder numa relação, porque gostava de a ver "feliz". Usou-me, manipulou-me e tentou mudar-me. Se ela me tivesse dado uma razão para o acabar, muito possivelmente diria: "Deixas-te de ser o homem por quem me apaixonei...". Oh, obrigado! Andas-te a mudar tudo o que gostavas em mim, para me transformares num homem de sonho, e acabaste por ficar entediada com o "sonho" que criaste.

A mulher gosta de ter opinião própria, de ser livre e independente, de fazer a sua vida e de não se chatear com "homens". E os homens para elas, têm de ganhar o seu dinheiro, ter carro próprio, casa, saber lavar a loiça, cozinhar, aspirar, passar a ferro, estender roupa, e tomar conta de crianças. Exigem muito do outro, sem dar grande coisa em troca. Sabem, antigamente, quem decidia com quem e quando casar, era o homem! Pois é!
Era ele quem tinha o pode de decidir se aquela mulher com quem namorava, valeria o esforço, o tempo, a dedicação e o império que tinha ou pretendia criar. Por essa razão se casava muita mulher por dinheiro, mais do que por amor.
O homem é líder, é alfa e o protector da família. Já o disse muita vez no blog. O homem tem como papel instintivo, animal e social de proteger a sua fêmea e os seus descendentes. É o homem que toma as grandes decisões, mudar de casa ou comprar um carro, e é o papel da mulher, instintivo, animal e social, de manter a família coesa e unida. Costumo dizer que é a mulher que detém o papel mais importante na relação. É que ajuizar o seu macho, manter todos dentro do barco e com saúde, não é tarefa fácil, mas é por isso que as mulheres são animais sociais e os homens não. Contudo, é o homem que trata de negócios, e normalmente sempre ao almoço. Os homens correm mais que as mulheres. Percorrem distâncias maiores em menos tempo e as provas são muito mais duras. Se as mulheres fossem de facto melhor do que os homens, elas seriam fisicamente mais fortes, e não o são. Então como é que elas o podem ser? Através da manipulação. E ninguém melhor para envenenar, do que as mulheres. E atenção, falo de forma generalizada. Quem se sentir incomodado, tenho sérias dúvidas do porquê de ainda me estarem a ler.

The Perfect Man
Falo agora dos homens. Se nós fossemos animais "racionais", tão bons como as mulheres, acreditem que as perceberíamos muito bem. Mas nós quando temos um problema, gostamos de os resolver por nós próprios, daí não pedirmos indicações quando nos perdemos ou já não sabemos o caminho. É "suposto" um homem saber o que faz, certo? Errado! O homem nem sempre sabe o que faz nem o que fez! É por isso que precisa, sim, PRECISA, da mulher. Não somos atanhados, mas as duas espécies vivem uma ao lado da outra à milhões de anos anos, porque razão haveriam as mulheres de não querer nada connosco ou quererem trocar os papeis? Só porque se sabem "desenvencilhar" melhor? Os melhores cozinheiros do mundo são homens! Os melhores estilistas, homens, os melhores designers e políticos, homens. Os reis, são homens, e não rainhas.
Mas os homens falham, e têm falhado, é terem-se tornado alvo de propagandas feministas, de filmes e revistas. Terem aceite deixarem de ser másculos, e mais femininos, porque as mulheres costumam dizer que nenhuma homem as entende, e então eles baixam a esse nível. Não estou contra, mas descerem até aí, eles descem o suficiente para se colocarem de joelhos à mercê de mulheres que não merecem o seu esforço para se tornarem nos "perfeitos".
Também erram, quando tentam agradar em demasiado, quando não as ouvem e não fazem ouvir-se. Têm confiança, mas vacilam na cama ao mínimo deslize. Têm força, mas são derrotados com uma só discussão, que espremida não deita nadinha. Têm o poder da decisão, mas são elas quem lhes fazem a lista de compras.

In Defense of Men, What's Left of Them!
Uma relação só pode existir, se os dois estiverem cada um no seu galho, e contribuírem para o fortalecimento da árvore que decidiram criar à sua volta. Porque quando se dá a troca de papeis, o homem torna-se cachorrinho. E os homens devem ser amadurecidos por si próprios e limar as arestas com a sua namorada. Devem estudar com os filhos, alimentar os filhos, participar na vida dos filhos, ao invés de serem declarados pelas suas mulheres, como incompetentes.
Basta as mulheres assobiarem para um homem, que eles caem como cãezinhos aos seus pés. Basta darem-lhes trela, que eles nunca mais vos largam. Os homens, são uns "fáceis", quando são solteiros (alguns não são), porque sabem o quão difícil é uma rapariga reparar neles quando eles tentam ser diferentes de todos os outros tipos de homem que elas odeiam. Os maus, elas descobrem logo, mas os bons? Os tímidos e os que "valem a pena", parece que são verdadeiramente difíceis de encontrar, não? Esperam, vocês mulheres, que o homem tome a iniciativa. Que seja confiante e vos dirija primeiro a palavra. Se vocês não são capazes de o fazer, porque haveria algum homem de se interessar por um produto que não está à venda? Assim como os homens. Como esperam que uma mulher repare em vocês, se vocês não se colocam à venda?
Eu sei... eu próprio não deveria estar a falar sobre isto, porque sou muito tímido com raparigas. Mas como dizia uma amiga minha: "Aproveitar as oportunidades, as conversas e as ocasiões, para mostrar um pouco de quem és." Mostrar-lhes como és. Simpático, inteligente, sorridente, positivo ou com bom poder argumentativo. E não há nada mais do que uma mulher "perfeita" goste, do que um homem confiante, cómico e inteligente. E o inteligente, que se faça sentir e ouvir através do dom da palavra. Como disse acima, "bom poder argumentativo". As mulheres adoram homens inteligentes. Coisa que é difícil de encontrar, hoje em dia, nos dois lados do palco. E digo difícil, porque por muito que uma mulher amadureça mais depressa que os rapazes, dependendo da perspectiva (hoje parece que ficam mais atrasadas e eles mais "selvagens"), porque ter acesso à informação -- andar na escola, liceu e universidade e/ou serem os melhores alunos -- não é o mesmo que ser-se inteligente. E ter muitos amigos e dar-se bem com todos, não é o mesmo que ter uma boa capacidade de argumentação ou sequer consciência do mundo. 90% dos jovens, vive à margem, e gosta de viver à margem, de tudo aquilo que não aparece na televisão. Muitos serão os poucos que vêm e gostam de ver documentários. Muitos serão os poucos que escrevem, e que criticam em forma de texto. Analisar e criticar o mundo, é uma forma de o compreender. Viajar, aprender a nadar, aprender a arranjar uma instalação eléctrica ou um cano. Aprender a "instalar" um botija de gaz, ou a passar a ferro. Ainda que sejam coisas "pequeninas", têm um impacto enorme na sociedade. Raparigas são mais comuns de se ver em hotéis e restaurantes de luxo, porque têm a beleza a seu favor. E de nada serviria a sua beleza, se alguém ou elas mesmas não soubessem passar a ferro e dobrar bem a roupa, para o dia seguinte, onde deveriam aparecer apresentáveis. A moda fez algo na sociedade que nunca deveria ser aceite: O desleixo pelo que se veste e pela maneira como alguém se apresenta. Não é à tua que existem uniformes nos restaurantes e em hotéis, em cadeias de fast-food ou em carrinhas de distribuição -- UPS, CTT, etc -- e não se usa de maneira alguma "leggins" padronizados! Ora... Sei que cada um se veste como quer, da maneira que quer, com as roupas e cores que quiser, mas existe um local e hora apropriado para cada "roupa-ocasião". É sem dúvida sexy e provocador uma rapariga e uma mulher andar assim na rua, mas isso é para o caso de ela querer chamar à atenção! As raparigas já não usam só as unhas, o corte e a cor do cabelo, e a maquilhagem, para chamar à atenção. Agora também usam roupas justas, ousadas e convidativas a uma violação, ou uma foda no banco de trás de um carro. Porque outra razão andariam quase nuas e com o decote quase de fora? Porque se sentem bem? Isso chama-se ser Porca e Badalhoca, OU, a melhor de todas, "Maria vai com todos"! Uma coisa é vestirem-se para sair a uma festa onde se espera que sejam cobiçadas e apalpadas, outra coisa é sair à rua para ir para a escola ou local de trabalho, onde irão andar o dia todo assim, sem qualquer roupa que vos contextualize. Depois se forem violadas ou aparecerem grávidas, não culpem o gajo, dêem antes um tiro na cabeça e acabam com 3 gerações de pessoas que não valem nem dão um chavo para o mundo. Sim, sou um radicalista, mas se os pedófilos não merecem viver, porque haveria alguém da tua laia ter  direito também à vida? Para poderes seguir as massas em companhia e manipular a mente e opinião das pessoas que te rodeiam, a seguir a tua crença e ideologias, só porque a sociedade te diz?

Existiu em tempos, um programa no canal MTV, em que dois jovens-adultos (rapaz e rapariga), saltavam de escola em escola, a dizer aos rapazes que chorar era aceitável, que também podiam ter sentimentos e serem frágeis. O maior erro de todos, é dizerem que um homem não precisa de ser másculo para ser homem, uma mulher não precisa de se mostrar feminina para ser mulher. Se assim não fosse, as coisas na natureza estariam muito diferentes não!? É que, para um homem ser másculo, precisa de ter confiança em si, e quando essa confiança se troca com carinhos e sentimentos, choros e emoções, é meio caminho para deixar de ser confiante e "apetecível" às mulheres, que deixaram de ser femininas, seres sociais e emotivos, carentes e maduras, em prol do desboche físico e psicológico em que coabitam esta sociedade. Eu não sou contra um homem chorar e ser sensível, ou uma mulher ser desleixada. Estou é contra a mulher ser desleixada por si toda, desde a maneira como se veste, que às vezes parece que trazem um saco de batas entre as pernas ou uma t-shirt XXXL, completamente desproporcional ao corpo. Ou os homens serem emotivos sem consciencializarem e analisarem porque estão naquele estado. Eu falo por mim. Gosto de analisar e pensar na razão de estar de determinada forma. Quer esteja a chorar ou a sorrir feito parvo. É-me importante porque me dou a conhecer a mim próprio. E como se costuma dizer: "Antes de compreenderes os outros, compreende-te a ti próprio", e acho que isso é importante para uma relação. Porque se eu não souber como funciono, como penso, porque ajo assim ou daquela maneira, como poderei compreender todas as atitudes e opiniões da minha cara metade? Fico à espera que a outra seja completamente perfeita, que me ature e dê o que quero, quando quero, porque é essa a imagem que tenho e que me dão? Dizia a Ana Akanna, que nós não podemos esperar que os outros sejam perfeitos. Não podemos esperar que tenham parte do que nos falta ou que nos dêem parte daquilo que ainda não alcançámos. É importante consciencializar-mo-nos, de que ninguém é perfeito. Mas podem tornar-se, se aceitarmos e compreendermos as diferenças. Porque se todos formos como aquele casal do "Grego da Danone" (YouTube), em que se vão amar para sempre, com base no mesmo sabor de iogurte... então a nossa sociedade está mesmo fodida dos cornos!!!

Os homens, bons, têm de começar a tomar rédeas nas relações. De se tornarem machos alpha das decisões. Porque quando for para defender a rapariga, nós enchemos o peito de ar, e permanecemos sem arredar pé até ficarmos sem vida. Isto, se a cara metade valer mesmo o esforço, porque caso contrário, ponham-se a correr dali para fora depois de a atirarem para dentro da jaula dos leões! Aprendam a ouvi-las, mas também a fazerem-se ouvir. Porque um homem pode ser lamechas ao pé das amigas e elas ficarem pelo, apenas e só: "-- ohh tão querido e fofo". Se elas querem ser ouvidas e compreendidas, devem fazer o mesmo convosco, e o diálogo numa relação é o mais importante. Devem obrigá-las a lavar a loiça ou a limpar a casa de X em X tempos. Já todos sabemos que elas são independentes e que fazem "o que lhes apetecer", mas precisam de ser re-ensinadas ou aprenderem alguns truques. A sério! Depois até podem mostrar aos vossos amigos e familiares, o quão boa ela é a cozinhar ou a decorar o interior do vosso quarto ou da sala.
E já agora, meninas, ensinem os vossos homens a cozinhar e a tratar da casa, é que se vocês querem ser independentes para o vosso marido ficar com os filhos, convém prepará-los para essa etapa da vida, visto que querem trocar de lugar com eles. Deixem o nariz empinado na adolescência, e cresçam um cona decente! É que um homem só é homem e uma mulher só é mulher, se estiverem ao lado um do outro, a remar na mesma direcção. Até essa altura, convém crescerem e desenvolverem uma personalidade.

"Já ouviram a frase: Se queres um príncipe comporta-te como uma princesa? -.-
(fartinha de ver estados que rebaixam os homens) - Natasha Smaga"
Em: Os príncipes, são sempre perfeitos... III
Golfinhos dão à costa... (facebook)
Não vi uma única mulher puxar os animais para dentro de água. Porquê? Porque nesta situação, já são SÓ os homens que têm força suficiente para os arrastar. Que têm garra, que são destemidos. Para a mulher, os homens foram feitos para isto, para a força, para o "desenvencilhar", para lidar com as coisas perigosas, pesadas, brutas e bruscas. O papel das mulheres? Ficarem a tomar conta das crianças e das costas dos seus "protectores", enquanto eles vão fazer o seu serviço.
Em: Os príncipes, são sempre perfeitos... III


Segundo palavras de um psicólogo, na TVI: "Nós homens somos como cãezinhos. Basta dizerem-nos que somos bonitos, que gostam de nós e que nos amam, que ficamos logo a dar ao rabo.". É uma realidade. Só que elas usam e abusam do nosso verdadeiro amor, da nossa perseverança e paciência com as porcarias que tanto fazem, só mesmo para nos foderem o juízo.
Em: Os príncipes, são sempre perfeitos... II

You know what's sexy?
A real conversation.

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A pornografia...
O riquismo e a superioridade...
Os príncipes, são sempre perfeitos...
Os príncipes, são sempre perfeitos... II
Os príncipes, são sempre perfeitos... III
O idealismo de uma mulher "perfeita"...
A moda social e as lojas de roupas...
Eu quero, posso e Compro!
A selecção sexual...
O divórcio em Portugal...
A eugenia existe...
Pronta para arrasar?
Espero não vir a viver no país que prevejo...
O verdadeiro amor existe?
The Little Princess

quinta-feira, 19 de junho de 2014

Adoro ouvir-te, ver-te e cheirar-te... [19]

[T. K. 29 by scottph]

Yasmeen Olya - Maria

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Olhaste-me nos olhos, cabisbaixa, e senti a razão vibrar-te da cabeça aos pés. De notas ainda nas mãos, sentiste-lhe a espessura por um breve momento, reflectindo sobre o que se seguiria, e pousaste-as à minha frente.
-- Desculpe, não me sinto à vontade em fazer isto. Pode-me levar de volta?
Com um sorriso, acenei com a cabeça um sim, e segui-te até à porta. Sentias-me perto de ti, como um respirar desconfortável e sem esperares, tapei-te com força a boca que tentou gritar, e agarrei desajeitadamente nos cabelos. Coloquei à volta do pescoço um braço e domei-te, esbracejando e esperneando sem capacidade para igualar a minha força de homem macho que te intimidou e conquistou o coração com um só olhar. Atirei o teu corpo frágil contra a parede, permanecendo senhor da tua doce boca. Apontei um dedo à tua cara repleta de aflição e segredei-te baixinho:
-- Se não parares, corto-te a garganta!
As lágrimas escorreram-te pelo rosto, molhando-me a mão, e atirei-te para o centro da sala, sobre um tapete caro e rico de cores, onde matei uma amiga tua, quando ainda tinham 5 anos. Bastou-lhe um comprimido. Choravas agora tu, suplicando pela vida no meio do ranho só teu, enquanto desenrolava um pedaço de "duct-tape" para te silenciar. Atei as mãos e os pés, crucificando-te uma dor intensa nas articulações. Fiz-te sentar no sofá e esbocei-te um grande e perturbador sorriso. Olhavas para mim com um medo arrepiante que te penetrava a espinha. O redondo peito escondia-se debaixo da camisa e as pernas fechavam-se perante mim. Aproximei-me e sentei-me sobre as tuas pernas, como uma namorada faz para cavalgar e provocar o seu namorado. Esbugalhaste-me os olhos ainda mais assustada e segurei-te no pescoço, erguendo o teu queixo.
-- Tens uma cara tão bonita! E um peito que me provoca, que me parece chamar cada vez que respiras dessa maneira tão assustada! Quando te olhei de longe, soube que serias uma daquelas raparigas raras, que se fodem melhor quando são violadas, numa rua perdida, do que numa cama! E esta boca de criança!? Aposto que dás broches incríveis!
Muda, afastavas a tua face de mim. Fitaste-me os olhos numa tentativa de me intimidar, mas esqueceste-te de que era eu quem tinha o poder. Esqueceste-te de que o lugar da mulher é de quatro a esfregar o chão enquanto é fodida por trás pelo homem da casa! Esqueceste-te de que o teu olhar inquisidor não me faz tremer e que até as bruxas bonitas morreram! E esqueceste-te de estar preparada para dizer sim e aceitar que tu não tens vida, pois sou eu quem ta dou! Somos nós quem decidimos o que vestes e com quem andas! Somos nós que te fodemos e não ao contrário! Somos nós que te governamos e sustentamos. Agora parem de choramingar e abram-nos as pernas!
Levei os meus dedos ácidos à tua camisa, e desabotoei o primeiro botão. Choras-te e lutas-te. Gritaste qualquer coisa e fechaste os olhos com força. Parecias pedir-me que te largasse, mas uma menina não deve falar de boca cheia, e continuei de volta dos botões da tua camisa. Lentamente, como uma dança preliminar, o teu peito surgia, escondido num soutien branco elástico sem almofadas. Por um braço, levantei o teu corpo e fiz-te deitar no tapete à tua frente. Libertei as mãos por trás das costas e deixei o peso do meu sapato apertar-te a orelha contra o chão. O choro intensificou e de uma gaveta da mesa tirei uma faca de mato, deixando-a mesmo à frente do teu nariz, de lâmina afiada virada para a tua linda carinha laróca. Tirei-te a camisa e virei-te de barriga para cima. Incrivelmente, cooperavas comigo. Talvez uma maneira de me acalmar e te deixar ir, mas eu já vi o truque vezes suficientes para reconhecer o desespero das tuas acções. De pê-lo eriçado, atei-te pelos punhos a duas estacas que se escondiam debaixo de móveis.
Ao fim de uns minutos, despi por completo o teu corpo dos fracos ornamentos, e peguei no teu copo de vinho ainda intacto. Bebi. Olhei-te e pelo teu corpo fiz descer os mares vermelhos do sumo que não saboreaste. Com um susto gélido, espremeste-me os olhos sentindo na barriga as mãos do assassino em mim. Lutaste, em vão, deslizando por ti a essência da derrota agora assumida.
Coloquei-te de barriga para baixo, ainda atada, e enfiei em ti um prego, que impedias de violar o teu ser angelical. De cabelo agarrado e pescoço apertado, rasguei-te sem medo. A tua vagina dava-se, e eu deixava-me ir, sedento de te degolar o pescoço. Fiz-te sentir a minha faca junto à garganta exposta e aflita gritaste sem parar, descontrolando as mãos atadas pelos punhos, numa abrir e fechar frenético.

Cheiravas a medo!!!



domingo, 15 de junho de 2014

És o meu presente...



Esta foto, que seguro agora com alguma dor no peito, tinha um significado muito mais forte de quando a tirei. Lembro-me de dizeres, antes de sairmos de casa:
-- Tenho-te uma surpresa. Um requinte bordado em mim, muito antes de ter nascido. Um carinho comprado de trabalho com amor, por alguém que nunca conheci mas que sabia cada centímetro do meu corpo. Alguém que me amou em cada cruzar de linha, e que fiz erguer em cada correcção. Sendo eu perfeita, fiz o escriba aperfeiçoar a sua letra, que um dia pintaria na minha pele um brilho de sedução. A história da minha surpresa, herdada, abria em mim a gaiola que libertou minha mãe, senhora de sabedoria profunda e de um conforto aconchegante. Aqui me mostro, vestida por um Deus, para o dia da minha dança de acasalamento.
Caminhavas pela praia, deixando para trás pegadas que marcava levemente a areia, como um toque no meu corpo. O vestido cozia-se a ti, dando-se em cada movimento, envolvendo-vos de tal maneira, que nenhum poderia viver sem o outro. Era-te uma protecção. Um ornamento cuidadosamente vestido e absorvido pela pele que te compõem fisicamente o Eu. Ressaltava de ti, um Sol tristonho por não poder ficar mais tempo sobre a tua pálida figura. Reflectias-lhe apenas uma imagem angelical daquilo que lhe concedias. Deste-me a mão, entrelaçaste os dedos e sorriste para mim. Beijámo-nos. Tocaste-me o rosto, a barba e acarinhaste a bochecha rosada.
-- Meu querido... Meu amor eterno, de mãos que me afagam a carência. És a razão do meu sorriso surgir quando estou triste, dos gemidos gritarem-me pelo corpo e de um amor pequenino e cuidadoso que se abraça ao meu coração. Todos os dias morro, a cada olhar que te faço e percebo que é mais um dia em que não estarás cá.
Os olhos conteram uma lágrima e ficaste sem expressão. Estavas prestes a chorar, soube-o. Pegaste na minha mão por breves segundos e atiraste-a para as tuas costas, pedindo um abraço. As mãos lançadas ao meu pescoço obrigaram-me a baixar, enfrentando a sereia bela, de olhos grandes focados nos meus. Fechaste os olhos e segui os teus passos. Os lábios secos humedeceram-se, com toque suave e demorado da tua boca. Abraçaste-me com força e ao teu ouvido declarei baixinho:
-- Amo-te! Amo-te! Amo-te! -- ouvi o teu sorriso e senti uma força agarrar-se ao meu tronco. Choraste-nos, pois a perda faz-se acompanhar dos dois e não apenas de mim. Pelos momentos únicos que vivemos e não veremos. A força do Sol embateu numa nuvem e o calor aqueceu-nos as pernas e as costas a partir do chão.
-- Amo-te! -- respondeste-me com um enorme sorriso, de lágrimas já secas e o cabelo entre-cobrindo o espelho da alma. Estava feliz, por ter encontrado o presente do mundo para mim. Dois animais, separados por biliões de colisões, mortes e evolução. Dois seres que desde o inicio do tempo, aguardavam o momento para colidir, viver, evoluir e morrer.

Choro-te, no banco que nos viu crescer...

quarta-feira, 11 de junho de 2014

Clepsidra I


A lua espreitava por entre os cortinados semi afastados entre si, esvoaçando com a brisa quente que fazia lá fora, aquecendo o ambiente do quarto perfumado de incenso. Ouvi a maçaneta da porta, e surgiste por trás dela com um sorriso e o cabelo quase seco depois do banho. Atiraste a toalha para cima da cama e caminhaste confiante até mim. Beijaste-me, enrolando os teus braços à volta do meu pescoço.
«Quero-te…» - sussurraste-me ao ouvido, molhando-o.

Sabíamos que se tratava de uma posse vertiginosa de nós. Querermo-nos em nada constituía Razão, era uma busca infindável daquilo que ultrapassa o mundo lá fora, que observava-mos atentamente. E perdíamo-nos como as luzes movimentadas dos carros e das estações de comboio sobrelotadas.
«Tens-me!» - pronunciei-te igualmente ao ouvido. Passando os lábios pelos teus cabelos cujo aroma se confundia com a fragrância ambiente do quarto. Estava escuro. A minha mente iluminava-se de ti. Nada mais somos do que aquilo que sentimos. Os meus dedos estremecem quando te sinto. Sou o estremecer de ti.
O homem do correio chegara e eu despia-te a pele, afogando-te em pétalas de beijos e abraços por toda a tua essência visível. Ignoramo-lo. Que interessavam as cartas? De que nos serviam as palavras quando nos marcávamos daquele modo tão clemente?
Senti que te escorria veneno por entre as tímidas pernas, enquanto te elevava contra a parede que te arrefecia delicadamente a coluna vertebral perplexa de prazer.

Olhavas-me nos olhos, controlando-me as mãos na parede, impedindo a satisfação do tacto. Beijavas o meu peito, sentindo-o na tua pele suave. Sorriste. Levaste a boca ao meu pescoço e mordeste-o de prazer. Um súbdito acorrentado às tuas garras provocantes que me provocavam numa intensa sedução física. Ajoelhaste vagarosamente, serpenteando o teu peito explícito, acelerando o meu coração. Sentiste-o bater forte e quente na mão, que me enregelou. Lambeste a ponta do gelado e devolveste de novo as minhas mãos à parede. Ergueu-se e caiu sobre a tua língua que o esperava.

O carteiro bateu de novo e vi a sua silhueta afastar-se da porta, espreitando a janela aberta. Não sei o que acreditou ter visto. A tua cabeça movia-se, lubrificando horizontalmente a peça importante do meu ser que te enchia de uma energia invisível potente e carente. Olhei para ti, e vi o azul do controlo penetrar-me. Imóvel, tentando partir as correntes em que me deixavas, ouvia a saliva e o ar sair-te da boca, imitando uma lambidela apressada a um gelado que se derretia nas tuas mãos agora quentes e confortáveis.

O estafeta afastou-se. Finalmente livre, beijei-te a boca, sentindo o sabor que resistia nos teus lábios. Troquei de posição contigo e de mãos no teu peito, acariciei a seda limpa pelo lago de onde surgiste. Beijei-te os seios, saltitando por eles até à barriga, segurando-te firme pelo rabo. Beijei-te o pescoço, acalmando os ciúmes ao irmão do lado oposto a quem dei um presente húmido. Rocei-te a barba na delicada tez de ti e agarraste-te a mim, marcando o momento com os vergões vermelhos da tua suplicia vibrante. Despi no teu peito, uma massagem que te aquecia para uma corrida a que já me havias deixado preparado. Dissequei o teu corpo com a ponta da minha língua e cozi o que restava dele com a ponta dos meus dedos frios que te arrepiavam o sensível paraíso que transformaria o santo que sou num diabo eloquente, incapaz de resistir ao doce carnal que escondias timidamente de mim.

Suspiros. Berrávamos o silêncio que ninguém podia escutar. O libido transportava-se exteriormente às paredes pacatas daquele canto. E o canto das aves apoiava-nos com uma força cobiçada. Deixei-a cair em rios de mim. Os rios levavam ao mar que eu tanto queria mergulhar e emergir nela como se lhe fosse os braços, as pernas e a camisa que agora lhe vestia delicadamente. Escrevíamos rosas e violetas em jarros de porcelana chinesas e as abandonadas camélias invejavam-nos. Adormecermo-nos era como despertar para a realidade que não nos queria felizes. O estremecer transformou-se na clepsidra que indesejavelmente tomava-nos em cada amanhecer da vida. Arcadas de beijos. Também te quero assim.

A respiração soprava ao meu ouvido, cansada. Deitada para mim, deixavas-te adormecer numa morte que nos unia no meio dos lençóis. A temperatura do teu corpo subia em cada pedaço de sonho que partilhavas com um toque brusco dos teus dedos no meu braço. O fogo do meu sangue, extinguia-se, esquecido por mim que te maravilhava a face de sorriso confortável. Ver-te adormecer no meu regaço, ao som mudo que se desligava em candeeiros, transportava-me em viagens cujo único destino seriam os teus braços. Fechei os olhos e adormeci, partilhando um sopro dessincronizado. Toquei-te levemente e ali me deixei ficar.