segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Nada que se aproveite...


Odeio o sorriso que trazes na cara, mesmo antes de passares por mim. Odeio o riso que partilhas por quem te rodeias.
Odeio que te sentes à minha frente só para olhar para o meu cabelo, rires-te de mim e sorrires-te de mim. Que te aches mais importante e merecedora.
Odeio que te rias de mim sem nunca me teres conhecido a mão. Que gargalhes toda a parvoíce da estupidez que existe dentro e fora da tua nojenta personalidade só porque achas que é uma grande anedota e que toda agente a deve ouvir. Que te aches no devido direito e dever de abrires a boca e soltares palavras que nunca te disseram nada. Que poluas o ar só por respirares ao meu redor.
Odeio que não tenhas capacidade para ver o mundo, tal como metade do sociedade. Que sejas burra ao ponto de te rires ou gozares só porque sim, ou porque te apetece.
Imaturidade e infantilidade é aquilo que mostras sem precisares de conversar. Superficialidade e falsidade, é aquilo que demonstras cada vez que sorris diante do teu grupo de merda.

Filha da puta!!
Fogem de mim, mas não param de me olhar. De me cobiçar.
6 anos a ser fodida e o estúpido sou eu. 22 anos de experiências, e o imaturo sou eu. Conheço gente mais nova do que eu, que consegue ser mais do que tu sem precisar de abrir a boca.
Conheço gente mais velha do que eu, que se parecem contigo.

E não percebo... porque uns dizem que adoram, e outros parecem gozar.
Não percebo porque uns ficam fascinados e outros simplesmente se gargalham da ignorância anoréctica e infantilidade que as pequenas borrachas cinzentas lhes podem dar.
Porque de um lado uns dizem-me que sou e posso dar muita coisa, e outros me acham ignorante, porco, nojento e insignificante.
Odeio o mundo social em que vives, que pensas conhecer. Na liberdade que estragas e corróis com as atitudes de merda que só tu e vocês sabem dar. Não sabem dar nem fazer mais nada, então fazem merda!
Destroem, estragam, gozam, partem e deitam abaixo porque acham que é algo que a geração pode fazer pelo bem do país.
E enquanto dás de comer ao caralho das pombas, eu compreendo o mundo que sobrevive e vive à minha volta. Enquanto te abraças em amores falsos e fedorentos de falsidade, aprendo com quem tem realmente valor cerebral, o que é ser-se humano, ser-se alguém numa natureza psicológica que me faz preocupar por um futuro que TU, não sabes nem nunca saberás dar.
Pintam-se então de cores, de puxos nos cabelos e bem vestidas, à espera do próximo pilo, da próxima cona, fingindo que não querem nada dos que vos passa pela cabeça. É um estudar mentiroso que tenta ignorar e suprimir.

Sabendo eu aquilo que sei, o que percebi e tu perdes-te. És pior do que eu, és menos, mais fraca, mais frágil, mais estúpida e mesquinha, mais puta, mais cabra, mais ignorante e anoréctica do que cantas e espalhas em "amigos" e "amigas" que desconheces, que se fazem teus de facas nas costas.

Ris-te de mim por ser solitário.
Pintas de mim o que não sou.
Gritas a quem achas ser teu, o que eu fui e não soube ser.
Como todos os 99%, preferes atirar para trás das costas e esquecer.
És uma pessoa individualista, que não percebe um caralho de relações interpessoais, de respeito e maturidade. Mas cada vez que passas por mim, achas-te no direito de sorrir, de gozar e abrir a boca.
Continuas a viver na fantasia que nunca existiu de histórias de filmes e livros que inventaram para serem vendidos. Continuas a mesma merda de sempre, quer tenhas muitos ou poucos amigos à tua volta para se rirem das parvoíces que te alimentam a vida.
Filha da puta!!!

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