quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Frei Fernando Ventura sobre a situação do País (Sic Noticias)



Uma "conversa" de 17 minutos, que vale apena ouvir e reflectir.

Fonte: Sic Noticias

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Já sei...


Já sei, porque me detestam tanto.
Já sei, porque não se dão mais comigo, ou porque nem sequer tentam...
Já sei, porque não falam mais comigo, ou me dão como amigo.

Não é por culpa da minha personalidade, ou talvez, não será "só" por "culpa" da minha personalidade..
Não será por andar com cara de poucos amigos, ou com cara de quem não quer conversar...

É por causa do cabelo.
Foi um problema numa relação de "namoro", de merda, e é um problema agora.
Porque as pitas de merda não gostam. Deve ser por acharem feio ou grande demais.
Não gostam, por ser muito grande, por ser comprido. Deve meter-lhes confusão.
E não compreendo por que não gostam. Porque me odeiam por causa do cabelo.
Porque sei-o. Porque compreendo e sinto, que a culpa de não serem mais ou falaram mais, é mesmo por causa do cabelo.

Porque sentado num banco, num shopping em aveiro junto ao "media market", ninguém olha para mim.
Sou mais uma sombra morta...
E assim que chegou o meu irmão, de cabelo mais curto, tudo mudou, até uma "mulher" que estava numa loja de roupa à conversa, olhou para ele, quando nem sequer tinha, antes de ele chegar, olhado para mim.

Devo meter nojo... devo ser repugnante. Devo não, provoco mesmo.
Não há outra explicação para não olharem para mim com boa cara, se não por causa do meu cabelo.
Porque todos implicam com ele. Não percebo porquê.

E porquê sorrir mais? Não recebo nada em troca! Devem até achar que serei maluquinho.

Quero morrer...
Estou mais perto disso que alguma vez pensei. Estou mais consciente disso, do que alguma vez imaginei.
Não preciso das tuas preocupações "cristiana". Não preciso das tuas palavras, nem da tua tentativa de te armares em preocupada comigo. Não és nada, a não ser revolta. Não me dizes nada, a não seres sinónimo de "escarro". És o nojo, és o ódio, és o abutre que não merece viver com os outros, mas que se alimenta como sanguessuga. És a culpa do meu ódio, tornas-te-te a culpa da minha 1ª depressão.
És alguém que não merece viver, nem continuar vivo.

Quero morrer, porque aprendi a abraçar  sofrimento. Porque aprendi a trocar os sorrisos pelo choro da tua brutidão. Querias que eu fosse sozinho? Bela merda! Bela merda de pessoa! A mentira à própria amiga, só para a ajudares? Bela merda! Não metes dó, metes-me nojo! Enojas-me só de pensar que caminhas por aí. Toda feliz, depois de todos os estragos que fizes-te durante a "relação".
Mas não quero que te sintas "culpada", porque nem sequer acho que irás sentir grande pena.
-- "Pena? Que é isso? Alguma coisa japonesa?"
Não irás sentir saudades, nem desilusão, nem vontade de chorar. Ninguém vai!
E tu muito menos. Falo mal de ti aqui, como te falaria na cara.

Deite tanto, fui-te tanto, fiz-te tanto, e nunca foste capaz de ser simpática comigo, ao ponto de me beijares com sinceridade. Nunca foste capaz de demonstrar afecto e carinho. Nunca foste "mulher" suficiente, para me fazer sentir com um gesto "banal", que é o apertar as mãos, para me demonstrares o teu carinho e o teu gosto por mim. Mas não, sempre tentas manipular, mandar e ordenar e guiar-me. Sempre a tentares-te pôr por cima de mim. E eu parvo, de amor cego, deixava-me ir, porque gostava de ti, como tu nunca gostas de mim, ou sequer de alguém.

És a razão do meu primeiro sofrimento, a razão por perder o sorriso, por perder a alegria, que os meus pais tendem em relembrar, nestes dias recentes, daquilo que eu era quando era mais novo. Relembram-me a pessoa sorridente e engraçada que era, antes de tudo acontecer.
Parabéns! Conseguis-te dar cabo da vida de uma pessoa! Os teus pais devem estar radiantes! :)
Chegas-te a foder a vida a mais alguém? Ou achas-te que tinhas feito um bom trabalho com a minha?

Consegues dormir, à noite?
Consegues sorrir?
Consegues... sentir o ar fresco das crianças que correm à tua volta?
Consegues amar e dar carinho?
Consegues...?
Eu não... perdi o brilho.
Perdi a vontade.
Perdi o sorriso e a vontade de brincar.
Perdi o mundo, troquei-me por ti...
Rasgo-me, agora, com vidros que me enchem de sangue...
És a culpa, és o sofrimento que cresceu em mim.
És, mas acho que nem sequer te importas.

Cortar o cabelo? Para quê?
E vêm de lá as pitas...
-- "Para quê morreres? Vais deixar muita gente triste!"
E achas sequer que isso me importa?
Sim, para quê cortar se estou prestes a morrer?!
Se o desejo?!... E quando se deseja com força, normalmente realiza-se.

Chorem... mas sejam sinceros quando o fizerem.
Ninguém se importa realmente comigo.
Ninguém liga ao que eu faço ou tento fazer.
Ninguém me vê, porque não existo.
Não preciso dos vossos choros, nem dos vossos sermões, nem das vossas "conversas" ou frases para tentar acalmar alguém que não muda!
Nem sequer me preocupo com o que pensam.
Vivo da programação, e isso não é vida para ninguém...
Vivo sem namorada, sem fodas, apenas com punhetas...
Vivo sozinho... morrerei sozinho.

Senti-me bem, sim, por saber que... 4 raparigas do meu curso, se sentaram ao pé de mim, na aula de programação, para as ajudar a acabar um trabalho de TW. Senti-me bem. Senti-me útil.
Mas quando tentei mostrar-lhes o meu "site", apenas me deram 20 segundos de atenção, quando lhes tinha dados 2 horas de ajuda, e uma tomada para o portátil delas...

O meu pai hoje, depois de virmos de aveiro a "conversar", e já à hora de ir dormir, veio-me desejar as boas noites como sempre faz, e disse:
-- "O que quer que faças, só queremos que sejas feliz. Quer desistes da escola, quer queiras trabalhar, só queremos que sejas feliz. Queremos que estejas bem."

Vocês não me preocupam.
Não me chateiam, não me impressionam, não me deixam triste, nem chateado.
Não me importo.

Para uns, a dor demora algum tempo a passar.
Para outros, a dor nunca mais passa.
Para mim, a dor cresce, e torna-me no depressivo que sou hoje.
Vivo com o ódio, com a dor, o sofrimento, a angustia, a solidão, e o desejo da morte...

Consegues acordar de manhã, e sentir o vento frio na cara? Sentir o cabelo voar, e um gélido desconforto no corpo?
Já sei... vivo ou não, destino-me à solidão, ao sofrimento e à infelicidade.
Pedro, André... foram uma porta nova na minha vida, que não durou mais do que 5 dias na minha consciência.
A tristeza, enfraquece-me. E não confio nas raparigas.
Sorrio, falo, mas de que me vale?
Nasci para ser infeliz, e "viver" sozinho. Não por opção minha, mas por nojo de todos vocês.
É tão fácil culpar, não é paulo?....

Quero morrer, e não me podem impedir de tentar!

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Qual é a melhor maneira...


What is the best way to speak to a monster ?
From a long way away !


Às vezes, as pessoas deviam fazer a mesma coisa.
Ficarem caladas e não dizer nada.
Deixarem de se preocupar com os outros, e preocuparem-se mais com elas.
Deixarem que os outros sejam e façam o que bem entenderem... deixarem de meter o bedelho no que os outros fazem. Deixarem de ser intrometidos.
Que deixem de pensar:
-- "Aquela gaja foi uma parva, porque não me disse nada quando passou por mim."
Porque simplesmente não ia com cabeça para cumprimentar ou dizer o que quer que fosse!
-- "A namorada daquele é isto..."
-- "Aquela gaja disse isto..."
-- "O revisor está a ver o bilhete daquela senhora."
-- "Aquele senhor está a ter um problema com o bilhete..."
-- "Vem aí uma ambulância, será que aconteceu alguma coisa?".

Metam-se na vossa vida!
Importem-se com vocês, e deixem os outros em paz.
Deixem de dar importância à conversa daquele casal de namorados, ou velhos.
De se preocuparem com a pintelhise que os outros fazem. A menos que vos prejudique...

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Origem da piada: http://www.kidsjokes.co.uk/

sábado, 8 de janeiro de 2011

Às vezes...


Às vezes, tentamos, esforçamos-nos, partimos um braço e às vezes até a cabeça, para tentar fazer, o que achamos impossível. Pior, é quando esse "impossível", nos torna desesperados, e achamos que não existe nada pior e nada mais impossível do que fazer "aquela coisa", funcionar como queremos.
Perdemos dias, perdemos as noites, as forças, a paciência e a cabeça.

É então que percebemos:
Andamos a tentar fazer fogo com pedra mármore!

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Uns nasceram...


Uns, nasceram para ser "tuia".
Outros, nasceram para serem infelizes.

"Nasci para ser tuia", é uma "novela" feita pela sic radical.
E deixo, já agora, o meu desagrado para com essa produção. Porque podiam ter feito muita coisa, original, educativa e comediante, e no entanto, não fizeram nada de jeito.

Só para "avisar", que o site está funcional.
O Site: http://lifecalendar.heliohost.org/index.php
Serão corrigidos pequenas coisas, e adicionadas um monte de delas. xD

domingo, 2 de janeiro de 2011

Projecto - Lifecalendar

[print-screen]

Comecei este projecto à coisa de 3 semanas.

Um dia queres relembrar-te do que fizes-te em determinada data?
Queres ver as tuas fotos, de quando eras adolescente?
Queres saber como te correu o dia, através dos smiles?
Queres, ainda que seja algo "inconcreto", saber em termos estatísticos, como te irá correr o dia de amanha, ou a semana?

Este site, é isso mesmo!
Junta a ideia de "Life Calendar", com a inovadora de "Noah".
Com pena minha, este site ainda está... a crescer. Faltam adicionar funcionalidades.
Mas funciona 100%, ainda que apareçam mensagens de "erro".

Funcionalidades actuais:
1 - Faz upload de fotografias até 5MB!
2 - Podem-se registar.
3 - Adicionar os dias desde o vosso dia de anos. (Ainda que seja praticamente impossivel escrevê-los todos, terão quase como um... "diário" da vossa vida.)
4 - Podem escrever um pequeno texto, de até 1275 letras! (255 * 5).
      4.1 - Se preferirrem não escrever nada, ou se não quiserem adicionar o dia, poderão optar por não o fazer. Podem, se preferirem, fazer o upload da fotografia, ou escolher apenas o icon.
5 - Podem, tal como no "life calendar", escolher um de 5 icons, para caracterizar o vosso dia.
6 - Medidas de Privacidade / Segurança.
    6.1 - Podem, para cada dia, escolher 1 ou 3 opções.
            1.1 - Permitir que outros vejam o dia adicionado?
                  1 - Permitir que outros vejam o dia, incluindo estranhos e amigos .
                  2 - Apenas amigos te podem ver.
                  3 - Ninguém pode ver. (escondido de todos)
            1.2 - Permitir que outros vejam a descrição adicionada?
                  1 - Permitir que outros vejam o dia, incluindo estranhos e amigos .
                  2 - Apenas amigos te podem ver.
                  3 - Ninguém pode ver. (escondido de todos)
            1.3 - Permitir que outros vejam a fotografia adicionada?
     6.2 - Não puderam, em condição alguma, inserir dias, maiores do que os da data corrente (Hoje), ou menores que o vosso dia de anos.
     6.3 - Não podarem apagar dias, visto que poderão sempre adiciona-los, quer agora, quer mais tarde.
7 - No inicio da página, poderão ver os updates feitos pelas outras pessoas, e os utilizadores que fazem anos hoje.

Notas finais/ adicionais:
1 - Este projecto não se destina a ser uma substituto ao vosso diário/blog, converças com o psicólogo ( :D ), mas sim, como um "album de fotografias", e de um texto explicativo. Poderão escrever algo pessoal, alguma ideia que queiram partilhar com o mundo, manter um registo de tudo o que vos aconteceu durante a vida, para  mais tarde se relembrarem e rirem ou chorarem à custa disso! ;)
2 - Este projecto, também se destina a estudar a periodicidade e os eventos cíclicos das pessoas. Estudar ou tentar aplicar, nesses eventos cíclicos, os Fractais, e amplificar o estudo estatístico, para tentar compreender o que fizeram, ou pensaram as pessoas durante aquela semana, aquele mês, ou aquele ano. Compreender qual foi a palavra mais utilizada, e partir dessas mesmas estatísticas, para tentar "prever" o futuro das exigências humanas. Sei que, grandes empresas poderão apanhar esta ideia, poderão é não faze-la com a melhor das intenções.

De uma coisa podem ter a certeza, apenas eu, e eu mesmo, poderá ler aquilo que escrevem!
Mais ninguém tem acesso à base de dados, a não ser o servidor em que o meu site está hospedado.
Existe privacidade, e garanto que não distribuo, nem partilho, nem forneço, qualquer informação guardada na minha base de dados, serve apenas, pura e simplesmente para estudos estatísticos futuros, e para vos disponibilizar um álbum de recordações.

O Site: http://lifecalendar.heliohost.org/index.php
As ligações poderam estar lentas, é esperarem só um bocadinho. :)
Site completamente em inglês.

sábado, 1 de janeiro de 2011

Eles vivem...


Eles vivem no medo, dos seus sonhos mais profundos.
Vivem na sombra, do sorriso que os enfraquece.
Desesperam, sozinhos, na depressão da sua própria alma, da sua própria vida.

Alimentam-se de pensamentos, adaptam-se ao mundo, em modo de defesa.
Adaptam-se e evoluem, em jeito de diferença viciosa.
Acalmam-se no canto, do canto de alguma coisa. No meio de todos, longe do nada que não lhes diz muito.
Cruzados com a insatisfação dos seus desejos e insucesso, com a presença de pessoas, que aceitam só por cortesia.

Sozinhos, num canto, naquele canto, que nem é deles em particular, nem de ninguém em geral. Mas que é mais deles, naquele momento, do que alguma vez será, para todos os outros.
Aquela luz que penetra a ampla janela, aquela luz que brilha nos seus olhos, e que dançam à força na sua alma crua e fria, fazendo-o sonhar com algo que sabe ser irreal. Que sabe ser falso.
Faz-o sonhar com sentimentos, que julgam ser inalcançáveis.

Vivem, num isolamento sonoro, num choro de morte, num grito de arrepiar as espinha, que os torna em túmulos, os seus olhos tão viajantes, neste mundo, onde se acham enclausurados. Em que a música, que lhes rasga ouvidos e tímpanos, quebra risos e "boa disposição", até ao mais alegre dos bobos.
Depressiva... distante, de uma profundidade inalcançável, que os enterra empalados.
A dor domina-os. Numa agonia sufocante, perturbante e tão enraizada... que os cabelos transformam-se em cortinas, que os incuba do mundo que não querem compreender. De um mundo, que apenas querem absorver.

Eles vivem no quarto, mas quarto esse não será igual aos outros.
Vivem numa caixa de preto, onde criam a ideia original, do seu ser perfeito, no imperfeito que odeiam.
As raízes criam fendas, tão profundas como a sua dor, em paredes pintadas de sonhos, de memórias... são os seus ídolos, os seus grandes livros de aprendizagem.
Um quarto tão pequeno, tão abafado e cruel, que os faz desejar viver, em castelos que não podem comprar.

Agem, conforme a sua forma crua e "insincera" de ver aquilo que os rodeia. Um mundo imperfeito, que faz deles senhores. Brincando com os seus sonhos, que tendem é partir, em rasgar nos seus ataques de choro e pânico, na sua demanda de serem, assim, livres e fortes, sozinhos.

São algo, que não deviam existir, respirar ou sequer pensar, mas pura e simplesmente, vieram ao mundo.
São o desprezo, a sinceridade que afugentamos das nossas vidas.
Sentem-se eles, o balanço deste meio corrosivo. Ideolisam-se, os verdadeiros "humanos".
Crescem na sobra, fugindo da luz e dos póneis no arco-íris.
Personalizam-se no sofrimento, que não conseguem deixar de sentir.
São o nojo da família, que sofre com empatia.

Eles vivem do medo, da tristeza, da escuridão.