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sábado, 1 de julho de 2017

A corda que trago em mim...


Olha para a minha gravata. Vês o negro que se abraça à volta do meu pescoço? É feito da mesma escuridão de onde vêem os meteoritos. Este nó apertado à volta da respiração, traz um fogo até aos pulmões, onde são abotoados pela camisa às riscas de linhas delineando as curvas do meu corpo.

Despir o casaco, permitindo à luz dos teus olhos crescer de desejo. A camisa, inquieta a vontade de me tocares. A respiração que se realça no peito apertado pelo tecido, provoca a aceleração do arfar, da respiração calórica que te escorre em suores frios de prazer pelo pescoço até às mãos suadas e sedentas.

A grava-ta alarga-se, e aproxima-se ao corpo dos teus sentidos. Cai ao chão, ela e as tuas pernas. Queres um beijo? Recebe o toque e sente o olhar que com a mão na face te os guia a mim.
Sinto os tremores no teu corpo quererem subir pelo meu braço. Recompõem-te, espera, limpa a boca, em breve estarei tão junto de ti, que respirar te será dificil. Mexer, um esforço. Este peito que te elouquece, amarra-te numa dança que perdes a cada músculo preso por mim na corda que é a minha lingua.

Esta gravata, é o inicio do teu prazer mais transcendente...
Agora que te enforca, vou-te despir.

quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Ernst, prazer em conhecer-te!


Ernst atravessou a biblioteca, colando o olhar ao de Catherine, a bibliotecária alta e extremamente tímida.
Não sabia o que fazer. Estava em pânico e o balcão à sua frente não ajudava muito a sua confiança. Meia trémula e apavorada, de um lado para o outro, tentou desviar o olhar sobre uns livros empilhados, mas a postura de Ernst, com os olhos focados no seu corpo, não a impediram de espreitar, por entre o cabelo, aquele rapaz confiante, lindo e destemido a caminhar na sua direcção.
-- Olá, boa tarde. -- ofereceu-lhe Ernst, poisando alguns livros.
-- Boa tarde. -- gaguejou Catherine. As bochechas já rosadas escondiam-se atrás do cabelo loiro longo e liso. -- É para levar? -- perguntou sem o olhar.
-- Sim. -- confirmou, tentando encontrar os olhos da trémula rapariga.
Passou os livros no leitor de barras e devolveu-os ao pedaço de homem que lhe estava a tirar as forças das pernas e da fala.
-- Catherine? O que fazes mais logo?
-- Eu? -- a lingua enrolou-se e gaguejou muito nervosa. -- Eu... Não sei... Vou para casa.
-- Não me dispensas cinco minutos da tua companhia?
Devidamente informatizados, entregou os livros a Ernst. As bochechas coradas aquecia-lhe a face e as orelhas pareciam inchar. O coração palpitava, o peito custava a encher e as mãos tremiam nervosamente segurando uma caneta.
-- Respira fundo. -- segurou-lhe a mão e a esferográfica num só movimento. -- Não há razão para uma rapariga como tu estar nervosa.
-- Não estou. -- desculpou-se, olhando-o nos olhos por breves momentos. A sua mão continuava presa pela confiança do rapaz, e tão cedo não a forçaria para que fosse livre novamente. O toque dos seus dedos nos dela, quase entrelaçados, combinando a firmeza dele com a pele sedosa dela, fazia-lhe crescer entre as pernas e na ponta da lingua, um desejo ardente de ser atacada por tudo o que compunha o rapaz. Desde o seu físico à sua personalidade e mistério.
-- Telefona-me quando estiveres pronta. -- pediu Ernst com um olhar sereno.
Catherine não respondeu nem acenou com a cabeça. Ficou a olhar para o número na palma da mão. Uma caneta bateu-lhe nos dedos e caiu na mesa logo abaixo. Ernst tocou-lhe com um só dedo no anelar. Nesse mesmo instante, Catherine olhou-o nos olhos e vislumbrou um sorriso, seguido de um piscar de olho. O rapaz virou costas e saiu com os livros debaixo do braço. Em choque e com a vergonha a entupir-lhe os ouvidos, deixou-se ficar a olhar para ele, já do outro lado da janela, enquanto uma rapariga da idade de Ernst aguardava a vez de ser atendida.
A campainha tocou e o transe desfez-se. Das seis horas que lhe restavam do dia de trabalho, Catherine iria passar os seus olhos mais vezes no número de telemóvel tatuado na sua mão do que no Enter do teclado.

O seu primeiro dia de estágio acabara de se tornar ainda mais inesquecível!
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quinta-feira, 25 de agosto de 2016

O politicamente correcto dos multi-culturalistas sem cultura...


1925 - 2016
"Quando a polícia obriga uma mulher a despir-se na praia a França devia compreender o absurdo do que está a fazer. Com as vendas de burkinis (que não tapam a cara) disparam depois da proibição devia compreender a inutilidade. Quando esta mulher é obrigada a despir o que tem vestido ao mesmo tempo que a polícia é aplaudida e ela ouve dos veraneantes franceses gritos de "vai para casa" deviam perceber o caminho perigoso que estão a trilhar e que tem um passado trágico." - Daniel Oliveira

O que as pessoas, que apoiam o direito da mulher a vestir como e com o que quiser, não se lembram de que na década de 1925, como mostra na imagem, elas não tinham direitos!
As mulheres nos países Ocidentais, como a que vemos na fotografia a preto e branco, era submetida a regras rígidas de vestuário quando andavam na rua e na praia. Demorou várias décadas, para que elas se libertassem da opressão imposta pela sociedade "liberal" que as pessoas hoje acreditam que sempre foi assim. Não foi e nunca foi!
É de relembrar, e vincar principalmente, de que as mulheres portuguesas apesar de terem ganho o direito ao voto em 1931, com muitas limitações, foi só em 1976, -- 45 anos depois -- que tiveram , como qualquer cidadão português maior de 18 anos, o direito ao voto em qualquer eleição que vie-se a decorrer no país. (ver: Sufrágio Feminino)

Tudo o que as mulheres de hoje podem fazer, as suas avós não o podiam; Na altura do Estado Novo, coisa que não foi assim há tão pouco tempo, as mulheres:
Não podiam sair do país sem autorização do marido e do estado.
Não se podia casar sem a autorização do estado.
Não podia sair de casa sem a autorização do marido.
Foram precisos décadas de lutas por parte das mulheres, para que hoje a "Mulher Ocidental", possa andar de bikini na praia, de mostrar os joelhos, o decote, a barriga, o umbigo, e até usar fio-dental.
Apesar de tudo isso nos parecer banal hoje, à dezenas de anos atrás, era impensável uma mulher usar lingerie quando saísse à rua, ou um vestido decotado, ou agora os típicos calções de ganga que as miúdas vestem na praia, ou até mesmo as leggins que tanta mulher e rapariga usa, provocando o olhar dos homens. E provocam, mas não é por isso que elas são violadas, isso é um texto completamente diferente e um tanto longo.
Sem fugir da linha de pensamento, a mulher do século 20, tem a liberdade pelo qual lutou. Tem a liberdade de se vestir como quer. De usar ou não usar produtos cosméticos. Nenhuma é oprimida, a menos que decência cívica seja posta em causa. Afinal de tudo, vivemos em sociedade, com regras, com leis, com um pouco de civismo, apesar de ás vezes não funcionar 100%.

Entramos agora na questão principal desta noticia:
É errado "obrigar" uma mulher a despir o "burkini", burka e jihad, só porque não gostamos de muçulmanos? Só porque tem uma religião diferente da nossa?
De uma forma geral: SIM.

Eis a razão. Se aceitarmos que as mulheres se deixem oprimir no local mais liberal de um país: praia, lagos e rios, porque somos "civilizados", quantos anos serão precisos para que os muçulmanos comecem a obrigar os ocidentais a tolerar e a aceitar outros costumes opressores que existem no seu país de origem?
Imaginem a seguinte situação:
Vocês vão para um local de trabalho, e as pessoas começam a comentar que o vosso cabelo ou roupa ficava melhor desta ou daquela forma. Que deviam cortar, apanhar em puxo, rapar, cortar assim e assado, ou usar camisas mais justas ou as calças com uma cor mais escura.
À primeira cedência da vossa parte, em que mudam "essa coisa" que as outras pessoas opinarão sobre vocês, iriam opinar outras mais, e vocês iam cedendo. Ao fim de uns tempos, vocês já não eram a mesma pessoa. Já não vestiam a roupa que antes gostavam, ou já não usavam o corte de cabelo que até tinham a algumas semanas, meses ou anos, mas que sempre acharam ser a "vossa cara".

O que ganharam com este processo?
O que aprendemos com esta experiência?
Que perderam a vossa identidade e individualidade!

E é precisamente isso que começaria a acontecer em França, caso aceitassem os "burkinis". Porque a tolerância do ocidental, é a coisa mais terrível e a ameaça mais tenebrosa que existe perante a "liberté" da sociedade democrática que luta pela igualdade e o direito de todos.
O politicamente correcto dos multi-culturalistas sem cultura, tornará em pó, a luta perpetrara pelas suas contemporâneas, na tentativa de viverem a mesma liberdade dos homens.
O politicamente correcto, do: "todos têm direito a vestir o que querem", tem uma falácia gigantesca, dos quais o tabu e o púdico se inserem. A mulher só pode vestir o que quiser, SE, -- e este é um grande SE que envolve leis -- estiverem de acordo com os padrões aceitáveis da sociedade, pois uma mulher não pode andar nua na rua, apesar de "supostamente" todos termos o direito de vestirmos como quisermos.
Inclui-se também neste SE, quando a mulher decide andar de bikini na rua. Ela pode usá-lo na praia, mas não o pode fazer na rua, pois vai contra os princípios morais da cidadania em que todos nos inserimos. Existem inclusive praias próprias para nudismo, que não são abrangidas pela leia do "não-nu", para que as pessoas que queiram andar como vieram ao mundo, o possam fazer sem serem oprimidas por velhas que vejam essa decisão como um tabu ou algo nojento.
Uma mulher, que amamenta o seu bebé em público, é acusada de indecência, apesar de ser um acto perfeitamente natural, que pode ser testemunhado por crianças das mais variadas idades, em Zoológicos. O sexo entre gorilas e outros símios, é visto como algo perfeitamente natural, mas o sexo é escondido nas casas, apesar de sermos constantemente bombardeados com mamas, decotes, lingeries, olhares provocadores que nos tentam vender um shampo ou um perfume. De músicas com danças extremamente provocadoras ou letras detalhadas.

Na Coreia do Sul, existem bandas que viram as suas coreografias musicais banidas. Proibidas de passar na televisão, por serem excessivamente sexuais.
A Coreia do Sul é um país americanizado, democrático, "livre", mas possuí ainda regras relativamente a danças. Danças que comparadas com certos videos da Niki-Minaj, seriam um "menino do couro". No entanto, essa "opressão" existe, e de certa forma, a sexualização das mulheres e dos homens, comprava a sua objectificação. A mente não é aberta o suficiente para aceitar que todos viemos do sexo. Que o sexo é algo natural e universal. Mas se nos focamos em criticar a Corei do Sul por censurar danças, o que diremos de Portugal e da sua cultura "retrógrada", em que os idosos ainda acham tabu falar de masturbação ou ver pornografia?
Se as pessoas acham que ao proibirmos a burka e jihad, estamos a retroceder, o que dirão das ofensas que os nossos velhos de Portugal sentem quando se fala de vagina e pénis em pleno horário nobre? E porque razão se deveriam sentir ofendidas por algo que é ensinado tão precariamente nas escolas e que é importante para o futuro de cada jovem que inicie relações sexuais seguras?
Se aceitamos que eles (idosos) se sintam ofendidos, se os protegemos e fugimos dessas palavras e sessões de TV informativas, não estamos a alimentar a mentalidade fechada de 1975? Não estaremos a alimentar que quase tudo o que se refere ao sexo, é tabu e que as pessoas deviam ter vergonha de falarem sobre isso ou proibir de as mulheres mais jovens terem o direito e a liberdade de expressão para afirmarem de que ontem de noite deram a melhor queca da vida delas?
Se aceitarmos e tolerarmos que o nossa sociedade se ofenda mais depressa por um casal a fazer sexo ao lado da filha, do que com atentados terrorista aos países que nos trouxeram a Democracia, em que é que estamos a falhar enquanto Ocidente?
Os nossos costumes não devem de maneira alguma mudar só porque refugiados invadem a europa e merecem "ajuda". É o mesmo que aceitarmos ciganos em nossa casa, a viver connosco, e exigirem que as regras da casam sejam alteradas. Que invés de andarem descalços por casa, devem andar calçados. Que em casa devem andar sempre de sutien ou de meias.


"O incidente que está a causar polémica nas redes sociais aconteceu na mesma cidade em que, no Dia da Bastilha, um atentado ceifou a vida a 84 pessoas. Recorde-se que o burkini foi proibido em França."
"Os que forçam a mulher a destapar-se, estão a garantir que outras possam andar destapadas. Essa é a grande diferença. Para se conseguir a liberdade de muitos, às vezes temos de negar a liberdade de poucos. Não é a situação ideal, mas é a melhor temos." -- José Mota

É só isso que tenho para dizer em relação aos que se sentem ofendidos e incomodados com o facto da senhora não ter "liberdade" de vestir o que quer.
As pessoas não têm noção da verdadeira razão política e religiosa por trás de toda esta regra. Há ainda quem não acredite que a guerra com o Ocidente não é religiosa nem política, mas que tem haver com a opressão e o sofrimento que o Ocidente causou no países árabes. O que é redondamente mentira.
Os muçulmanos mais radicalistas, que filmam as decapitações a sangue frio, dizem muita vez, que fazem tudo em nome do profeta Mohamed. Que lutam contra a fé cristão e os infiéis. Basicamente, uma 2ª caça às bruxas e inquisição.
Na europa, várias dezenas de crenças, convivem numa certa harmonia cada uma protegida pela lei. Aceito e respeito a religião muçulmana até ao ponto de não me obrigar, impingir ou forçar a algo que não concordo ou que não fazem parte dos meus valores e direitos como cidadão.
Nós cá temos a liberdade de escolher como nos vestirmos, porque lutámos por isso. Podemos escolher andar de bikini/calções de banho ou andar de t-shirt, gorro e calças de ganga. Nós temos essa liberdade! Mas elas não. Elas não têm essa liberdade por causa da opressão que se deixou evoluir no seu país natal e porque os maridos e outros homens não as deixam. Se a burka e o burkini são um instrumento de opressão que foi literalmente "banido" de todas as praias dos países democráticos, em que a mulher tem os mesmos direitos que o homem, porque é que elas as continuam a vestir (burkas)? Por vergonha? Há bikinis de corpo inteiro, menos reveladores. Mas se não for por essa razão, será pela força do hábito? É quase como saberem que têm a opção de acabar com o namorado/marido que lhes bate, mas continuam ao lado deles porque sempre se habituaram a esse tipo de submissão a vida toda.


As Nazarenas, são conhecidas por usarem grandes quantidades de roupa, tanto na praia como no dia-a-dia. As pessoas perguntam se elas também seriam abrangidas por essa lei caso fosse aplicada em portugal. A resposta a essa pergunta é: Não. E é não, porque estas mulheres lutaram pela liberdade e tabu de todas as mulheres de portugal, e ainda que por vezes tenham a mentalidade fechada, elas fazem-no por "tradição", mas acima de tudo, por prazer e coesão social e familiar. Acima disso, têm a liberdade de tirar os casacos, as saias, de andarem descalças e com os ombros destapados na rua. Elas não vêm oprimidas, e não se mantém oprimidas.

Mas eis então outro argumento. Qual era a taxa de aceitação das mulheres, se grande parte dos homens começassem a aparecer nas praias públicas em "Mankini" ou os famosos "penekini"? Seria estranho e tabu? Seria excessivamente explícito e provocador, além de perturbador?
Mas esperem, as mulheres também já usam bikinis que cobrem apenas a parte da frente e deixam as costas totalmente expostas. Mas ainda existem bikinis mais explícitos e reveladores do que estes, que fazem da mulher autenticas "estrelas porno". Isso não é preconceito? Não é preconceito negarem que homens e mulheres usem bikinis mais reveladores dos que os que estamos habituados a ver nas capas de revista e na televisão?

Calma, ainda há mais!


Os "Facekini", são máscaras usadas pelos chineses, que inclui, por vezes, o uso de autênticos fatos de banho de corpo inteiro, para os proteger dos raios solares.
Como dizem também muita gente em comentários, defendendo que o uso do burkini é usado pelas mesmas para essa mesma função. Bem, se não gostam ou não querem apanhar com o excesso de sol, basta aplicar protector solar e colocarem-se debaixo de um chapéu de sol. Acrescentando o facto de que era preferível usarem roupas brancas para reflectir a luz e evitar o calor, do que usar o preto, que como todos sabem, atrai todo o espectro de cores e calor proveniente do sol.
Mas a diferença deste fato de corpo inteiro, inventado na China, há mais de 10 anos, tem uma função particular e muito diferente das burkas e burkinis. Para além dos raios solares, a pele branca é apreciada e simboliza beleza. De certa forma, é uma vestimenta criada para intensificar o racismo dos brancos contra os negros. Não acho.
Nas praias dos países da União Europeia, esta ideia é bastante "radical", pois o ocidente é louco por banhos de sol, além de bronzeados.
Os Facekini podem ser "opressores" na praia, mas as mulheres que os usam, quando voltam das "férias", vestem-se de forma normal, sem capas ou máscaras. Elas escolhem cobrir-se nos dias de praia e revelarem-se quando passeiam ou vão para o trabalho.

[Burkini]
A diferença é que um "burkini" é uma burka que pode ir à água sem deixar de ser uma burka. Continua a ser um objecto de opressão da mulher em si.
Não haveria mal nenhum em elas usarem algo semelhante, como um fato de banho de corpo inteiro, mas o problema está precisamente em continuar a alimentar a opressão em que vivem. Vocês aceitam que estas mulheres, oprimidas pela sua religião e pelos próprios maridos, sejam obrigadas a usar algo tão desumano?
Se não aceitamos violência doméstica, porque aceitamos que estas mulheres, já oprimidas, continuem a ser alvo de violação dos seus direitos e da sua liberdade física de expôr os seus corpos utilizando a burka? Que foi de facto imposto pelo estado islâmico e pela sua religião? Se pudessem salvar uma mulher de violência doméstica, chamando-a à razão, instruindo-a dos seus direitos, da sua liberdade, da sua força interior e exterior, não o fariam? Não tentariam ajudar essa mulher a libertar-se da prisão em que se deixa viver, pura e simplesmente porque sempre viveu assim e porque é a força do hábito?


A questão não é o burkini, mas sim a ideologia que ele trás com ele. Se aceitarmos essa ideologia, não estaríamos a fazer progressos em termos de tolerância, mas a retroceder na liberdade de expressão, pelo qual tantos homens e mulheres morreram.


Compreender a história e as origens do Islão.






Algo para reflectir


A dad let his daughter take a bite of a deer heart and now the internet is losing their minds


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Texto retirado do página de Facebook: Um Dia Acabo o Livro

Ora, vamos lá começar o dia com uma polemicazinha:
Associar a palavra LIBERDADE ao uso do burkini é quase anedótico. Mas também é chapa ganha, admito. Fica bem, chama likes, toda a gente concorda, é muito mais romântico e heroico, e um lugar comum, daqueles que não me atraem por falta de coerência e pragmatismo. 
Não, não gostei nada de ver os polícias na praia a mandarem a senhora despir-se. Mas esta questão é muito mais profunda do que aquilo que querem fazer parecer. 
O burkini não é uma farda clerical – párem de fazer comparação com as freiras.
O burkini não é um fato desportivo aquático – párem de compará-lo com fatos de surf. 
O burkini não é um uniforme de trabalho – párem de falar no homem das bolas de Berlim.
O burkini não é uma simples roupa de banho que nos tapa da cabeça aos pés, extremamente confortável de usar dentro de água em pleno Agosto. 
O burkini é uma afirmação religiosa, ideológica e política! É uma imposição feita à mulher, que, ao contrário do que muita gente julga, não tem a opção de ser ou não muçulmana, de seguir ou não os costumes, de cumprir ou não os ensinamentos religiosos. Ela é, ela segue, ela cumpre-os, sem questionar, sem escolher, sem recusar, e ponto final! 
O burkini é um símbolo puro da opressão sobre a mulher, e, sobretudo, do fundamentalismo que tantos parecem querer negar - palpita-me que a população de Nice está-se pouco borrifando para a opinião dos amantes da liberdade, depois de ter visto as suas crianças serem abalroadas por um camião conduzido por um lunático amante de burkinis. 
“Ah, mas defender o uso do burkini é defender a liberdade”, dizem muitos de vós, imbuídos de um espírito lírico e idealista pró-liberdades individuais. É. E defender o uso do burkini é, também e mais que qualquer outra coisa, legitimar a chibatada, o apedrejamento, a ausência de direitos, a mordaça com a qual tantas mulheres têm que viver sem nunca terem conhecido outra realidade. Porque sabem? Não as vão ver a queimar soutiens nem a assumir que estão fartas de parecer o Mancha Negra dentro de água. Isso nunca vai acontecer porque as consequências para tal rebeldia ser-lhes-iam demasiado penosas, para não dizer mortais. Depois, grande parte delas vai defender o seu direito ao uso do burkini, como defendem o uso do chador, do niqab e da burka, como defendem que médico algum lhes deva tocar, como defendem que autoridade alguma as deve obrigar a mostrar o rosto, como defendem os crimes de honra cometidos na sua família, como denunciam e defendem a lapidação das suas semelhantes, e algumas vão continuar olhar-nos como rameiras infiéis, tal como me olharam em Sevilha, há seis anos atrás, ou como me olharam na semana passada, num centro comercial perto da minha casa. Vão fazê-lo, porque acreditam que a sua forma de vida é a única forma decente e virtuosa de viver, mesmo que tenham escolhido como albergue países com uma cultura completamente oposta à sua. E vão fazê-lo, porque pássaros que sempre viveram em cativeiro desconhecem completamente o que é voar em liberdade, e por isso todos os pássaros que fazem voos rasantes à gaiola são uma cambada de loucos e libertinos impuros – como nós. 
Em 2015, Angeline Sloss, uma jovem francesa de 21 anos, foi espancada por um grupo de raparigas muçulmanas quando estava a apanhar sol, em biquíni, com umas amigas, num local público. Antes do ataque, uma das agressoras terá, alegadamente, gritado e ofendido a vítima por estar a fazer algo “imoral”. 
O mês passado, uma mulher e as duas filhas menores foram esfaqueadas por um muçulmano, numa estância de férias em França, porque este, que também se encontrava de férias na mesma estância com a família, não gostou de as ver de calções. Os media não deram grande importância ao assunto, mas ambos saíram em jornais portugueses, discretamente. Os media preferem fazer alarido com a proibição de um fato que legitima tudo isto que citei em cima, e nós vamos aceitando aquilo que nos querem vender. 
Eu defendo e prezo muito a liberdade. A minha e a dos outros. Mas não esperem que defenda um símbolo de opressão contra as mulheres e de repúdio pela minha cultura, que pode tornar-se, num futuro muito próximo, a mordaça que aprisionará as nossas filhas.
Marta A.

Notícias:


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Quando algumas cidades da Síria foram re-conquistadas, as mulheres queimaram a burka e os homens cortaram a barba.

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A invasão da Europa...

Actualizado:
[28/08/2016] Adicionado texto do Facebook e acrescentado Notícia sobre Homens e Mulheres na Síria.
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domingo, 7 de agosto de 2016

Se não dás sexo, ao menos sê interessante...

[Chloë Montez - Pinterest]

Às vezes ainda penso em ti, na nossa mentira de "namoro", de amores e discussões "importantes" só porque estávamos "apaixonados". Mas a razão de surgires na minha mente mais vezes do que estarmos juntos, é por seres a coisa mais recente que tive. Porque se não tivesses sido tu, a última, teria sido outra "qualquer".
Não foste o suficiente interessante para me manter ao teu lado. Não deste o suficiente, nem fizeste o suficiente. Não houve nada que tenhas feito que me tenha deixado uma semente, por muito pequena que fosse, para continuar a pensar em ti com desejos e devaneios loucos à noite, com a mesma gula de te ver todos os dias como o fiz durante tanto tempo por estar "apaixonado". Mas não te sintas mal, afinal todos erramos, e aprendemos com os erros. E eu, dei demais.

Mas se namorar é apenas existir, entras então num tédio cíclico para onde arrastas outras pessoas que querem sorrir e abraçar, e tu, por crer ou não crer, te transformas numa estátua fria de pedra áspera.
O que existiu na tua mente para recear amar? Que experiências esperavas partilhar?
Esperar para as ter nunca me foi uma opção, principalmente porque tudo passa depressa demais, e depois da primeira vez, a cena em si, do teu teatro de horrores, de negações e frieza, não passa de mais uma experiência de sentimentos em que dizes Sim ou Não. Se não te queres descobrir sozinha, não dês falsas esperanças a quem sempre te abraçou e te levou a viajar. Ou a quem sempre te quis ajudar a ver o mundo através das experiências que ainda não tinhas. Abrir a mente, por muito virgem que sejas, não deve ser um impedimento para cresceres. Se é só depois do sexo que tencionas amadurecer, não esperes que os rapazes te adorem e se babem todos por ti. Afinal, tu continuarás "virgem" de experiências durante demasiados anos até entenderes que poderias ter feito tudo isso muito mais cedo. Vai por mim, estou a passar por isso e já tenho 26.

Não me arrependo de nada. Do que disse, do que fiz, dos passeios, do amor, do carinho, do dinheiro gasto, o tempo em tua casa, do jantar que fiz, das idas ao cinema. É suposto crescer. Ultrapassar a árvore tombada, subir o muro. É suposto correr, caminhar no mínimo, para a frente; Caso contrario, mais tarde, encontrarás a morte de ti mesma.

Isto é uma crítica para ti, porque sei que vais ler. Mas espero, apesar de tudo, que seja um abre-olhos para a pessoa medrosa que tens dentro de ti. Eu tenho uma também, mas luto todos os dias para me desafiar a desbravar caminho por entre a multidão de pessoas que me assusta, que me olha, que me julga. Se não crescer um pouco todos os dias, não estou a viver, e tu, estás parada no tempo por causa de um medo "virgem" que se chama: Experiência.
Aterrorizo-me com as alturas, mas se não tentar combater a fobia, se não lutar pelo que quero ser, pelo que quero sentir, ter poder de decisão, sou um escravo dos meus próprios medos.

Tu que lês tanto, que vês tantos filmes, foste a pessoa que menos deu e menos tentou coisas novas comigo. Nada do que me fizeste ou do que fizemos, me foi algo novo ou de verdadeiramente interessante e excepcional na vida que levo. Se não foste capaz de marcar essa diferença, mesmo quando te disse que precisavas de a fazer, o que esperas de mim? Um novo namoro? Uma amizade?
Que conversas teremos? Que coisas interessantes teremos para falar?
Se nunca me beijaste por prazer, me abraçaste com vontade, me deste prazer com desejo... o que esperas agora de mim?

Se não dás sexo, ao menos sê interessante...

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

O sorriso que me aquece... [2]


Viraste-te de peito para cima, de bicos altos por trás de uma fina camisa de dormir e recebeste um frio nos pés. Ele olhou-te, brincalhão com os teus pés tensos e cansados nas suas mãos. Beijou, acariciou e massajou. Lambeu um dedo, introduziu-o na boca e usou-lhe a língua. Voltas-te a tremer.
As provocações faziam-te delirar, obrigando o teu corpo a encontrar uma última fonte de energia no teu corpo conquistado pelo trabalho.
Os dedos dele tocavam-te nos ossos, gentilmente, como uma flauta. O stress acumulado dispersava-se pelos tendões, explodindo no cérebro um intenso prazer de derrota de ti própria, que se aconchegava cada vez mais na cama tão prazerosamente bem feito, vincada e limpa. O cheiro ao lavado entranhado nas forras das almofadas e os cobertores quentes e leves, relembravam-te a manjedoura que um dia foi o colo da tua mãe.
Sorriu para ti, com uma expressão chorosa. Leste-lhe no rosto: "Como eu te amo!".
Sorriste de volta: "Também te amo!".

domingo, 8 de fevereiro de 2015

O sorriso que me aquece...


O dia foi longo e a noite chegou depressa, como um tiro. Chegaste a casa, cansada, de pés doridos e cabeça a latejar de stress. Descalçaste os sapatos de salto alto e deitaste-te sobre a cama, casada e cansada.
Casada com um homem que se debruçava sobre a loiça por lavar na cozinha, depois de ter deitado os garotos, também conquistados pela cansaço das suas brincadeiras; E cansada de um trabalho que te exige o mesmo tempo e dedicação que gostarias de dar aos teus filhos.
Ouves o som da água bater nos pratos e o teu querido usar as mãos na porcelana que escolheram em conjunto, poucos meses depois de terem comprado uma casa e esperarem pelos gémeos. Uma surpresa para toda a família, em forma de prenda, oferecida num dos natais mais frios daquele ano. Mas os abraços souberam tão bem... Era incrível o calor que um simples e breve abraço te proporcionava.
A torneira parou a água. Ele limpou as mãos a uma toalha e dirigiu-se ao quarto. Estavas deitada de barriga para baixo, com os cobertores a cobrirem-te metade das costas e ouviste-o aproximar. O caminhar que reconhecias através das vibrações que surgiam no soalho e subiam pelas pernas da cama até à tua almofada ou à mesinha de cabeceira, deixaram-te ansiosa, apaixonada, deliciada. Sentou-se á borda da cama, ao teu lado, e beijou-te os cabelos, sussurrando-te:
-- Boa noite meu amor. Queres uma massagem nos pés?
Tu sorriste. E ele era largo e jubilante. O teu marido conhecia-te melhor do que ninguém, e estragava-te de mimos sempre que podia. As pontas dos dedos tocaram a pele tensa das costas e tremeste. As mãos quentes massajaram os ossos do pescoço, das omoplatas e desceram pela coluna arrepiada de prazer. Os lençóis descem pelas curvas cansadas do teu corpo, e param sobre o teu rabo, redondo e coberto por uma fina cueca preta que ele te tira com beijos e beijinhos... roças as pernas, num prazer intenso que te cresce e olhas-o.

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

O desconforto do teu sorriso...


Ali estava, de cara série e olhar fulminante, sem nunca desviar o olhar dos meus olhos, dos meus gestos e do meu corpo. Como se tudo o que eu fizesse lhe metesse raiva, nojo e desconforto.
-- Está tudo bem? -- perguntei-lhe preocupado. Tirei o casaco e pousei-o no cabido junto à porta. Deparei-me então com umas malas a rebentar pelas costuras e percebi que algo não estava mesmo bem.
-- O que se passa Joana? -- perguntei, aproximando-me da fera pronta para me devorar.
-- Quando é que me ias contar? -- gritou-me atirando com um pedaço de papel meio rasgado e escrito a azul. -- Achavas que eu era burrinha não!? Que não ia descobrir nada!?
-- Do que é que estás a falar?
-- Do bilhetinho! Do bilhetinho da menina Inês!
Apanhei o pedaço de papel e li as letras amaçadas. Senti um estalo forte na cara, que me atirou à parede.
-- És nojento! Odeio-te! Como foste capaz!? Como foste capaz de nos fazer isto!? Pensaste em nós enquanto a estavas a comer? Pensaste ao menos na Beatriz!? Na tua filha!?
Esmurrou o peito com força, onde na noite anterior pousara a cabeça até adormecer. Criando um monólogo de palavras à volta de um assunto que a perturbava no trabalho.
A raiva dela penetrava-me o tronco como um dedo que apontava na mente as grandes desilusões que ela ainda desconhecia e que me deixavam a cabeça em água. Senti um nó no estômago e uma indisposição tão forte que parecia desmaiar. Se desmaia-se, será que ela me acudiria?
Respirei fundo, agarrei-lhe pelos braços que se agitavam no ar para a tentar acalmar, mas ela tinha mais agilidade que eu e soltou-se, respondendo com um forte estalo. Olhei-a de frente.
-- Atreve-te a bater-me! Atreve-te só! Bates-me e nunca mais a vez! -- ameaçou-me, apontando em direcção ao quarto dela. -- És horrível! Como é que eu pude casar com um homem como tu!? Tu nem és um homem! És um porco! És nojento!
Agarrei-lhe o dedo que me apontava à cara e aproximei-me.
-- Achas-te uma santa não achas? Só eu é que sou mau... E tu!?
-- Eu?
-- Sim, TU!
-- Eu pelo menos nunca me atirei a nenhum homem!
-- Não...
-- Nem nunca fui para a cama com outro se não tu! E não! Mas não preciso de te provar nada! Devias ao menos ter-me respeito, a mim e à minha filha!
-- Tua? -- ri-me -- Vê lá se páras para pensar! Se pedires o divórcio ficas sem nada, a não ser o dinheiro de sobrevivência para a Beatriz! E isso não te paga as saidas com as tuas amigas, a escola e um apartamento.
-- Não te preocupes comigo, eu cá me arranjo!
-- Ainda gostava de saber onde foste buscar a ideia de que te andei a trair com uma Inês.
-- Não fui buscar ideia nenhuma! Bastou-me encontrar esse bilhete de merda na porcaria do teu casaco quando o pus para lavar que liguei logo os pontos todos! As noites no trabalho. Os dias em que chegavas tarde a casa. A falta de interesse pelo sexo, pelo meu jantar, ou as já poucas brincadeiras com a Beatriz...
-- Os filmes que tu fazes na tua cabeça... -- gozei um pouco. Empurrou-me com força e apontou-me de novo o dedo à cara.
-- Mas estás a gozar comigo!? És um merdas! E eu que acreditava que eras diferente dos outros! Que podia ser finalmente feliz... mas parece que fui bem enganada. Tantos anos ao teu lado, desperdiçados. A única coisa bonita que saiu desta "relação" foi a Beatriz. Cresce! A sério! Bem precisas.
-- Foste feliz porque eu aceitei muito das tuas merdas! É um jogo de interesses, habituate! Eras gira, achas que ia perder a oportunidade de foder um cu desses!? -- levei outra estalada.
-- Cala-te!
-- Só pensa o contrário quem é paneleiro... Uma mulher como tu deve estar nas mãos de um homem que a sabe aproveitar, por isso, estiveste nas minhas! Como se costuma dizer: "O dinheiro deles, está bem é nas minhas mãos!".
-- Não acredito nisto... És mesmo estúpido! Vai-te embora! Já te fiz as malas e tudo! Vai-te! Anda!
-- Não faças mais figuras tristes Joana. Vê se te sentas e se ponderas bem no que estás a fazer.
-- Não preciso de pensar em nada! Já pensei em tudo o que tinha a pensar! Agora põem-te daqui para fora! Não te quero voltar a ver mais à frente! E aí de ti que te aproximes dela!
-- Estás-me a ameaçar!? Cuidado, isso é crime!
-- Põem-te na rua, ou eu chamo a polícia!!! 
Aproximei-me. Agarrei-a contra o meu corpo e tapei-lhe a boca.
-- Atreve-te! -- segredei ao ouvido.

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Estes erros ortográficos matam-me...
Existem outros textos semelhantes a este, alguém consegue adivinhar?

terça-feira, 24 de junho de 2014

Em defesa dos homens ou do que resta deles...


Toda esta violência que começou a surgir contra os homens, principalmente homens, que vêm pornografia "diariamente", vem do Feminismo. É da boca das mulheres que surgem as palavras de revolta, e também dos homens que querem agradar a estas mulheres, serem aceites na sociedade e não mostrarem "parte fraca". Tornam-se e tornaram-se sem saber, escravos das manipulações psicológicas dessas mulheres feministas, de Pró-Mulher. Gabam-se de não precisarem dos homens para nada, e até já podem ter filhos muito mais facilmente sem terem de ser penetradas.
As imagens de homens ridicularizados, torna-se cada vez mais forte de dia para dia. O homem deixa assim de ser, com o tempo, homem, para passar a ser o objecto que apenas traz dinheiro ao fim do mês. Parece que os homens hoje em dia só servem para apenas isso. Para que servem afinal os homens? Ah, espera, esqueci-me...
O problema não são os homens no geral, mas os "homens" namorados e casados. Espera, mas os canalizadores também são alvo de preconceito e inferioridade. Até os electricistas ou mecânicos de automóvel. Só se tornam verdadeiramente homens, quando os seus conhecimentos são importantes para resolver um problema no carro, na rede eléctrica ou num cano roto que inundou a casa ou avariou a máquina. O que as mulheres são afinal, é interesseiras! E a única coisa que querem, é sentirem-se como "homens": No poder. Mas uma mulher pode exercer pressão sobre um homem? Pode. Mas a isso chama-se jogos psicológicos. E os homens cada vez mais se deixam manipular e inferiorizar pelas suas amigas e namoradas, apenas e só para parecerem bem, e poderem ter uma chance para namorarem com uma delas, não morrerem sozinho e poderem ter uma noite de sexo logo à noite. Ajoelham-se à frente delas e beijando-lhes os pés, apoiam toda e qualquer decisão que lhes saia pela boca. O que eles não sabem onde estão a errar, é a de que as mulheres não querem homens fracos e fáceis de trabalhar. É normal, que ao fim de alguns meses ou anos, elas se cansem deles e procurem um homem mais "rufia" que o anterior. É por essa razão que elas preferem os "rufias" e os "mauzões" aos sentimentalistas.

Abusive Girlfriend Experiment
Desde quando é aceitável, ver duas pessoas andarem à porrada? Especialmente quando "são" namorados? Porque razão se riem as mulheres quando vêm uma a bater no namorado/marido? É normal uma mulher bater num homem? Não, mas é normal um homem bater numa mulher e já "todos" sabemos que normalmente ela acaba sempre por levar uma carga de porrada.
Segundo um estudo que fizeram, 40% das violações domésticas, é sofrida por homens. A razão é simples: Deixaram de ser e de se fazer mostrar como chefes da matilha no seu seio familiar, e a mulher, cujo o poder lhe foi autorizado a crescer, assumiu esse papel tão masculino.
É preciso referir isto: o problema não é só da mulher, mas também do homem. Mas antes de falar do homem, vou referir alguns pontos importantes no qual devem reflectir.
A rapariga do hoje, vive nas cidades, sem qualquer contacto "diário" com a sua avó. A mãe chega a casa e já a rapariga anda entretida com as suas coisas. Não há mal nenhum nisto. Estamos no século 21, certo? Sim, mas isto é grave a longo prazo. É que no tempo da minha mãe, as raparigas aprendiam desde novas, com os pais e avós, a cozinhar, a lavar a roupa, a passar a ferro, a acender uma fogueira, a descascar batatas, a temperar bifes e amanhar o peixe. Hoje? Muito mais simples e tudo graças à tecnologia!
Para quê aprender a fazer comer quando a Bimbi faz o trabalho "todo"? A máquina de lavar loiça e roupa faz tudo por elas, e escusam de estragar a tinha das unhas ou de arrancar uma tão cara unha de gel que vos fica tão bem não é? Passar a ferro? Hoje em dia já se vendem roupas que podem ser utilizadas "engelhadas" sem parecer mal! E aspirar? É só ligar o robô. O mais chato é o pó, mas isso a mãe ou a empregada faz. Até essas, as empregadas de limpeza, são tratadas pelas meninas de hoje, abaixo de cão.
O interesseirismo é fodido... As pessoas para estas "Feministas", só têm valor quando elas não o têm ou não o sabem fazer. E uma mulher que não sabe cozinhar, não pode ser considerada mulher.
Uma mulher que não quer ter filhos, não pode ser considerada mulher. Não é uma escolha ou decisão pessoal, mas uma recuso hereditária. É uma chapada na cara da própria mãe e da avó. É que... uma geração acabar numa única mulher? É feio. O objectivo da espécie, é reproduzir-se e evoluir. Estas mulheres ao dizerem que não aos namoros, aos filhos e a uma vida em família, assinam a morte de um reino pelo qual, supostamente, os pais delas lutaram para lhes poder dar. Significa então que estas raparigas são mimadas demais? Não sei... Talvez. Mas uma mulher não deve ser mimada pelos pais. Deve ser amada, ensinada e educada! Mimada e acarinhada é pelo namorado e marido, pelos filhos e netos. Uma mulher que recusa ter nos braços um ser que veio de si, não é feminista nem mulher, é contra a própria família que a criou. E repito isto muita vez, porque é verdade. Se todas as mulheres fossem a pensar como tu, ninguém existia, porque o que queriam era seguir carreiras e não ter estabilidade emocional e sexual. Isso, fazem as putas! Mas essas têm prazer em o fazer, e estão conscientes de que muitas das vezes são objectos sexuais. Há mulheres que gostam de saltar de macho em macho, e homens que gostam de saltar de fêmea em fêmea. Mas não dão falsas esperanças nem usam nariz arrebitado.
O imperialismo feminino, julga ganhar uma guerra que não pode vencer. O lugar da mulher, não é na cozinha, assim como o lugar do homem não é no sofá. O lugar de ambos, é frente um para o outro, muito antes de uma relação começar, e delinear, resolver, compreender e aceitar o outro. Pois nenhum homem ou mulher, se deveriam alguma vez juntar às cegas. E nenhum homem deveria ceder o seu lugar de líder, para uma mulher.
Eu tive o "prazer" de me deixar ceder numa relação, porque gostava de a ver "feliz". Usou-me, manipulou-me e tentou mudar-me. Se ela me tivesse dado uma razão para o acabar, muito possivelmente diria: "Deixas-te de ser o homem por quem me apaixonei...". Oh, obrigado! Andas-te a mudar tudo o que gostavas em mim, para me transformares num homem de sonho, e acabaste por ficar entediada com o "sonho" que criaste.

A mulher gosta de ter opinião própria, de ser livre e independente, de fazer a sua vida e de não se chatear com "homens". E os homens para elas, têm de ganhar o seu dinheiro, ter carro próprio, casa, saber lavar a loiça, cozinhar, aspirar, passar a ferro, estender roupa, e tomar conta de crianças. Exigem muito do outro, sem dar grande coisa em troca. Sabem, antigamente, quem decidia com quem e quando casar, era o homem! Pois é!
Era ele quem tinha o pode de decidir se aquela mulher com quem namorava, valeria o esforço, o tempo, a dedicação e o império que tinha ou pretendia criar. Por essa razão se casava muita mulher por dinheiro, mais do que por amor.
O homem é líder, é alfa e o protector da família. Já o disse muita vez no blog. O homem tem como papel instintivo, animal e social de proteger a sua fêmea e os seus descendentes. É o homem que toma as grandes decisões, mudar de casa ou comprar um carro, e é o papel da mulher, instintivo, animal e social, de manter a família coesa e unida. Costumo dizer que é a mulher que detém o papel mais importante na relação. É que ajuizar o seu macho, manter todos dentro do barco e com saúde, não é tarefa fácil, mas é por isso que as mulheres são animais sociais e os homens não. Contudo, é o homem que trata de negócios, e normalmente sempre ao almoço. Os homens correm mais que as mulheres. Percorrem distâncias maiores em menos tempo e as provas são muito mais duras. Se as mulheres fossem de facto melhor do que os homens, elas seriam fisicamente mais fortes, e não o são. Então como é que elas o podem ser? Através da manipulação. E ninguém melhor para envenenar, do que as mulheres. E atenção, falo de forma generalizada. Quem se sentir incomodado, tenho sérias dúvidas do porquê de ainda me estarem a ler.

The Perfect Man
Falo agora dos homens. Se nós fossemos animais "racionais", tão bons como as mulheres, acreditem que as perceberíamos muito bem. Mas nós quando temos um problema, gostamos de os resolver por nós próprios, daí não pedirmos indicações quando nos perdemos ou já não sabemos o caminho. É "suposto" um homem saber o que faz, certo? Errado! O homem nem sempre sabe o que faz nem o que fez! É por isso que precisa, sim, PRECISA, da mulher. Não somos atanhados, mas as duas espécies vivem uma ao lado da outra à milhões de anos anos, porque razão haveriam as mulheres de não querer nada connosco ou quererem trocar os papeis? Só porque se sabem "desenvencilhar" melhor? Os melhores cozinheiros do mundo são homens! Os melhores estilistas, homens, os melhores designers e políticos, homens. Os reis, são homens, e não rainhas.
Mas os homens falham, e têm falhado, é terem-se tornado alvo de propagandas feministas, de filmes e revistas. Terem aceite deixarem de ser másculos, e mais femininos, porque as mulheres costumam dizer que nenhuma homem as entende, e então eles baixam a esse nível. Não estou contra, mas descerem até aí, eles descem o suficiente para se colocarem de joelhos à mercê de mulheres que não merecem o seu esforço para se tornarem nos "perfeitos".
Também erram, quando tentam agradar em demasiado, quando não as ouvem e não fazem ouvir-se. Têm confiança, mas vacilam na cama ao mínimo deslize. Têm força, mas são derrotados com uma só discussão, que espremida não deita nadinha. Têm o poder da decisão, mas são elas quem lhes fazem a lista de compras.

In Defense of Men, What's Left of Them!
Uma relação só pode existir, se os dois estiverem cada um no seu galho, e contribuírem para o fortalecimento da árvore que decidiram criar à sua volta. Porque quando se dá a troca de papeis, o homem torna-se cachorrinho. E os homens devem ser amadurecidos por si próprios e limar as arestas com a sua namorada. Devem estudar com os filhos, alimentar os filhos, participar na vida dos filhos, ao invés de serem declarados pelas suas mulheres, como incompetentes.
Basta as mulheres assobiarem para um homem, que eles caem como cãezinhos aos seus pés. Basta darem-lhes trela, que eles nunca mais vos largam. Os homens, são uns "fáceis", quando são solteiros (alguns não são), porque sabem o quão difícil é uma rapariga reparar neles quando eles tentam ser diferentes de todos os outros tipos de homem que elas odeiam. Os maus, elas descobrem logo, mas os bons? Os tímidos e os que "valem a pena", parece que são verdadeiramente difíceis de encontrar, não? Esperam, vocês mulheres, que o homem tome a iniciativa. Que seja confiante e vos dirija primeiro a palavra. Se vocês não são capazes de o fazer, porque haveria algum homem de se interessar por um produto que não está à venda? Assim como os homens. Como esperam que uma mulher repare em vocês, se vocês não se colocam à venda?
Eu sei... eu próprio não deveria estar a falar sobre isto, porque sou muito tímido com raparigas. Mas como dizia uma amiga minha: "Aproveitar as oportunidades, as conversas e as ocasiões, para mostrar um pouco de quem és." Mostrar-lhes como és. Simpático, inteligente, sorridente, positivo ou com bom poder argumentativo. E não há nada mais do que uma mulher "perfeita" goste, do que um homem confiante, cómico e inteligente. E o inteligente, que se faça sentir e ouvir através do dom da palavra. Como disse acima, "bom poder argumentativo". As mulheres adoram homens inteligentes. Coisa que é difícil de encontrar, hoje em dia, nos dois lados do palco. E digo difícil, porque por muito que uma mulher amadureça mais depressa que os rapazes, dependendo da perspectiva (hoje parece que ficam mais atrasadas e eles mais "selvagens"), porque ter acesso à informação -- andar na escola, liceu e universidade e/ou serem os melhores alunos -- não é o mesmo que ser-se inteligente. E ter muitos amigos e dar-se bem com todos, não é o mesmo que ter uma boa capacidade de argumentação ou sequer consciência do mundo. 90% dos jovens, vive à margem, e gosta de viver à margem, de tudo aquilo que não aparece na televisão. Muitos serão os poucos que vêm e gostam de ver documentários. Muitos serão os poucos que escrevem, e que criticam em forma de texto. Analisar e criticar o mundo, é uma forma de o compreender. Viajar, aprender a nadar, aprender a arranjar uma instalação eléctrica ou um cano. Aprender a "instalar" um botija de gaz, ou a passar a ferro. Ainda que sejam coisas "pequeninas", têm um impacto enorme na sociedade. Raparigas são mais comuns de se ver em hotéis e restaurantes de luxo, porque têm a beleza a seu favor. E de nada serviria a sua beleza, se alguém ou elas mesmas não soubessem passar a ferro e dobrar bem a roupa, para o dia seguinte, onde deveriam aparecer apresentáveis. A moda fez algo na sociedade que nunca deveria ser aceite: O desleixo pelo que se veste e pela maneira como alguém se apresenta. Não é à tua que existem uniformes nos restaurantes e em hotéis, em cadeias de fast-food ou em carrinhas de distribuição -- UPS, CTT, etc -- e não se usa de maneira alguma "leggins" padronizados! Ora... Sei que cada um se veste como quer, da maneira que quer, com as roupas e cores que quiser, mas existe um local e hora apropriado para cada "roupa-ocasião". É sem dúvida sexy e provocador uma rapariga e uma mulher andar assim na rua, mas isso é para o caso de ela querer chamar à atenção! As raparigas já não usam só as unhas, o corte e a cor do cabelo, e a maquilhagem, para chamar à atenção. Agora também usam roupas justas, ousadas e convidativas a uma violação, ou uma foda no banco de trás de um carro. Porque outra razão andariam quase nuas e com o decote quase de fora? Porque se sentem bem? Isso chama-se ser Porca e Badalhoca, OU, a melhor de todas, "Maria vai com todos"! Uma coisa é vestirem-se para sair a uma festa onde se espera que sejam cobiçadas e apalpadas, outra coisa é sair à rua para ir para a escola ou local de trabalho, onde irão andar o dia todo assim, sem qualquer roupa que vos contextualize. Depois se forem violadas ou aparecerem grávidas, não culpem o gajo, dêem antes um tiro na cabeça e acabam com 3 gerações de pessoas que não valem nem dão um chavo para o mundo. Sim, sou um radicalista, mas se os pedófilos não merecem viver, porque haveria alguém da tua laia ter  direito também à vida? Para poderes seguir as massas em companhia e manipular a mente e opinião das pessoas que te rodeiam, a seguir a tua crença e ideologias, só porque a sociedade te diz?

Existiu em tempos, um programa no canal MTV, em que dois jovens-adultos (rapaz e rapariga), saltavam de escola em escola, a dizer aos rapazes que chorar era aceitável, que também podiam ter sentimentos e serem frágeis. O maior erro de todos, é dizerem que um homem não precisa de ser másculo para ser homem, uma mulher não precisa de se mostrar feminina para ser mulher. Se assim não fosse, as coisas na natureza estariam muito diferentes não!? É que, para um homem ser másculo, precisa de ter confiança em si, e quando essa confiança se troca com carinhos e sentimentos, choros e emoções, é meio caminho para deixar de ser confiante e "apetecível" às mulheres, que deixaram de ser femininas, seres sociais e emotivos, carentes e maduras, em prol do desboche físico e psicológico em que coabitam esta sociedade. Eu não sou contra um homem chorar e ser sensível, ou uma mulher ser desleixada. Estou é contra a mulher ser desleixada por si toda, desde a maneira como se veste, que às vezes parece que trazem um saco de batas entre as pernas ou uma t-shirt XXXL, completamente desproporcional ao corpo. Ou os homens serem emotivos sem consciencializarem e analisarem porque estão naquele estado. Eu falo por mim. Gosto de analisar e pensar na razão de estar de determinada forma. Quer esteja a chorar ou a sorrir feito parvo. É-me importante porque me dou a conhecer a mim próprio. E como se costuma dizer: "Antes de compreenderes os outros, compreende-te a ti próprio", e acho que isso é importante para uma relação. Porque se eu não souber como funciono, como penso, porque ajo assim ou daquela maneira, como poderei compreender todas as atitudes e opiniões da minha cara metade? Fico à espera que a outra seja completamente perfeita, que me ature e dê o que quero, quando quero, porque é essa a imagem que tenho e que me dão? Dizia a Ana Akanna, que nós não podemos esperar que os outros sejam perfeitos. Não podemos esperar que tenham parte do que nos falta ou que nos dêem parte daquilo que ainda não alcançámos. É importante consciencializar-mo-nos, de que ninguém é perfeito. Mas podem tornar-se, se aceitarmos e compreendermos as diferenças. Porque se todos formos como aquele casal do "Grego da Danone" (YouTube), em que se vão amar para sempre, com base no mesmo sabor de iogurte... então a nossa sociedade está mesmo fodida dos cornos!!!

Os homens, bons, têm de começar a tomar rédeas nas relações. De se tornarem machos alpha das decisões. Porque quando for para defender a rapariga, nós enchemos o peito de ar, e permanecemos sem arredar pé até ficarmos sem vida. Isto, se a cara metade valer mesmo o esforço, porque caso contrário, ponham-se a correr dali para fora depois de a atirarem para dentro da jaula dos leões! Aprendam a ouvi-las, mas também a fazerem-se ouvir. Porque um homem pode ser lamechas ao pé das amigas e elas ficarem pelo, apenas e só: "-- ohh tão querido e fofo". Se elas querem ser ouvidas e compreendidas, devem fazer o mesmo convosco, e o diálogo numa relação é o mais importante. Devem obrigá-las a lavar a loiça ou a limpar a casa de X em X tempos. Já todos sabemos que elas são independentes e que fazem "o que lhes apetecer", mas precisam de ser re-ensinadas ou aprenderem alguns truques. A sério! Depois até podem mostrar aos vossos amigos e familiares, o quão boa ela é a cozinhar ou a decorar o interior do vosso quarto ou da sala.
E já agora, meninas, ensinem os vossos homens a cozinhar e a tratar da casa, é que se vocês querem ser independentes para o vosso marido ficar com os filhos, convém prepará-los para essa etapa da vida, visto que querem trocar de lugar com eles. Deixem o nariz empinado na adolescência, e cresçam um cona decente! É que um homem só é homem e uma mulher só é mulher, se estiverem ao lado um do outro, a remar na mesma direcção. Até essa altura, convém crescerem e desenvolverem uma personalidade.

"Já ouviram a frase: Se queres um príncipe comporta-te como uma princesa? -.-
(fartinha de ver estados que rebaixam os homens) - Natasha Smaga"
Em: Os príncipes, são sempre perfeitos... III
Golfinhos dão à costa... (facebook)
Não vi uma única mulher puxar os animais para dentro de água. Porquê? Porque nesta situação, já são SÓ os homens que têm força suficiente para os arrastar. Que têm garra, que são destemidos. Para a mulher, os homens foram feitos para isto, para a força, para o "desenvencilhar", para lidar com as coisas perigosas, pesadas, brutas e bruscas. O papel das mulheres? Ficarem a tomar conta das crianças e das costas dos seus "protectores", enquanto eles vão fazer o seu serviço.
Em: Os príncipes, são sempre perfeitos... III


Segundo palavras de um psicólogo, na TVI: "Nós homens somos como cãezinhos. Basta dizerem-nos que somos bonitos, que gostam de nós e que nos amam, que ficamos logo a dar ao rabo.". É uma realidade. Só que elas usam e abusam do nosso verdadeiro amor, da nossa perseverança e paciência com as porcarias que tanto fazem, só mesmo para nos foderem o juízo.
Em: Os príncipes, são sempre perfeitos... II

You know what's sexy?
A real conversation.

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A pornografia...
O riquismo e a superioridade...
Os príncipes, são sempre perfeitos...
Os príncipes, são sempre perfeitos... II
Os príncipes, são sempre perfeitos... III
O idealismo de uma mulher "perfeita"...
A moda social e as lojas de roupas...
Eu quero, posso e Compro!
A selecção sexual...
O divórcio em Portugal...
A eugenia existe...
Pronta para arrasar?
Espero não vir a viver no país que prevejo...
O verdadeiro amor existe?
The Little Princess

quarta-feira, 11 de junho de 2014

Clepsidra I


A lua espreitava por entre os cortinados semi afastados entre si, esvoaçando com a brisa quente que fazia lá fora, aquecendo o ambiente do quarto perfumado de incenso. Ouvi a maçaneta da porta, e surgiste por trás dela com um sorriso e o cabelo quase seco depois do banho. Atiraste a toalha para cima da cama e caminhaste confiante até mim. Beijaste-me, enrolando os teus braços à volta do meu pescoço.
«Quero-te…» - sussurraste-me ao ouvido, molhando-o.

Sabíamos que se tratava de uma posse vertiginosa de nós. Querermo-nos em nada constituía Razão, era uma busca infindável daquilo que ultrapassa o mundo lá fora, que observava-mos atentamente. E perdíamo-nos como as luzes movimentadas dos carros e das estações de comboio sobrelotadas.
«Tens-me!» - pronunciei-te igualmente ao ouvido. Passando os lábios pelos teus cabelos cujo aroma se confundia com a fragrância ambiente do quarto. Estava escuro. A minha mente iluminava-se de ti. Nada mais somos do que aquilo que sentimos. Os meus dedos estremecem quando te sinto. Sou o estremecer de ti.
O homem do correio chegara e eu despia-te a pele, afogando-te em pétalas de beijos e abraços por toda a tua essência visível. Ignoramo-lo. Que interessavam as cartas? De que nos serviam as palavras quando nos marcávamos daquele modo tão clemente?
Senti que te escorria veneno por entre as tímidas pernas, enquanto te elevava contra a parede que te arrefecia delicadamente a coluna vertebral perplexa de prazer.

Olhavas-me nos olhos, controlando-me as mãos na parede, impedindo a satisfação do tacto. Beijavas o meu peito, sentindo-o na tua pele suave. Sorriste. Levaste a boca ao meu pescoço e mordeste-o de prazer. Um súbdito acorrentado às tuas garras provocantes que me provocavam numa intensa sedução física. Ajoelhaste vagarosamente, serpenteando o teu peito explícito, acelerando o meu coração. Sentiste-o bater forte e quente na mão, que me enregelou. Lambeste a ponta do gelado e devolveste de novo as minhas mãos à parede. Ergueu-se e caiu sobre a tua língua que o esperava.

O carteiro bateu de novo e vi a sua silhueta afastar-se da porta, espreitando a janela aberta. Não sei o que acreditou ter visto. A tua cabeça movia-se, lubrificando horizontalmente a peça importante do meu ser que te enchia de uma energia invisível potente e carente. Olhei para ti, e vi o azul do controlo penetrar-me. Imóvel, tentando partir as correntes em que me deixavas, ouvia a saliva e o ar sair-te da boca, imitando uma lambidela apressada a um gelado que se derretia nas tuas mãos agora quentes e confortáveis.

O estafeta afastou-se. Finalmente livre, beijei-te a boca, sentindo o sabor que resistia nos teus lábios. Troquei de posição contigo e de mãos no teu peito, acariciei a seda limpa pelo lago de onde surgiste. Beijei-te os seios, saltitando por eles até à barriga, segurando-te firme pelo rabo. Beijei-te o pescoço, acalmando os ciúmes ao irmão do lado oposto a quem dei um presente húmido. Rocei-te a barba na delicada tez de ti e agarraste-te a mim, marcando o momento com os vergões vermelhos da tua suplicia vibrante. Despi no teu peito, uma massagem que te aquecia para uma corrida a que já me havias deixado preparado. Dissequei o teu corpo com a ponta da minha língua e cozi o que restava dele com a ponta dos meus dedos frios que te arrepiavam o sensível paraíso que transformaria o santo que sou num diabo eloquente, incapaz de resistir ao doce carnal que escondias timidamente de mim.

Suspiros. Berrávamos o silêncio que ninguém podia escutar. O libido transportava-se exteriormente às paredes pacatas daquele canto. E o canto das aves apoiava-nos com uma força cobiçada. Deixei-a cair em rios de mim. Os rios levavam ao mar que eu tanto queria mergulhar e emergir nela como se lhe fosse os braços, as pernas e a camisa que agora lhe vestia delicadamente. Escrevíamos rosas e violetas em jarros de porcelana chinesas e as abandonadas camélias invejavam-nos. Adormecermo-nos era como despertar para a realidade que não nos queria felizes. O estremecer transformou-se na clepsidra que indesejavelmente tomava-nos em cada amanhecer da vida. Arcadas de beijos. Também te quero assim.

A respiração soprava ao meu ouvido, cansada. Deitada para mim, deixavas-te adormecer numa morte que nos unia no meio dos lençóis. A temperatura do teu corpo subia em cada pedaço de sonho que partilhavas com um toque brusco dos teus dedos no meu braço. O fogo do meu sangue, extinguia-se, esquecido por mim que te maravilhava a face de sorriso confortável. Ver-te adormecer no meu regaço, ao som mudo que se desligava em candeeiros, transportava-me em viagens cujo único destino seriam os teus braços. Fechei os olhos e adormeci, partilhando um sopro dessincronizado. Toquei-te levemente e ali me deixei ficar.

segunda-feira, 2 de junho de 2014

A pornografia...


"A pornografia é algo que devia ser banido, proibido ou deixar de existir."

Aviso: Inacabado

Pelo menos é o que dizem os moralistas sociais, que não são animais, e deixaram à muito de pertencer à espécie humana para passarem a ser acéfalos, anti-natura, e muito possivelmente até "vegetarianos".
Segundo vários artigos na internet sobre o assunto de a pornografia se tornar, cada vez mais, num problema que destrói a percepção da realidade sexual numa relação, que destrói relações interpessoais, namoros e casamentos, não só e apenas pelo facto de o homem, maioritariamente o homem, ver pornografia, mas também por mostrar e fazer acreditar aos jovens, futuros adultos, de que o sexo é algo: sujo, porco, violento e sádico. Em que a mulher é grande parte das vezes tratada como um objecto, que deve fazer broches e levar com a ejaculação na cara, de ser submissa, adorar ser tratada como um objecto que só serve para ser fodido, rastejar, lamber, chupar, levar no cu e estar sempre pronta para foder, de pernas abertas, à força, de pescoço apertado e cabelos agarrados.

Bom. Segundo se pode ler na tese de mestrado "O processo suicida numa perspectiva sistémico-familiar" de Júlia Maria Correia Laiginhas de Almeida Gomes do ano de 1996.
Na altura em que Roma ainda existia, qualquer pessoa que se quisesse suicidar, tinha a "obrigação" de explicar a razão, ou as razões, que a levavam a cometer o acto de suicido. Se fosse aceite, poderia cometer esse acto, hoje tão tabu e "egocêntrico", sem qualquer dano social para a família ou à sua integração física.
Muitos séculos mais tarde, depois de o cristianismo se tornar a grande religião de Roma, os padres, começaram por proibir qualquer acto de suicídio. O corpo, se encontrado, era atado pelos pés a um cavalo e faziam-no arrastar pelas ruas, nu, mostrando às outras pessoas o que lhes aconteceria se fizessem o mesmo. A pessoa já sem vida, era humilhada, assim como toda a sua família, que não recebia qualquer herança deixada pelo defunto.
A religião, via o acto de suicídio, como um atentado a "deus", à alma e a jesus cristo. Pois se ele deu a vida por nós, matarmos-nos estava errado e era contra as ideologias da igreja. Ainda que o suicídio, nunca tivesse sido visto como algo errado na Roma antiga, com o tempo e por força da religião católica, tornou-se em algo proibido e tabu.
Hoje costuma-se dizer a quem se tenta suicidar: "O Suiícido é uma resposta definitiva a um problema temporário.". O problema é quando esse "problema" que todos acham ser banal, e que banalizam, é um problema grave e sério para quem o tem. Ninguém quer viver no fundo do poço. A mente humana é capaz das coisas mais atroz para consigo mesma. É uma maneira de se defender. Este tema é falado no filme "The Killing Room".

"Pesquisadores da Fundação Nacional de Pesquisa e Educação da Família (dos EUA), concluíram que “a exposição à pornografia coloca os usuários sob risco crescente de desenvolver tendências de desvios de comportamento sexual”. Segundo o informe, “o mito do estupro (a crença de que as mulheres provocam e gostam do estupro, e que os estupradores são pessoas normais) é bastante difundido entre costumeiros usuários masculinos de pornografia”." 
Fonte: Os efeitos da pornografia sobre adultos
Segundo este artigo, acusam a pornografia de criar violadores e violadas. Que a violação é algo normal, e que a pornografia ensina isso, é estar a pôr dentro do mesmo saco, pessoas que consomem pornografia e que são capazes de consciencializar que violação, sexo forçado, sexo sem consentimento, sexo só para fazer a vontade, não é algo saudável. E se queremos culpar os 5% que vêm o sexo como uma coisa real e verdadeira, também devemos culpar as bandas e os clubes de futebol de criar e aceitar que existem fanáticos "religiosos", defensores da sua causa.
É importante referir também, que estudos feitos nos Estados Unidos terão resultados MUITO diferentes nos vários países da europa.

Se a pornografia é algo mau porque as pessoas podem tornar-se viciadas, o mesmo se pode dizer do café, do tabaco e do futebol. No entanto, ninguém fica fodido, triste ou chateado só porque a cara metade bebe café. É algo socialmente aceite, certo? E um casal não se separa "SÓ PORQUE", a cara metade fuma e anda sempre com hálito ao tabaco, certo? E um casal continua a não se separar só porque o marido é fanático/viciado, pelo futebol, e que onde quer que vá, quando encontra um amigo ou amigos, falam sempre sobre a mesma coisa: futebol. E não se pode fazer nada contra isso porque... bem, é algo aceite pela sociedade, por isso, falar constantemente de futebol é algo bom. Certo?
A pornografia é má, quando não é explicada às crianças e aos jovens de que tudo o que vêm não passa de um filme sobre sexo explícito que serve exclusivamente para satisfazer uma necessidade biológica. O que não se pode deixar de dizer é de que existe muita gente que leva os filmes demasiado a sério, e que depois de saírem dos cinemas e de verem um filme de carros e corridas, vão logo para as rectas fazer corridas também. E nem é preciso ir muito mais longe. As mulheres, velhas principalmente, acreditam que as novelas são tão reais, que quando passam pelo actor que deu vida a um personagem maléfico, são capazes de se tornarem violentas, chamar nomes e até mesmo desejar a morte: "-- Havias de morrer!! O Manuel não te merece!! És uma Vaca!!".
E depois tem de se explicar às pessoas que o que viram foi e é só uma novela, e às crianças, que o monstro não existe, que foi só um filme.
O mesmo acontece com os filmes pornográficos, e é por isso que só devem ser vistos por jovens maiores de 18 anos, não pelo facto de ser pornografia, de serem duas pessoas a fazer sexo "sem amor", mas por já estarem psicologicamente preparados para lidar com o conceito de sexo por prazer.

Enganem-se, se pensarem que somos os únicos animais no planeta que fazem sexo por prazer. Existe pelo menos mais meia centena de espécies de macacos que o fazem, e muitas vezes, a pedido da fêmea, que liberta feromonas para avisar o macho de que ela está com desejo. Se não existisse pornografia, os homens tornariam-se muito mais violentos, haveria muita pancada em casa e na rua. As mulheres seriam muito mais vezes violadas e as crianças raptadas. Haveriam muito mais putas na rua, porque existiria mercado, e em qualquer canto, encontraríamos gente a foder. E eu não digo isto por ser algo que muito possivelmente se tornaria real, mas grande parte das mulheres que são violadas, são-no por homens que tiveram a sua identidade sexual, na infância, proibida e inibida. Porque não se podiam masturbar ou mostrar o órgão erecto porque jesus cristo não gostava.
É importante perceber que foi a igreja que tornou a pornografia em algo de putedo. Assim como fez com as prostitutas e os homossexuais, algo do qual as pessoas se deviam afastar. Por essa razão, a pornografia é hoje acusada de formar na cabeça das crianças, a ideia de que o sexo que vêm pela internet e em revistas, é o que acontece e o que se deve fazer numa relação sexual com uma rapariga. Também acreditam que está a criar na cabeça das raparigas, a imagem de uma mulher submissa, objecto de foda, que deve ser agarrada com força e deixar-se estar na cama de pernas abertas para dar prazer ao seu futuro namorado ou marido. Coisa completamente errada porque as raparigas de hoje, controlam muito mais a sexualidade de um casal, do que o homem. A mulher hoje em dia tem mais controlo na cama, do que à vários anos para cá. E! O que não posso deixar de referir, é de que as mulheres desta geração, e jovens, começam a deixar cair a imagem de princesa para passarem a ser sinceras com as suas necessidades sexuais, começando sobretudo a falar cada vez mais sobre sexo. Ainda assim, estão cada vez mais putas.

Num documentário de 2009, se não estou em erro, que passou no Odisseia, sobre esta nova geração de jovens que querem tudo fácil e agora, mostraram algumas entrevistas feitas a raparigas que ainda não tinham atingido a maioridade. Elas tinham uma ideia do que era a pornografia e punham-na em prática com os rapazes, porque acreditavam que era isso que deviam fazer. Bem... se querem culpar a pornografia por mostrar aos jovens de que aquilo é o que sexo é, também devem culpar a sociedade por mostrar o papel que a mulher deve ter perante o seu homem. Que uma mulher deve lavar a roupa, tratar das crianças, fazer o comer, abrir as pernas e aceitar que o marido passe o tempo todo no sofá a ver futebol, e ela, a ver novelas.
Deviam "proibir" as barbies, e qualquer outro tipo de bonecas assim como desfiles de moda e respectiva publicidade, revistas e fotografias que nos transmitem, não só a elas mas também a nós homens, de como um homem e uma mulher devem ser. Deviam também proibir que se fizessem clips de música com mulheres quase despidas a fazer um striptease ao qual lhe chamam "coreografia" ou "dança". De escrever músicas sexuais ou pornográficas, sobre dinheiro, sexo, gajas e traições. De parar com as publicidades sobre soutiens ou lingerie.
Caso isso acontecesse, toda a nossa sociedade entraria em declínio, pois o sexo é a fundação de tudo o que vemos à nossa volta. Toda a industria discográfica iria levar consigo as industrias de cosméticos, moda, roupa, perfumes, dia dos namorados, dia da mulher, e consequentemente toda a economia do mundo. Porque toda a industria de perfumes, lingerie, roupa de dormir, batons e maquilhagem, não servem apenas para uma mulher se sentir bonita, assim como os vestidos e saltos altos. Tudo isso são adereços para tornar a mulher, e o homem, em objectos de desejo sexuais. Elas e eles podem não sair à rua para ter sexo casual com estranhos ou conhecidos, mas instintivamente saem dessa maneira para se tornarem fêmeas e machos sexualmente atraentes e criar fantasias eróticas e sedutoras na mente de quem os vê desfilar. Não é uma dança de acasalamento, mas faz parte do acto.

Os homens, quer queiram quer não, senhoras, são criaturas que precisam de ver sexo para se sentirem excitados, enquanto que as mulheres preferem um livro, um conto, uma história e imaginar uma cena erótica na sua cabeça, que ela próprias tratam do assunto sem precisar de pornografia. No entanto, existe muita mulher que vê pornografia, mesmo que seja pornografia "amigável". Segundo consta, escolhem vídeos segundo o homem e a história, não tanto, ou só, pela mulher e respectivos atributos. O homem, por outro lado, passa bastante tempo, em média mais de 20 minutos, à procura de vídeos com cenas especificas, mulheres com uma determinada cara, peito, corpo e posições. Servidores que disponibilizam pornografia, são dos mais potentes e exigentes que existem. A razão é simples: Apesar de passarmos facilmente 1h no facebook, a quantidade de informação que se descarrega durante o mesmo período de tempo num site pornográfico é cerca de 500 vezes superior, pelo simples facto de possuir muito mais imagens e vídeos. Um homem é capaz de consumir, em média, até 10 vídeos, numa só sessão, demonstrando que necessita de muito mais estímulos do que a mulher.
Sendo o homem um macho pronto para acasalar a qualquer momento, é normal que o seu apetite sexual seja "superior", ou pelo menos que o exponha mais vezes, ao da mulher, ainda que esta seja a única capaz de ter múltiplos orgasmos; O que as torna muito melhor que os homens.

Outra coisa a referir, é a de que o "luxo" está directamente relacionado com a sedução, que tem raízes no erotismo, que se ligam profundamente a fantasias sexuais realizadas centenas de vezes na pornografia.

A pornografia não é toda em si, má. A pornografia também ensina aos homens e às mulheres, como podem fazer certas posições, ou mostrar-lhes outras maneiras de fazer sexo e dar prazer. Não é só sexo explicito, também é uma maneira de os homens aprenderem algo para satisfazer as suas mulheres e lhes dar mais prazer. E o homem que disser o contrário, estará a mentir. Porque... felizmente! Nós homens preocupamo-nos bastante com o orgasmo da nossa parceira. E se eventualmente ela não tiver prazer ou orgasmo durante o coito, então partimos do pressuposto que o problema é nosso e que estamos a errar em algum lado. E falhar nesse ponto. Sermos incapazes de satisfazer a nossa própria mulher ou qualquer outra mulher, é o pior que nos pode acontecer. É o mesmo que nos dizerem: És incapaz de me dar bons filhos! És incapaz de engravidar uma fêmea! Não sabes dar prazer!
O sexo é importante na nossa sociedade e para a nossa sociedade. É com ele que se fazem negócios ou se chegam a acordos.

Se a pornografia não existisse, a população mundial aumentaria exponencialmente, principalmente nos países orientais, onde ainda se aplica a política do filho único. Haveria muito mais adolescentes e mulheres grávidas. Significando que existiria muito mais pobreza e fome. A pornografia e o sexo por prazer, servem sobretudo, com a ajuda dos preservativos e da pílula, como um mecanismo bastante eficaz para controlar o crescimento da população mundial. Não só para prevenir o contágio de doenças e/ou violações. Ela (pornografia), também ajuda a manter a mente sã, quando o sexo deixa de fazer parte da vida de um indivíduo durante meses ou anos. E se for bem utilizada, permite ao homem aumentar o tempo que demora a atingir o orgasmo.


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5 aspectos positivos sobre a pornografia

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