Depois de voltar ao inicio da primeira aventura desenfreada mato a dentro e encosta acima, voltei a aventurar-me por outros caminhos menos traiçoeiros, mais fáceis de percorrer.
quarta-feira, 29 de junho de 2022
À descoberta de Germil - 3º dia de caminhada (8KM)
À descoberta de Germil - 2º dia de caminhada (9KM)
segunda-feira, 27 de junho de 2022
À descoberta de Germil - 1º dia de caminhada
O peso da solidão, ao longo da noite do primeiro dia, que se fez mais fria do que o esperado, foi-se levantando. Enrolado em cobertores mais pequenos que eu mas que ajudaram a enfrentar o vazio e o silêncio de Germil.
O silêncio durante a noite, acompanhado pelo sino falso feito de megafones, foram a minha companhia, até ser recebido por um cão bege, de uma mistura de Lavrador, de pata da frente (direita) no ar e a de trás com uma ferida no joelho. Mais tarde percebi que era quase tudo fita para ter comer requintado porque rejeitou um pedaço de maçã que lhe tentei dar, tão depressa como apareceu.
A vontade de subir a encosta cresceu durante a tarde de ontem e a noite do dia seguinte. Estava decidido em desbravar terreno, fosse ele qual fosse, para chegar ao topo do monte mais próximo. Meti-me a caminho, acompanhado de silêncio, sem saber que estrada tomar, sem conhecer percursos, rotas, passagens. O objectivo era chegar lá acima, e cheguei, várias vezes, entre mato grosso, silvas e pedras.
O tapete que trouxe tem dado muito jeito ao lado da cama. Faltou trazer uns chinelos, meias quentes, molas para pendurar a roupa, algo doce para dar mais conforto ou desconforto e dores. Os wraps (fiambre, queijo, frango e alface) e a fruta têm sido uma salvação, e faço questão de ter sempre duas latas de atum e garfo para emergências. 1L de água chegou perfeitamente para os 10km que percorri hoje, e ao fim da caminhada as pernas e os pés já gritavam para parar. Foi fantástico! Foi maravilho! É magnífico!
Fazer isto sozinho é incrível, mas com boa companhia, é transcendente!
domingo, 26 de junho de 2022
A solidão onde sempre vivi e que sempre me controlou...
É aqui, no meio de tudo e do nada, do silêncio que tem peso, de um silêncio que sussurra levemente apenas o som do vento e dos pássaros. Uma solidão externa, fora do que sou, onde a consciência é transportada para cada célula do meu corpo. Sinto-a em cada parte do meu corpo como um lençol molhado, à temperatura ambiente, sem peso suficiente para me enterrar o corpo, nem leve que não o consiga sentir nos pêlos que me cobrem.
segunda-feira, 15 de outubro de 2018
Chora. Sofre.
O que fazes sozinho, sentado na escuridão?
O que consegues aprender no silêncio do quarto que se fecha sobre ti?
O que sentes nas costas cansadas?
Onde se entranha o medo? As tristezas? As desilusões? A solidão?
Quanto mais lutas para fugir do frio que te embrulha nos cobertores da cama, na frieza e instabilidade da tua vida, dos teus pensamentos, mais sozinha ficas; mais longe de ti, mais fundo no poço.
Quanto mais lutas por ti, pelo sopro da vida, pelo carinho, pela voz que te sai trémula entre os lábios, mais fundo vais, mais longe te perdes, no choro que tens como único amigo.
Repetes vezes sem conta, na tua mente, a aparente destruição de tudo o que existe em teu redor, ao teu lado, à tua frente... desenterras memórias do passado para te dar alegria no presente e te servir de apoio ao futuro. Mas os teus olhos em lágrima, de garganta apertada de sofrimento, da aflição do descontrolar de uma avalanche que cai sobre ti como se tudo tivesse escolhido o mesmo dia para acontecer.
Descobres entre as frestas do muro que te enclausura, te sufoca, te faz perder o toque da luz, a força dos raios do sol, que a natureza apodrece e morre aos teus pés e tudo se torna incerto.
O que restava de beleza no mundo, desapareceu com o vento, com a chuva, com a queda das folhas.
Não há palavras bonitas, não há doces, filmes ou noites longas na cama, que curem as feridas que se abrem e se mantém.
O frio entranha-se nos ossos e tornam-se parte do frio que carregas na face, nas mãos, nas costas arqueadas.
Todos os sonhos e objectivos de dissipam, como a beleza do mundo, perdem as cores, a vontade, a inspiração. A única vontade que existe nesse novo mundo, é chorar.
O que fazes sozinha sentada na escuridão?
Não estás sozinha, não estás abandonada.
Onde se entranha o medo?
No coração que sempre bateu.
Chora. Sofre.
As coisas melhoram, vais ver.
domingo, 15 de abril de 2018
A construção de um império pessoal...
Viver não é sinónimo de fumar, de beber, de ir para a esplanada do café, do bar ou dançar numa discoteca. Não é viajar, nem ir à praia.
Por viveres a vida de forma tão vibrante, divertida e despreocupada durante tantos anos, as coisas que te rodeiam, tal como as pessoas, as aventuras, as coisas exitantes, loucas e diferentes, perdem força, beleza, curiosidade aos teus olhos. Tudo se torna "igual", parado, monótono, indiferente...
- A construção de um império pessoal.
- A construção de um império social.
Faz mais por ti um livro, que um cigarro e uma cerveja na mão.
É quando tens a cabeça debaixo da bota pesada, que te pressiona o crânio, te prende as mãos e te arranca do coração e do corpo todo o desejo e força de "viver", que passas a saber o que é realmente estar vivo e a importância que as coisas que nunca fizeste te começam a gritar tanto, até abrirem tuneis na pele, do nó da garganta às pontas dos dedos, como arrepios e assombros que em voz de lamentação, te fazem perceber e consciencializar de que deverias ter sido mais produtiva para contigo, ao invés de "curtir" a vida da forma mais despreocupada e luxuosa possível, porque "só se vive uma vez."
Mas é precisamente aí que pessoas como tu se enganam, se engasgam, se tornam hipócritas. É nesse momento de paralesia social do "desboche" e "curtição", que param, que estagnam. Porque é verdade que só se vive uma vez, e que se deve levar e fazer essa caminhada da forma mais alegre e preenchida possível, só não te podes esquecer de que para viver ao máximo, precisas de comer, precisas de roupa, de um tecto, de uma cama, e essa vida tão maravilhosa que levas de adolescente irreverente, um dia acaba, porque o dinheiro é emprestado pelos teus pais, como injecções de capitais.
Para ti, que não fumas nem bebes, que não sais muito de casa e tens poucos ou nenhuns amigos com quem sair... Lê; Percebe que não precisas de nada dessas coisas para viveres. Para cresceres, para te tornares num homem ou numa mulher. A tua história não se constrói no meio de venenos e vícios que te sugam o pouco dinheiro que tens todos os meses. E o tempo que estarias num café, poderias estar a ler um livro, a escrever, a desenvolver projectos. Não precisas de ter medo por andar sozinho(a).
Tu, que me lês, e és um merdas; Sentes-te um merdas ou te fazem sentir um ninguém que não sabe aproveitar a vida, curtir, festejar, fazer amigos. Vou-te contar um "segredo".
Para poderes fazer alguma coisa da tua vida, tens de começar uma revolução dentro de ti para alcançar a mudança mais importante da tua mente: Confiança!
Enquanto não tiveres confiança em ti, nas coisas que fazes, nas coisas que dizes, e te deixares dominar pelas incertezas, pelos medos, pela vergonha, pelos pensamentos negativos, pela depressão ou pela morte daquilo que testemunhas todos os dias de ti próprio, vais continuar a caminhar na mesma estrada, com espinhos e árvores tombadas.
O dia em que respirares confiança, vais enfrentar o próximo degrau: tornares-te Macho/Fêmea-Alpha. E por muito que finjas ter confiança, um dia isso vai tornar-se parte de ti como o caminhar, e não há mal nenhum nisso, porque no fim e no fundo, todos nós usamos máscaras.
Os ombros vão estar direitos, as costas deixaram de estar quebradas pelo medo e insegurança, e o teu caminhar vai ser firme e confiante.
Com o tempo, com a luta que pretenderes fazer, vais perceber mais tarde que TU podes alcançar tudo! Que TU podes fazer tudo, ser tudo, ir a todo o lado e perguntar o que quiseres! Porque a vida, torna-se muito mais simples, muito mais fácil, quando a vês sem medos, sem vergonhas, sem o nervosismo de interacção humana.
Depois do teu exame de condução, o medo de conduzir controlava a tua mente. Injectava em ti sonhos aterrorizantes de acidentes e multas. No entanto, com o tempo, ganhas-te confiança nos pedais, nas mudanças, no volante, e em ti mesmo. Se olhasses para trás, para a tua primeira aula de condução, dirias que foi uma das experiencias mais assustadoras da tua vida, mas que conquistaste, com o tempo, por muito dificil que tenha sido.
É precisamente assim que deverás ver a vida. Não há razão para ter medo, vergonha, incertezas, receios, nervosismo, ou entrar em paranóia ou stress por algo tão insignificante.
Porque o segrego, é saberes que o podes fazer! É saber que com o tempo tudo se torna um hábito ou te nsai aturalmente.
É agarrar a vida pelos cornos! Torcer e amassar! É rasgar tudo aquilo que te prende numa zona de conforto que existe apenas na tua mente, e seres a pessoa curiosa que és! Perguntar, descobrir, aprender.
Não precisas de beber, de fumar, de sair à noite, de ir ao cinema, de ter montes de amigos e te sentires integrado num grupo. Isso são tudo cadeados que te prende nas caixas daquilo com que a sociedade te pretende controlar e desmiular. Esses vicios e fraquezas não fazem parte da pessoa que és; da pessoa que escondes e guardas dentro de ti: o Macho/Fêmea-Alpha! O líder! O corajoso! O destemído! E não há mal nenhum em seres tudo isso porque os outros não fazem ideia nem querem saber.
Enquanto não te puseres á frente do urso, não saberás que tens um lobo dentro de ti. Se vais sair, cordeirinho, sai à vida agarrando-a pelos cornos! Torce e amassa! Tudo o que tens de fazer, é saber que o podes fazer. Só tens de ir lá e conquistar. E mostra a todos os filhos da puta que te disseram que não podias fazer nada da tua vida, que estás a caminho! Porque tu vais conquistar tudo aquilo que eles disseram que não serias capaz. E lembra-te: Tudo aquilo que não te matar, é melhor correr!!!
Tens dentro de ti tudo o que precisas para ser um líder, para conquistar e dominar a tua vida e o que desejas para ti. Será com esses pés que vais desbravar caminho para que outros te sigam. Será com essas mãos que irás criar o que mais desejas. Com a tua postura, irás dominar e conquistar qualquer lugar que entres. Se errares? É natural, como a natureza. Não vives para aprender, aprendes para descobrir realmente como viver.
Tu constróis a tua vida.
Mas... e quando te sentires triste? Vazio, com medo, nervososo, envergonhado, sensível? Aprende a perdoar. A perdoar aquilo que és. Aprender a analisar o porquê das coisas que te deixam assim. Além disso, quem disse que depressão é uma coisa má? Que descer até ao fundo do poço é uma coisa horrível? Que ter medo te destrói? É com os momentos mais tristes e infelizes da nossa vida que podemos valorizar o sorriso, a gargalhada, a piada, os momentos realmente bons, bonitos e genúinos. Pois para sentires o carinho e o afecto de um abraço, tens primeiro de sentir a solidão e a tristeza profunda. Aprende a abraçar a solidão e tudo o que ela traz consigo.
Existe uma frase muito interessante sobre relacionamentos:
"Ao inicio é tudo muito bonito. Cheio de amor e paixão; A pessoa lambe-te de alto a baixo e de um dia para o outro, deixas de ser alguém."As pessoas à tua volta, têm o Síndrome Titanic. O que me sempre me diferenciou de pessoas da minha idade, é que eu sabia que o navio iria bater um dia. Enquanto eles estão na "curtição", a fumar, a beber, a "viver a vida", despreocupados por o navio ir bater no iceberg, eu já comecei a aprender a nadar.
Consciêncializa outra coisa: Essas pessoas que conheces, que vão para os cafés, ou que bebem e fumam, que saiem de casa para "aproveitar" a vida, que saem à noite, grande parte dessa gente não tem filhos, não tem obrigações financeiras dispendiosas todos os meses. Muitas não trabalham, não têm filhos, só estudam, e os papás sustentam todos esses gastos de vida louca. Vivem a vida com o dinheiro dos pais, e não há nada mais humilhante para o carácter de uma pessoa dessas, do que usar e gastar o dinheiro de outras pessoas, para aclamarem e plenos pulmões que eles é que sabem "viver a vida", e curtir, e que eles é que são fixes porque têm amigos, e saem de casa, e fazem festas e vão todos juntos até á praia. Mas alguém os sustenta...
A construção do teu império pessoal, da tua pessoa, da tua mente, da tua solidão, da tua força, da confiança e da tua presença, é a escada mais importante que subirás na vida. Tu és o Alpha.
Se as coisas não te desafiam, não te irão mudar. E quando um dia olhares para trás, para a pessoa que és hoje, vais sentir orgulho ou saber que podias ter feito mais?
terça-feira, 26 de dezembro de 2017
Vais procurar-me nos outros...
sexta-feira, 22 de dezembro de 2017
Nunca...
Nunca amei ninguém, como te amo a ti.
Nunca desejei ninguém, como te desejo a ti.
Nunca senti por ninguém, o que sinto por ti.
Nunca vivi com ninguém, o que vivi contigo.
Nunca sofri tanto por alguém, o que sofro todos os dias por ti.
És para mim o luto mais difícil de fazer.
Sabes onde me encontrar... se um dia quiseres caminhar.
quarta-feira, 20 de dezembro de 2017
Um dia deixarás de ser tu...
Seektor - Days That Were Never Mine
Dark Piano - Hate
Arvo Pärt - Spiegel im Spiegel
"Errar, é a prova de que estás a tentar."
Saudades de sentir o amor através do abraço, de um beijo, de um simples olhar.
Um dia... tornares-te-ás apenas um alguém... pois da saudade o amor não se alimenta, torna-se pequeno. Se não alimentares, evapora-se com o tempo.
"Quando um dia tudo acabar, e tudo desaparecer, só poderás contar contigo mesmo(a)."
sexta-feira, 8 de dezembro de 2017
Vou sentir saudades tuas...
Quero ouvir-te, e saber que os meus olhos te dão alento.
sábado, 1 de julho de 2017
Os altifalantes da estação falaram e um comboio verde deslizou à sua frente, num guincho metálico, sustendo a sua paragem.
Sentiu a força no corpo, e a barriga pesar. Tinham acabado de parar em mais uma estação do qual desconhecia o nome e que os colocava cada vez mais próximos do seu destino.
domingo, 28 de maio de 2017
Disseram-me que não podia correr...
O dia começou...
Enrolo-me de abraço no teu corpo, e deslizo as mãos sobre as tuas, lavando as mãos com as tuas, no escorrer que me acalmava a vontade. Beijo-te de novo.
Nas pernas sinto então umas mãos pequeninas, enchendo a casa de gargalhadas e risos pequeninos. Os caracóis mexiam com rebeldia enquanto o corpo se colava ao meu, com saudade, com amor, da mesma forma que eu me agarrava a ti.
Apanhei-a no meu colo, assim como quem pega num bebé, e enchi de beijos o que nos era tão especial; tão traquina; tão irrequieto.
Acabaste a louça, mexes-te o tacho fumegante e correste para nós, já sem avental, já sem os olhos cansados, já sem a tristeza no rosto.
O sol atravessa a sala conquistada por bonecos. Os desenhos lutam na caixa mágica e os pais sobre o sofá. Tenho saudades de ti, amor. Tenho saudades do tempo.
quinta-feira, 19 de janeiro de 2017
Intensifica-o, e tudo o resto se desmorona...
segunda-feira, 2 de janeiro de 2017
Tu festejas o ano novo?
terça-feira, 6 de dezembro de 2016
O pai não sabe, mas vamos procurar e aprender os dois...
domingo, 30 de outubro de 2016
Ele existe em ti, consegues ver?
sábado, 17 de setembro de 2016
Experiência - Edição de Video 1
domingo, 7 de agosto de 2016
Se não dás sexo, ao menos sê interessante...
Isto é uma crítica para ti, porque sei que vais ler. Mas espero, apesar de tudo, que seja um abre-olhos para a pessoa medrosa que tens dentro de ti. Eu tenho uma também, mas luto todos os dias para me desafiar a desbravar caminho por entre a multidão de pessoas que me assusta, que me olha, que me julga. Se não crescer um pouco todos os dias, não estou a viver, e tu, estás parada no tempo por causa de um medo "virgem" que se chama: Experiência.
Aterrorizo-me com as alturas, mas se não tentar combater a fobia, se não lutar pelo que quero ser, pelo que quero sentir, ter poder de decisão, sou um escravo dos meus próprios medos.
Tu que lês tanto, que vês tantos filmes, foste a pessoa que menos deu e menos tentou coisas novas comigo. Nada do que me fizeste ou do que fizemos, me foi algo novo ou de verdadeiramente interessante e excepcional na vida que levo. Se não foste capaz de marcar essa diferença, mesmo quando te disse que precisavas de a fazer, o que esperas de mim? Um novo namoro? Uma amizade?
Que conversas teremos? Que coisas interessantes teremos para falar?
Se nunca me beijaste por prazer, me abraçaste com vontade, me deste prazer com desejo... o que esperas agora de mim?
domingo, 24 de julho de 2016
A invasão da Europa...
A invasão da Europa por parte dos refugiados, não traz apenas crianças e mulheres que fogem de uma guerra civil, perpetrada pelo grupo radical islâmico ISIS; Traz elementos preparados para desencadear um conjunto de revoluções dentro da própria União Europeia. Homens fortes, treinados no seu país de origem, que esperam o "sinal" para fazer explodir o pânico e a desconfiança nas ruas.
O objetivo é simples: Conquistar toda a Europa. Destruir os seus valores, as suas leias e principalmente a sua religião!
"Há, por certo, algo como um conflito, se não uma guerra, entre o Ocidente Cristão e os Islão." - Pag. 61
"... o problema politico do Islão está em que ele não encontrou a sua forma política." - Pag. 62
"Muitos europeus, ou ocidentais, com boas intenções, dirigem ao Islão o concelho urgente de se reformar, mais precisamente o de realizar as reformas religiosas, sociais e políticas que permitirão aos muçulmanos participar plenamente no mundo comum e na humanidade reunida que se desenham. Esse concelho ocorre-nos tanto mais naturalmente quanto a Europa tem uma experiência particularmente longa e rica desse tipo de mudança profundas, nas quais a associação humana que muda preserva, porém, a sua continuidade subjectiva." - Pag. 62/63
"É possível ver-se aí uma das grandes causas da dificuldade do Islão em praticar efectivamente a democracia: por um lado, a Lei indiscutível exclui ou limita severamente muitas liberdades pessoais, que a democracia reclama: por outro, a enorme latitude da conduta dos príncipes, ou dos chefes, é incompatível com o respeito das leis democráticas." - Pag. 64/65
A Razão das Nações: Reflexões sobre a Democracia na Europa - Pierre ManentA democracia na Europa, tem evoluído ao longo das ultimas centenas de anos. Através de invasões, trocas comerciais, queda de impérios, guerras mundiais e unificação de uma só moeda. (Euro €)
Os povos árabes, especialmente os mais pobres, estão há tantos anos em guerra, em conflitos em discussões religiosas, que pouco ou nada fizeram para impor a lei democrática e deixar para trás a lei da natureza.
A inquisição, a peste negra, os descobrimentos e as guerras mundiais, ajudaram a Europa a unificar-se. Foram o catalisador "bárbaro" -- me parte -- que nos fez re-escrever uma história sanguinária.
Demos ao mundo a revolução industrial, o comboio, o automóvel, prédios, pontes, auto-estradas, a prensa. E o que trouxemos dos Árabes? Números e matemática? A India é tão conhecida pelos seus deuses como pela sua incrível matemática e matemáticos.
Tudo o que nos foi oferecido pela cultura Árabe, quando ainda dominavam a Península Ibérica, fora roubado de civilizações vizinhas.
Os escravos negros eram comercializados aos Europeus, precisamente por mãos Árabes.
Sim, tivemos a inquisição que matou milhares de pessoas em nome de "Deus", que oprimiu e retardou o avança científico e tecnológico, mas fomos capazes de usar a democracia em nosso favor, quando renegámos a religião para segundo plano. Foram tempos horríveis, que eu próprio como Agnóstico/Ateu, condeno, mas somos hoje "civilizados". Independentemente do que aconteça no resto do mundo.
“Porque razão 120 civis inocentes merecem morrer na Síria por 84 civis inocentes terem morrido em França?”, pergunta McAdams. -- FRANÇA “VINGOU-SE DE NICE” COM BANHO DE SANGUE NA SÍRIA
Fazem-me sentir o opressor, o erro, a "mente fechada", o "racista" sem coração, apenas e só por expressar a minha opinião.
Mas eu não vou pedir desculpa.
Não vou pedir desculpa pela morte de quem não segue leis. Que vê na Europa um "país" livre de se ser e fazer o que se quiser sem qualquer opressão religiosa ou política. Para eles que vêm de países sem uma verdadeira revolução filosófica, olham para nós como um paraíso onde não precisam de trabalhar nem pagar casa, carro e hospital, pois tudo lhes é dado de borla.
Porque são vistos, e fazem-se de, coitadinhos, pobres, que fogem da guerra, da fome e da miséria, da tristeza e da perseguição. E o povinho burro da Europa, que condena mais depressa um pedófilo que um estripador, acha-se no direito de ajudar tudo e todos os que vêm para cá. De oferecer o nosso lucro a gente que nunca fez nem fará nada pela paz democrática. Que não tem os mesmos valores ou sequer interesse em fazer da Europa, algo melhor.
Os meus antepassados lutaram e revolucionaram-se para que um dia os seus filhos e netos vivessem em paz e harmonia. Eu não vou chorar nem pedir desculpa!























