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segunda-feira, 14 de novembro de 2016

A objetificação da Mulher e do Homem na sociedade e em contexto de Violência Doméstica... [7]

A objetificação do Homem
Através dos vários meios de comunicação social - Parte 3

A mulher, continua a ser objectificada, tal como o homem, mas existe algo a seu favor: a Exigência.
A exigência é uma das "defesas", um dos caprichos que as mulheres "exigem" do mundo construído pelos homens. É uma escolha instintiva, se... vivêssemos no habitat natural, sem regras ou leis. Mas esta "escolha", perante a sociedade controlada por emoções, leis e "boa educação", não é algo belo como quando vemos os machos a lutar pelas fêmeas.
Uma mulher pode ser exigente com o tipo de homem que procura, e a sociedade não poderá dizer que é algo errado, imoral ou de pouca maturidade. Ela "tem o direito" de escolher quem quer ao lado dela. "Tem o direito" de exigir o tipo de homem. Com status social, se é rico já é uma goldigger, mas se for do tipo de homens que é cavalheiresco, que é um "achado", um "artefacto raro", que dá flores, faz surpresas, leva-a a jantar fora, é bom na cama, etc. Aquele tipo de homem que não se encontra sentado em casa e o tipo de homem que não comem quando saem à noite. O que elas exigem deles, é o macho-alpha que se encaixe de forma quase perfeita nas ideologias, gostos e prazeres que elas têm, que elas querem continuar a ter, ou que não querem abdicar.

As mulheres, pela "lei" da sociedade, têm direito a serem e fazerem esse tipo de exigências.
MAS um homem não tem esse direito. Caso o faça; caso tome essa decisão, é considerado machista, sexista, porco e interesseiro.
O homem não tem poder de escolha, porque é automaticamente visto como um monstro que só veio ao mundo para usar e abusar das mulheres. Os homens "são todos iguais".
Mas a realidade, é que o homem tem tanto direito como a mulher. Não vale a pena desculpar ou dar a solução de que: Se os homens não quisessem só sexo, não haveria mulheres traídas por parvalhões. No entanto, os engatatões e as mulheres que são engatadas ou saem à noite para o engate, já passaram por muito homem e muita mulher (respectivamente), para perceber que o bom é foder. Quando for para assentar, minha gente, esses vão acalmar-se e tornar-se-ão mais selectivos.
Essas pessoas, que querem sexo, também selecionam os seus alvos, e não há mal nenhum nisso. Foder é uma dança de acasalamento. Nenhuma gaja ou gajo, sem estarem bêbados, aceitariam que qualquer rapaz ou rapariga se atirassem a eles. É preciso que essa pessoa seja bonita, divertida, interessante e que tinha algo diferente para lhes mostrar, algo que seja capaz de lhes chamar a atenção que outra pessoa já não o tenha feito.
Mas se o homem é exigente e selectivo, se rejeita, ele torna-se novamente o mau da fita.

Este pensamento feminista, oprime o homem de encontrar a parceira que ELE quer, com todo o direito que elas têm no dia-a-dia. Não é errado escolher. Não é errado preferir uma a outra, é a lei da natureza. É por isso que os lobos não engravidam todas as lobas. Eles procuram as que melhor se ligam e se dão com ele.
E vamos aproveitar para por os pontos nos is:
Os homens querem uma mulher, em primeiro lugar e acima de tudo para foder! Ponto final!
Tudo o resto: conversar, aprender, conhecer, viver, chorar, amar, partilhar, sair para jantar, ver um filme, ouvir música, debater, construir, desenvolver, rir e sorrir, vem depois. E acreditem meninas; se vocês não demonstram interesse na cama, não tarde ele procura alguém que o tenha! E se não demonstram interesse em estar ao lado dele ou com ele, rapidamente voz achará uma seca.

Uma das coisas que se tem notado, é do simples facto de que raparigas que preferiram continuar a estudar e a viverem com uma ou duas pessoas no espaço dos 4/5 anos em que tiraram a licenciatura, têm uma maior dificuldade em apareceram no mercado como maduras, como adultas, com personalidade, com resiliência e força psicológica suficiente para se sentirem confiantes e vivas perante um macho.
Para este tipo de raparigas, a exigência é muito grande. Se não dá à primeira conversa não perco o meu tempo. Estão num patamar tão alto, porque já têm namorado ou acabaram recentemente com um, que para voltar a descer terão de fazer duas coisas:

  1. Descer do seu pedestal, aceitar que está solteira e que o mundo não vai acabar.
  2. Não descer de todo e procurar incessantemente, exigindo, um homem melhor do que aquele que ela deixou ou que a deixou.
Por causa deste tipo de situações, os homens bons, são vistos por este tipo de mulheres, como "fracos", "pouco desenvolvidos". E até mesmo perante mulheres que têm experiência, muitos namoros e desgostos, isto irá acontecer. Mas aquilo que separa estes dois tipos de mulher, é precisamente a experiência. Enquanto uma não a tem e exige no homem para que seja Assado e Cozido, a mulher experiente dará uma oportunidade emocional e intelectual à cara metade. O que acontece nesta ultima situação, é uma abertura de si para com o rapaz, na esperança de este se sentir confortável e confiante com ela.



O que aprendi com raparigas/namoradas exigentes?
O que aprendi ao ser exigente com elas?

Falarei então da minha perspectiva:
Ela gosta de mim, ama-me, mas evita estar comigo em público. Há sexo, há beijos, há abraços, mas se eu fico excitado, com um simples beijo, para ela é sinal de "querer só sexo". Se ela não aceita que veja pornografia ou outra coisa qualquer, porque diz sentir-se traída, demonstra falta de confiança em mim, de respeito pelo que gosto, e de maturidade da parte dela. Os ciúmes interferem ao ponto de me "proibir" de ver até mulheres na televisão ou na internet.
O que aprendi? -- Que uma rapariga que não têm consciência de que são dois indivíduos, que ambos têm os seus gostos, e de que da parte dela não existe maturidade suficiente para confiar na cara metade ou que os ciúmes exagerados minam uma relação.
O que ela exigia? -- Que não olhasse para outra raparigas, que não me masturbasse a ver sexo, que fosse mais homem, que fosse mais responsável. (Numa altura em que eu ainda me estava a descobrir)

Ela demonstra gostar, mas não beija, não abraça, não vem ter comigo, não me abraça quando me vê, usa sempre a mala em cima das pernas quando vamos de carro ou estamos no cinema e não posso passar-lhe a mão na perna. Não se sente confortável em experimentar ou em fazer caricias e algo mais físico, como preliminares antes do sexo. Virgem e tem medo: recusa-se a fazer o que quer que seja! As conversas dela, quando sai de casa para "viver" é uma panóplia de situações depressivas que passa em casa.
O que aprendi? -- Existem momentos para conversas tristes e problemáticas. Se ela não dá sexo, se não tem vontade em descobrir, se não abraça, não beija nem existem momentos que poderia haver troca de carinho e amor da parte dela, então a situação em que me encontro não é uma relação, mas uma amizade.
O que ela exigia? -- Que aceita-se que ela era tímida, que tinha medo em fazer ou experimentar algo perto do sexo. Que não estava habituada a beijos e abraços. Que a mãe lhe ficasse com o ordenado e o usasse para fazer as compras para a casa.

Ela gosta de mim, mas precisa que lhe faça perguntas para saber como está, o que pensa e o que sente. Combina-se várias vezes para nos encontrarmos e diz ficar indisposta. Faz um "esforço" para ir ter comigo porque lhe peço muito e a única coisa que quer é ir para casa. No sexo, faz por fazer o "jeito", não parece ter grande vontade.
O que aprendi? -- Se não vai ter contigo por vontade, se não está contigo com vontade. Se não há nada para dizer, se não quer dizer nada. Se não quer caminhar em frente ao invés de ficar parada a "sofrer", se no sexo, quando faz é um pouco por "também tenho de dar porque ele deu", de mãos para baixo, sem demonstrar desejo, demonstra falta de confiança em si. Não é algo de mau ou de errado. Mas uma rapariga com 25 anos, já devia ter maturidade o suficiente para se sentir mulher. Julgo apenas o que conheci e não sou ninguém para acusar do que quer que seja, ainda que este pedaço de texto possa ser hipocrisia minha. Mas se não demonstrou vontade em estar, a não ser quando estávamos sozinhos. E quando estávamos sozinhos, não parecia envolvida o suficiente no acto, estaríamos a perder tempo um com o outro. Não é que não gostasse de sexo, mas eu, gosto de saber que a outra pessoa também gosta em dar. Não era pessoa de olhar para o céu, de conversar, de falar sexo a menos que tivesse vontade de fazer.
O que ela exigia? -- Que não fizesse piadas sexuais/picantes. Que não falasse tanto. Que não estivéssemos em público porque sentia-se observada. (É preciso aprender a controlar esses medos, caso contrário um dia seremos dominados por eles.)

Conhecia por facebook, amiga de uma amiga da minha mãe. Estudante, recentemente separada de uma relação de 4 anos.
O que aprendi? -- Apesar da idade já bater quase nos 30, a mentalidade era ainda miúda de 16/18 anos. Muito incomodada com a frase "Uma rapaz não deixa cona para ficar sozinha". Não tinha nada de adulta. Estava ainda amargurada, apesar de ter sido ele a acabar com ela e lhe dizer que já não sentia nada. Não era interessante para conversar, e bastou perceber isso por ser muito negativista com ela própria ou não falar de todo, ou sequer fazer perguntas.
O que ela exigia? -- Que não fizesse tantas perguntas, que não "julga-se" o ex-namorado, que não fosse frontal.

O que aprendi com elas?

Aprendi que a higiene é muito importante. Assim como falar sobre sexo, ter uma relação aberta e sincera. Gostar de sexo e de dar prazer. Gostar de abraços, beijos e de caricias. É importante que cada um dê ao outro sem pedir ou pensar na troca de favores. Cada um caminhar metade do caminho para se encontrarem e mais importante, conversarem e exporem sem medos.
Se elas não dão o mínimo em termos emocionais e não são maduras, com uma personalidade e opinião própria, demonstra uma falácia para com uma relação entre duas pessoas. A curto-médio prazo, não mudaram, não cresceram, não aprenderam nem ensinaram nada de novo. Estão paradas no tempo e ainda a descobrirem-se.

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A objetificação do homem, perante mulheres exigentes, é como um combate de box no qual tentam acompanhar a namorada para tentar perceber como e o que querem realmente da relação ou deles próprios. Neste tipo de relação só há um lado que ganha e que permanece satisfeito, chegando ao fim da relação como se tivesse sido, ela própria traída. O homem tenta dar, mas acaba por dar muito, se não mesmo tudo, e perde o que nunca teve.
Da minha perspectiva, um mulher que não avança, deve ser informada e até mesmo avisada se for necessário, de que as coisas não estão a funcionar.
Porém, quando as coisas se sentem que não estão a funcionar, que não existe nada que os une, que os mantenha juntos, que não há nada para partilhar, que não existe desejo ou vontade, não há razão para continuar a enganar duas pessoas. Vocês e elas/eles.

Elas podem exigir, e os homens também. Poderá não ser saudável para quem leva o "não", ou o fim da relação na cara, mas é importante para fazer crescer as pessoas. Para as fazer amadurecer e as fazer perceber que tipo de homem ou de qualidades e defeitos querem, toleram e aceitam ao seu lado.

A objetificação da Mulher e do Homem na sociedade e em contexto de Violência Doméstica... [8]

quinta-feira, 7 de julho de 2016

Porque um dia havemos de lá chegar...


[Guerrier Nanite - Pinterest]

Diz-me, humano, porque tentas ser Deus? O que faz de vocês seres tão magnificos que se acham capazes de derrotar espécies que viajam através do espaço-tempo? Que tecnologias têm desenvolvidas que nos possam assustar? Que conhecimentos podem partilhar connosco que já não tenhamos descoberto? Que histórias nos podem contar que noz faça apreciar a vossa luta natural e animal naquilo que é a evolução do vosso cérebro? Que elos perdidos encontraram que nos liguem? Sentem-se dignos? Sentem-se grandes? Sentem-se ousados?
Não há nada em vós, que já não tenhamos tido, que não tenhamos feito, que não tenhamos conquistado ou descoberto. Comparo-vos a formigas, que desconhecem os continentes, os oceanos e o céu na sua magnitude.
Chegaram aos limites do Sistema Solar e julgam ter conquistado a galáxia e os seus segredos. Porque se fazem reis do nada? Porque lutam entre vós? Porque destroem o único planeta onde vivem? Têm energia pura e continuam a poluir os pulmões dos vossos filhos? A destruir a natureza que vos formou e acolheu? Que instintos correm nas vossas veias tão evoluídas, Senhores do nada? Que venenos vociferam em segredo contra vós próprios? O que ganham da escravidão da mente?

Descobriram o globo e delinearam as fronteiras dos grãos de areia, numa tentativa de conquistar e governar um ponto azul no oceano de estrelas e cometas. Não são nada, mas julgam-se tão grandes, tão poderosos. Quando vão compreender que tudo o que irá restar da vossa existência é uma simples sombra na areia.

terça-feira, 5 de abril de 2016

A objetificação da Mulher e do Homem na sociedade e em contexto de Violência Doméstica... [6]

A objetificação do Homem
Através dos vários meios de comunicação social - Parte 2




Seguindo as ideias já partilhadas aqui, a objetificação do homem, repito-o de novo, é talvez mais forte que nas mulheres.
Para os homens, o machismo que existe no mundo não pertence a nenhuma cultura ou sociedade, mas a cada homem. Pertence e nasce consigo. Acompanha-o para toda a vida. Quer isto dizer que a violência surge no homem e morre com ele, quando opta pela via política.
No entanto... Apesar de as mulheres olharem-se de alto abaixo, de cobiçaram e invejarem ou denegrirem o aspecto de outra mulher, só porque se sentem atacadas ou oprimidas por não serem mais bonitas, mais provocadores, ou por serem precisamente isso, são agressivas através da sua comunicação física e micro-facial. As mulheres não vêm isso, mas os homens vêm. E é por essa mesma razão, que os homens detectam e comunicam entre si sem precisarem de falar. Basta estarem ao lado uns dos outros na fila do supermercado, quer seja para comprar fiambre, carne ou pão. Os homens -- quer as mulheres acreditem quer não -- irão sempre ver os outros machos como intrusos, como adversários, quer seja por serem mais altos, mais fortes, mais bonitos, mais bem vestidos, mais sensuais, com melhor olhar ou forma de abordar as raparigas.
Os homens estão em constante batalha uns com os outros. É um facto; e negar, seria errado!




Renato Gonzaga: "acho dificil ficarem escolhendo resgatados num incendio, cara...ta tudo fudido pegando fogo, os caras salvam oq aparecem..nao tem dessa de crianças e mulheres..um bombeiro nao vai passar por vc e te deixar pra trás enquanto procura mulheres..
Esses videos sao toscos demais....ela manda alguns numeros de violencia e coisa e talz..mas quem eh o principal causador de violencia? Eu ja fui assaltado uma pa de vezes e colocaram uma arma na minha cara mais de uma vez..e nenhuma delas foi feito por uma mulher.
Homens morrem mais pq sao mais relapsos com a propria saude, vide exames de prevenção ao cancer de prostada que o cara reluta em fazer pq nao quer passar pelo constrangimento.
A prioridade no titanic provavelmente era pra quem tem dinheiro.
Alistamento obrigatorio é uma lei criada por homens...pq ao inves de querem que as minas se alistem os caras nao lutam pra q o proprio alistamento nao seja obrigatorio?
Mulheres nao fazem trampo pesado pq sao tidas como incapazes pelos proprios homens.
Essas minas desses videos so querem fazer aquela media com a rapaziada..mas eh mto papo raso furado.
[Facebook] Porque precisamos do Machismo

Os homens, são vistos como inferiores em várias publicidades. São apresentados ao público como Maridos burros, trabalhadores ignorantes, incapazes, pais sem qualidades, com dificuldades e sem capacidade para educar ou entreter uma criança ou fazer um bom trabalho.

"I think it’s probably even more damaging the way men are stereotypically portrayed in commercials. How often do we have to put up with the stereotypes of the “smart wife–dumb husband,” or “smart kid–dumb dad,” or even “smart female employee–dumb male employees” to sell various products? Boyfriends are almost always portrayed as stupid and childish. Guys hanging out together are portrayed as juvenile, immature, and usually bumbling morons. Given the alternatives, I’d rather be given the option to use objectification for power than to be dismissed constantly as meaningless, ineffective, and just plain stupid." -- Jon 
Em: Let’s Reverse The Gender Roles In Ads Which Objectify Women & See The Effect…

Mas os homens também sofrem na própria sociedade que eles governam. São obrigados, em alguns países, a ir á tropa e nenhum deles se opôs a esse "lei". São obrigados a sair e a fugir em último de locais perigosos, pura e simplesmente para dar passagem às mulheres e crianças, para além de idosos, que já não ficariam cá a fazer nada. São obrigados a pagar ajudas de custos à mãe do seu filho, só porque estão divorciados ou porque a rapariga se quis "separar".
Como já repeti anteriormente, neste tema de objectificação, o homem é obrigado a ir para as trincheiras, caso uma guerra ocorra. Onde é que as mulheres se enquadram? Em casa, à espera. Porque os homens irão ser obrigados a serem fortes, a criarem músculo e a lutarem selvagem e heroicamente pelo seu país, pelos seus antepassados e futuras esposas. O papel do homem sempre foi o de governar. Seja uma ou várias cabeças.

Por consequência da entrada ilegal de imigrantes e "refugiados", os países europeus começaram a notar que grande parte das pessoas que atravessavam as suas fronteiras, ou que entravam nos seus países, eram jovens fortes, bem vestidos, sorridentes, que fugiam a uma guerra civil. O seu objectivo é simples: Constituir família nos países mais ricos da europa.
O único problema nesta fotografia, é de que estes jovens, capazes de lutar, preferem que sejam outros a fazê-lo por si. Não são machos Alpha no seu país, mas serão-no com as fêmeas destes países agora em invasão.
Os Leões, quando descobrem que uma das fêmeas teve crias de um outro leão que não é alpha, matará sem dá, essas mesmas crias, apesar da mãe das mesmas fazer tudo ao seu alcance para que tal não aconteça. Os homens reagem quase da mesma maneira, quando descobrem que a sua mulher teve relações com outro homem. Não é pelo facto de ela ter relações extraconjugais, mas sim por na cabeça do homem, esse acto de infidelidade ser visto como: "Deixei de ser o macho alpha dela. Terei de lutar de novo pelo mu lugar na alcateia em que vivo. Pois se não o fizer, serei visto como só mais um macho sem qualquer controlo pela fêmea que deveria ser só minha." -- Algo mais ou menos nesta linha de pensamento.
Os homens tentarão mais vezes, e de várias maneiras, fazer parte de um grupo, do que as mulheres, pois os homens precisam de união quando os momentos assim o exigem.
Alguma vez viram um grupo de mulheres correr contra polícias ou outros manifestantes, ou grupos políticos/religiosos? Não! Existe uma razão: Os homens tornam-se mais fortes e mais corajosos quando estão em grupo e quando defendem as mesmas ideias, com amigos que apoiam as suas ideologias. As mulheres recuam, ficando atrás dos homens.

Muitos são os videos, no YouTube, de casais que são espancados, e o homem é geralmente o único que leva mais porrada de 2,3,4,5,6 delinquentes, enquanto que a mulher é capaz de levar só umas chapadas ou uns murros. MAS, não é por o namorado se tornar o alvo de outros machos, que foge. Ele fica e protege a namorada, por muito mal que possa ficar do confronto.

Boyfriend defends girlfriend in park

Outra das coisas que acontece no mundo dos homens, é que os homens, quando lutam, andam numa escaramuça de pode demorar alguns minutos, muito intensos, e depois separam-se. Atenção!!!! Tal só acontece, se não estiverem a lutar pela própria vida. Caso seja esse o caso, o homem que está em perigo, irá lutar e dar tudo o que tem para matar ou conseguir controlar o adversário.
Quando se separam, recuperam o fôlego, e verificam se ambos continuam com vontade de lutar, com vontade de subir a machos Alpha. Nenhum homem inteligente continuaria a lutar, e a gastar as suas energias, a menos que se sinta ameaçada, gozado ou ridicularizado. Os machos, sejam em que ambiente for, e que animal for, lutará sempre pela sua masculinidade.
Depois de descansaram uns segundos, voltam à carga, tentam sempre submeter o outro à derrota de si, para que saia de rabo entre as pernas e reconheça a superioridade de quem o derrotou.

[Be strong to stand alone - Pinterest]

Os machos, mesmo na nossa sociedade, testam-no constantemente no seu grupo. Tentam subir sempre um bocadinho na hierarquia, seja através de piadas, de maior esforço, de melhor laços de amizade, de companheirismo para derrotar um colega, etc.

Alpha Male - National Geographic Study
Russian Gopniks Shop and Fight

No caso das mulheres, e essa é uma diferença abismal, é a de que quando começam à luta, a primeira coisa que atacam é a cara e o cabelo da adversária. Ao contrário dos homens, que querem controlar e subjugar o outro macho através da força, a Fêmea quer simplesmente destruir a beleza, neste caso a cara e o cabelo, da vítima, para que nenhum homem a ache bonita. É também por essa razão, que quando um grupo de mulheres ataca uma mulher, regra geral é sempre deixada nua, com cabelo cortado, espezinhada, pontapeada e socada até deitar sangue por todos os orifícios.
Uma das coisas que diferencia também a luta entre homens e mulheres, é que -- e apenas se o caso não for de vida ou de morte, mas de vingança ou de medir forças --, os machos param a agressão quando vêem que é demasiado ou que o alvo dá todas as indicações, verbais ou físicas de tal. Face que as mulheres, se agarram imediatamente pelos cabelos e NUNCA mais se soltam, a não ser que alguém as separe.


Os homens, são 99% dos casos, aqueles de criam as lutas e que as mantém. São também 99% dos homens que defendem as suas fêmeas. Está no seu código genético, e não o fazer, seria como renunciarem a sua masculinidade, como tem vindo a acontecer cada vez mais desde a chegada dos "metrosexuais". É por essa mesma razão, que os Russos, sem qualquer influencia externa, e sem capacidade de serem Americanizados no seu todo (culturalmente), continuam a ser um dos países mais violentos. Em que a luta é ainda vista, tal qual como em Inglaterra entre Hooligans, como coisa de macho, de homem, de Alphas.

No video, acima, é fácil de perceber que ambos estão a lutar pela mesma rapariga. O que significa que os dois irão tentar tornar-se no macho Alpha e conquistar a fêmea "submissa".
No minuto "0:41", em que o rapaz moreno chama uma possível amiga, ele tenta demonstrar que ele tem atrás de si, fêmeas com fidelidade. Fêmeas interessadas na sua amizade, e isso desencadeia na rapariga principal, um conjunto de reacções, elas mesmas, de disputa e estudo dos dois machos à sua frente. É o momento em que ela percebe, que se quiser o moreno, que já tem fêmeas à sua volta, terá de lutar. E lutar é um bom partido pois significa que o macho rodeado de fêmeas amistosas, é um bom partido. O rapaz loiro, percebendo a sua desvantagem de conquistas femininas, sente-se ameaçado, e só volta a "atacar", quando o ambiente estiver mais favorável e com apenas a fêmea principal, sozinha, sem distrações de outras fêmeas.
O que desencadeia a "luta" de argumentos entre os dois, é o toque entre os tacos de snooker, que acontece aos "2:12". Esse toque, significa que o rapaz nº1, está claramente a tentar mostrar-se superior, o que para qualquer macho é um sinal de desafio à sua presença e posicionamento na hierarquia. Por consequência dessa pequena briga, a fêmea reage instintivamente, sem se meter entre os dois. O sorriso e expressão facial -- movimento ligeiro de sobrancelhas -- que surge na sua cara ao minuto "2:14", diz tudo o que ela sente por dentro: "Quero ver quem vai lutar por mim. Quero saber como se vão defender, resolver a situação e sair vencedor." Até mesmo a maneira como ela se posiciona na mesa, ou de como se afasta para ver como as coisas evolvem, demonstra que apesar de ser fêmea, nenhum dos dois rapazes lhe ir bater, de poder vestir e dizer o que lhe apetecer, ela reconhece a sua "inferioridade", reconhece o seu local perante dois machos que se testam e preparam numa possível luta. A fêmea já tinha escolhido, logo do inicio, o seu macho Alpha, mas precisava de saber como é que ele próprio defenderia a sua integridade e o seu espaço pessoal.

Contudo, toda esta situação de não-agressividade, demonstra que a forma como nos damos uns com os outros, como lidamos em sociedade e em grupos, chega a ser contraditório em relação ao que já escrevi anteriormente. Os Humanos, reagem a uma situação de liderança de duas formas completamente diferentes e opostos.

  1. Através de violência.
  2. Através do diálogo.

Body Language - Indicators of Interest (IOIs)

Todas estas situações, existem no mundo dos homens. Óbvio, e mais do que óbvio, existiram excepções, mas são uma minoria muito baixa.
Existe um micro-mundo em volta de todos os homens, incluindo mulheres; E apesar de serem as mulheres as que mais se cobiçam e invejam, tanto na rua como com amigas, os homens -- caso assim se sintam dispostos a subir no ranking -- irão estudar-se uns aos outros, tentar fortalecer laços de amizade ou estudar essas mesmas amizades. Para o homem, mesmo que os próprios não percebam nem vejam isso, tudo é um jogo de posicionamento e reposicionamento, no grupo de amigos e na comunidade.

É também essa outra das razões pela qual os homens medem os pintelhos ou os pénis no duche quando são novos. Ou os músculos quando são mais velhos. Ou a inteligência e o charme. O odor e o status social. Os machos encontram-se biológicamente preparados para tentar dominar. A pornografia e o sexo são também uma das áreas em que os homens são extremamente objectificados.
Caso não aguentem mais de X minutos, são fracos. Caso não tenham um pénis com mais de Y centímetros, já não prestam, nem para foder e nem se podem considerar homens. Se não sabem satisfazer uma mulher na cama e dar-lhe um orgasmo, não valem nada na cama e são incompetentes. É precisamente por isso, que grande parte dos homens se preocupa com a mulher no momento do sexo. É por isso que se preocupam se teve ou não um orgasmo, se gostou ou não gostou. E não, não falo daqueles que só querem comer e deitar fora.
Incluindo também no tema da pornografia e do sexo, se um homem não deita uma quantidade de sémen grande, com força e com jactos de esperma, como fazia o famoso Peter North, a sua masculinidade pode estar por um fio, pois todos os homens sabem o quão importante é ter o aparelho a funcionar, e de preferência com força e capacidade suficiente para engravidar uma fêmea. Quanto mais esperma e mais força, mais longe chega ao canal do útero e maior probabilidade tem de ser ele a engravidar e não outro macho qualquer.

Se um homem não tem vontade ou capacidade, não presta, tem de tomar viagra. Se uma mulher não tem vontade, ou não consegue ter prazer, a culpa é do homem porque não sabe entusiasmar e estimular a mulher. O homem perde sempre das duas maneiras.

E independentemente de as meninas e as mulheres dizerem que não caiem mortas no chão por homens de músculos, ou seja: que preferem homens normais a homens de músculos, enganam-se a elas próprias, pois o mais natural é a mulher querer ser protegida por um macho com força física, do que por um paneleirote que evita confusões. Dependendo da situação, obviamente.

domingo, 3 de abril de 2016

O que nos separa?

[Cave Painting- Pinterest]


Como poderia eu viver se os meus antepassados não tivessem morrido?

De onde venho, a morte não existe na vida, pois vivemo-la por completo. Não existe medo da escuridão pois sabemos ilumina-la.
Se te aproximares de um buraco negro, o momento em que olhares para trás, irás testemunhar a explosão do Sol, a Terra evaporar-se e o universo escurecer. Sobreviverás tempo suficiente para ver a implosão de tudo o que existe, de tudo o que vês. O universo deixará de existir, e resta-te observar.
Queres saber o que é ser de outro planeta? Queres saber como é viver no meu? Observa a tua história. Se achas que somos assim tão diferentes, devias estudar melhor. Aquilo que nos separa nos genes, liga-nos na historia violenta pela sobrevivência. A nossa origem "animal", faz de nós primos, pois no universo nada se perde, tudo se transforma.
Tu sabes o que é escrever, contar, reconhecer estrelas no céu e cozinhar. Agradece aos teus antepassados pelas suas conquistas e experiências. Neste dia de grande feito cientifico para ambas as espécies, partilhamos a cultura evoluída e aperfeiçoada daquilo que os nossos deixaram para trás. Ou neste caso, para a frente. Mas é o futuro capaz de existir sem um passado? E o passado existir sem se viver o presente? As horas passam, porque a consciência, obrigada pelas condições atómicas do movimento perpétuo, assim dita a vontade de permanecer vivo, em movimento.
Se perguntares qual a linguagem com o qual nos poderemos comunicar, dirte-ei sem gaguejar ou muito pensar, que é a Matemática; A linguagem analítica e harmoniosa da natureza das coisas. Mas se realmente quisermos comunicar a nível emocional e físico, bastará dançar, criar uma melodia e desenhar. A verdadeira linguagem que permitirá a nossa comunicação, será precisamente a criatividade. Será a partir dessa experiência, que iremos comunicar tudo o resto. Inclusive manobras sociais de amizade e talvez até formas mais sensuais de chegar ao sexo. A partilha de experiências, felicidade, amizade e amor.

Queres saber o que é ser de outro planeta?
Diz-me então o que é ser.

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Somos a criatura que melhor combate o tédio...

[Gardening - Bibury, England August]

O homem vive única e exclusivamente para satisfazer o tédio de viver. Não há nada de relevante em se ser vivo e em estar vivo. Sobreviver é por si só a necessidade de não sucumbir ao tédio. Tanto a caça como a fuga são as raízes que sustentam a árvore da nossa consciência que não quer estar aborrecida e parada. A consciência dá então origem ao interesse pelo que nos rodeia, às perguntas sem resposta. Uma consciência, a nossa, que transcende a capacidade de pensar dos animais de forma abstracta. E mesmo que lhes seja ensinado, aos animais, os números e as cores, em nada isso muda a sua vida enfadonha; Torna até pior, pois agora os animais "educados" fazem ainda mais perguntas, pois compreendem ligeiramente melhor o que vêm e talvez até o que sentem.
Provando assim que o ser humano, tal como os animais, não têm qualquer tipo de plano divino ou astral nesta vida, neste planeta ou neste universo.
O tédio evoluiu-nos e continua a fazer-nos evoluir, pois é nos momentos mais parados da nossa vida, como a ida à casa de banho ou durante o sono, que o cérebro tem tempo e processamento suficientemente reduzido para trabalhar ideias, conversas, imagens, sons e cheiros com mais atenção e pormenor.
"Comecemos pelo principio. No principio, havia um Paraíso, onde o homem vivia sozinho. Havia apenas um único inconveniente, comum a todos os paraísos terrestres, celestes e subterrâneos: Adão aborrecia-se de morte, desfiando lamentos ao bom Deus. Um dia, estava ele a dormitar, foi-lhe retirado um osso excedentário, do qual se fez uma mulher para seu prazer, distração e companhia. Porém, a felicidade não durou muito tempo."
A Génese Natural: Sobre a situação singular dos machos na humanidade - Asger Jorn [pág. 35]

"Que a vida humana deve ser algum tipo de erro está suficientemente provado pela simples observação de que o homem é um conjunto de necessidades que dificilmente são satisfeitas; que a sua satisfação nada consegue a não ser uma situação indolor em que apenas cede ao tédio; e que o tédio é uma prova directa de que a existência em si mesma não tem valor, pois o tédio mais não é que a sensação do vazio da existência. Porque se a vida, por cujo desejo consiste a nossa essência e existência, possuísse em si um valor positivo e um conteúdo real, não existiria o tédio: a mera existência encher-nos-ia e satisfazer-nos-ia. Da forma como as coisas são, não temos prazer na existência a não ser quando estamos a lutar por alguma coisa.
Sobre o Sofrimento do Mundo - Schopenhauer [pág. 25 .5]

Inclui-se neste pensamento, de uma perspectiva macro planetária, pode-se ver que o mundo não é movido apenas pelo dinheiro mas pelo tédio de ideias milionárias ou de soluções. O dinheiro é apenas aquilo que surge no fim da produção, é o que mantém o cérebro activo, sempre apontado para um objectivo e não para um prado verde sem tarefas ou obrigações que rapidamente nos levariam à loucura e ao tédio.
Cada um de nós tem a sua personalidade, desenvolvida pelas suas experiências, sempre diferente, mesmo que ligeiramente, de cada um dos indivíduos da nossa familia mais próxima (pai, mãe, irmãos, etc), mas como familia temos uma personalidade que também partilhamos. Temos ideias que desenvolvemos e esmiuçamos em conversas à hora do almoço/jantar ou no carro em viagem. Mas, na nossa rua também existem outras familias, e se nos dermos bem com os vizinhos, começaremos a notar que partilhamos opiniões similares, talvez um pouco diferentes da rua vizinha. A nossa rua partilha uma aldeia com outras ruas, ou uma vila, ou até uma cidade, e como aldeia, vila ou cidade, haverão ideias e opiniões que partilhemos, apesar de todos nós termos localizações geográficas e meio-ambiente familiar diferente, com histórias diferentes.
É então que entram as juntas de freguesia, os concelhos e os distritos, que englobam um conjunto maior de pessoas, de ideias e opiniões (obviamente), englobando tudo isso num só país, que também ele se engloba num conjunto de estados da União Europeia.
Cada individuo trabalha para combater o tédio; Assim como cada familia, cada rua, cada aldeia, cada vila e cidade, cada distrito e país.

"Existem muito mais cultura humanas do que raças humanas, uma vez que umas se contam por milhares e outras por unidades: duas culturas elaboradas por homens pertencentes à mesma raça podem diferir tanto ou mais que duas culturas de grupos radicalmente afastados."
Raça e história - Claude Lévi-Strauss [pág. 7]


Nós somos o resultado do combate ao tédio. Nós somos o produto de uma evolução que nos provocou o crescimento cerebral, de perguntas sem resposta e de provas sem fundamentos (como o fogo queima? Como a água engelha os dedos? Como os pêlos crescem?).
O tédio desenvolve, a menos que a necessidade de sair desse estado seja menor do que a vontade de fazer alguma coisa.

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O sofrimento do mundo...

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

A objetificação da Mulher e do Homem na sociedade e em contexto de Violência Doméstica... [5]

Sim, é verdade, os rapazes/homens do hoje não valem um caralho!!! E eu sei que sou homem mas acredito que existam rapazes e homens capazes de serem cavalheiros, maduros e responsáveis que "nunca" se tornaram autênticos cães com cio ou com a mesma falta de respeito e maturidade que tanto se vê hoje em dia. Os rapazes do hoje, são burros, são ignorantes, são acéfalos. Andam na universidade, têm cursos e cargos, empregos e vencimentos, descontos e "obrigações", mas capazes de construir frases ou desenvolver uma conversa que realmente tenha algum interesse educativo, que seja algo maduro ou que não seja directamente influenciado apenas pelo que viram nos 4 canais de televisão ou leram nos jornais de futebol ou, caso aconteça: no "Público" e "Correio da Manhã"; tornam-se incapazes de o fazer. Têm tudo mas não são verdadeiramente nada. Porque "acesso a informação não é o mesmo que ter cultura geral".
Esta crítica, forte e ríspida, que coloca 99% dos rapazes e "homens" do hoje todos dentro mesmo saco, não é à toa.
Aqueles que não virem a "Casa dos Segredos", o "Achas que sabes dançar", "Portugal tem talento" ou o "Factor X", acabam por enveredar no ramo da política, ou no discurso de palavras "caras" numa tentativa de demonstrarem a sua superioridade intelectual; que é muito baixa para ser sincero.

Mas vêm então os moralistas da internet, armados em pseudo-intelectuais, armados em galifãs por andarem na universidade, pertencerem a grupos de praxes. E até mesmo aqueles que são contra Racistas. Os chamados Anti-Brancos, que vêm com palavras em inglês explicarem que o novo movimento Pro-White é uma maneira mais ligeira de se ser racista. -- Violência, gera...

Não admira por tanto, que a mulher do hoje -- sim a mulher, porque as raparigas (pitas) ainda andam a medir o tamanho dos peitos e a contar os pintelhos -- veja os homens de forma tão atrasada ou aparvalhada, trapalhona e irresponsável. É mais do que natural que as mulheres tendam em se tornar, em parte, precisamente naquilo que uma rapariga descreve em "A INCRÍVEL GERAÇÃO DE MULHERES QUE FOI CRIADA PARA SER TUDO O QUE UM HOMEM NÃO QUER".

"Somos a geração que foi criada para ganhar o mundo. Incentivadas a estudar, trabalhar, viajar e, acima de tudo, construir a nossa independência. Os poucos bolos que fiz na vida nunca fizeram os olhos da minha mãe brilhar como as provas com notas 10. Os dias em que me arrumei de forma impecável para sair nunca estamparam no rosto do meu pai um sorriso orgulhoso como o que ele deu quando entrei no mestrado. Quando resolvi fazer um breve curso de noções de gastronomia meus pais acharam bacana. Mas quando resolvi fazer um breve curso de língua e civilização francesa na Sorbonne eles inflaram o peito como pombos." -- A incrível geração de mulheres que foi criada para ser tudo o que o homem não quer
As raparigas esquecem-se também de uma coisa: As máquinas de lavar a roupa, os ferros de engomar, e as máquinas de secar, têm-lhes poupado muito esforço e tempo. É-lhes agora possível terem tempo para a série de TV, facebook, etc.

Contudo, surge um problema com esta nova maneira de se ser mulher nos dias de hoje: Tornam-se mulheres instáveis, não a nível psicológico, mas a nível de compromissos com um parceiro. Se uma mulher não precisa de um homem, nem depende dele em nada, a não ser para ter filhos, -- excepto se escolherem dadores de esperma ou adopção -- então porque haverá o homem de se sentir confortável e confiante se ela se pode fartar ou decidir facilmente o trocar por outro que é melhor nisto, ou mais bonito, ou mais rico, ou mais cheiroso? Significa que a mulher do hoje não está para se comprometer definitivamente; É interesseira, egoísta, egocêntrica e manipuladora. Não quer ser "controlada" a nível de decisões, e caso não partilhem a mesma opinião sobre a cor dos cortinados ou quem faz isto ou aquilo, muito facilmente se criará uma desculpa para acabar com ele e encontrar outro mais facilmente manipulável.
As mulheres, verdade seja dita, e digo isto tendo em conta que uma parte não é assim, não se querem sacrificar por ninguém, principalmente pelo "namorado"/marido. É suposto, presumo eu, existir um meio termo, uma partilha de interesses, uma relação desejada, em que um dos principais objectivos é crescerem, aprenderem, amadurecerem e entranharem-se juntos. É um "jogo" que assenta, não na troca de "favores", mas na troca de experiências, compreensão e aceitação.
As mulheres não querem depender de ninguém, nem serem controladas, querem ser amadas sem precisar de amar. Querem ser acarinhadas sem terem de acarinhar. Querem ser ouvidas sem precisarem de ouvir. Querem satisfazer as suas necessidades sexuais, sem serem obrigadas a "foder". E isso não é algo lá muito bem visto pelos homens que querem assentar, levar as coisas de forma séria e duradoura, com compromissos e terem filhos juntos no futuro. Até porque muito fácil se divorciam e depois têm de andar a pagar todos os meses as ajudas de custo que a "mulher" tem com as crianças. E digo "crianças" porque muitas são as mães que por ai andam com eles ao colo ou na escola, divorciadas por decisão delas e a ganhar metade do ordenado do ex-marido, sem verdadeiramente amarem os filhos, mas sim o dinheiro que lhes paga as saídas à noite, o cabeleireiro e a depilação. Também acredito que parte dos homens com filhos e separados, são-no por se terem afastado das próprias mulheres logo no inicio da gravidez. No entanto, as mulheres acharem que todos os homens vão vacilar e fugir a sete pés a partir do dia em que engravidarem ou aparecerem com um bebé que não era suposto ter acontecido... vão ter de começar a escolher homens como namorados e não crianças ou irresponsáveis. Ter um bebé, não é apenas a escolha da mulher, é preciso também referir isso. O homem também tem direito à opinião e deve ser levada em conta. Ambas devem ser ouvidas e compreendidas. Contudo, existe muita rapariga disposta a passar por 9 meses de enjôos e mudanças de humor, só para poder sair de casa, atirar alguma coisa à cara dos pais, dos amigos, do namorado, etc. Há mulheres, que não pensam.
Hoje eles evitam casar, precisamente por causa desses problemas que as mulheres têm vindo a criar à volta dos pescoços de quem um dia as amou ou, saltou fora do penico. Como se elas hoje em dia fossem umas santas na rua, mas são umas valentes putas na cama depois de uma noitada de copos.

Se querem homens decentes, comportem-se e comuniquem sem mostrar as garras. A menos que estejam desesperadas e se encontrem num speed-dating, ou naqueles sites de encontros tipo "Badoo".
As mulheres pisam, e caso um homem tente mostrar uma opinião mais forte contra elas ou algum tipo de "namorisco", gritam que estão a ser vitimas de opressão, que estão a ser assediadas ou todos lhes querem saltar para cima. Como se elas não desejassem tanto sexo como o homem. Como se elas, ao longo da história, não fossem a personagem principal das historias de traições em que dormiam com muitos homens enquanto o namorado ou o marido não estava em casa.
Mas esta critica toda, tanto ao homem e à mulher porquê? Porque ambos têm a culpa. Os homens são atrasados e as mulheres querem mandar, fazer merda e não serem oprimidas ou responsáveis pelos seus actos. Era suposto crescerem/amadurecerem e não aparvalharem.

Existia, como todos sabemos, e ainda hoje em parte existe, uma imagem a seguir, um molde de mulher e de homem.
Hoje, os jovens que em poucos pares de anos se tornaram adultos ou jovens adultos (16-25), são despreocupados com a sua vida e o seu próprio futuro. Despreocupados em construir uma personalidade e em serem responsáveis, em serem civilizados e educados. Todos fodem com todos, todos se fodem uns aos outros, todos se comem e deitam fora, bebem até cair para o lado em coma alcoólico, fumam até desmaiar e drogam-se até não haver mais espaço para picar ou água no copo para engolir o comprimido. São "independentes", "livres", "felizes". Mas não sabem viver sem o telemóvel, o computador, a internet e a consola de jogos. O problema desta geração de jovens, consumista, objetificada e objetificadora, é acharem que alguém hoje em dia só é gente, só é importante ou merece uma hipótese de singrar na vida, se souber cantar e dançar bem. E quanto mais estúpido, ignorante e imaturo se for, melhor será para o seu currículo de "futura-celebridade".
Porque têm fotos com ângulos "fixes" e que invocam "fama". São jovens excessivamente despreocupados com a própria vida, com o seu próprio Eu. Acham que o mundo é um local horrível, que Portugal não vale uma merda, e que alguém vai corrigir as coisas por eles quando forem mais velhos, ou que os velhos é que têm a culpa de tudo isto.

Já não existem certezas nem seguranças. É uma epidemia psicológica, uma ideia vendida, comercializada e agonizantemente partilhada e enfiada goela a baixo em todos os jovens. "Vive a vida enquanto podes". Este jovens não querem conquistar a vida, não querem conquistar a sociedade de pessoas que os rodeia, querem conquistar a adrenalina. Querem acordar todos os dias com a ânsia de saltar de avião, de comer um rapaz atrás de um bloco de uma escola ou dentro de uma casa abandonada. Querem sentir-se livres e não pensar no amanhã, no futuro, no seu futuro e nas consequências. Querem viver e respirar, curtir até não poderem mais.
Ainda assim as mulheres, que amadurecem sempre mais cedo que os homens, têm vindo a tornar-se precisamente naquilo que os homens nunca esperaram: demasiado independentes, demasiado ofendidas.

Mulheres altas tornam-se chefes de empresas ou ocupam altos cargos dentro das mesmas. Tal como existe nos homens o macho Alpha, também existe nas mulheres; E as mulheres alpha, são geralmente altas, e parte delas, loiras. Por essa mesma razão, as modelos apresentadas nas passarelas, são geralmente altas. E quando vemos mulheres fazerem anúncios ou pousarem para um retrato de família ou uma revista de bricolage, roupa, entre outros, em que a revista tenha como fim vender produtos, -- LIDL é das revistas mais "preconceituosas" que existe -- são geralmente loiras de olhos azuis e de pele branca.
Mulheres alpha não precisam de um homem ao lado delas para "sobreviver" neste novo mundo industrial e socializado, mas precisam deles para se defender de outros homens, de outros perigos e predadores.
É o homem que possuí a força necessária para caçar, e é precisamente o homem que é levado ao limite no que toca à tropa. Os Navy SEALS americanos, os Navy seals russos, os Rangers /Comandos Portugueses, todas as tropas de grupos de elite de um exército é composto única e exclusivamente por homens. E até mesmo missões espaciais a Marte, com homens e mulheres têm vindo a encontrar problemas. Segundo uma experiência de 2 semanas, levado a cabo pela NASA, e Russos, depararam-se com problemas que surgia nas mulheres. Criavam mais conflitos e tensões sexuais do que propriamente as resolviam ou apaziguavam.
Por esta mesma razão, a mulher, seja alpha ou não-alpha, nunca poderá liderar tão bem como o homem. Nunca irá correr tão depressa nem percorrer distâncias tão longas, com a mesma facilidade.
Convém no entanto referir, que este tipo de homens, estes machos alpha, estes rapazes com corpo de fuzileiro, têm vindo a desaparecer e a dar lugar a autenticas crianças cuja única coisa que têm é mentalidade de adolescentes, rebeldes, sem regras, limites ou obrigações. Tal como as mulheres de hoje, os jovens têm vindo a perder a sua masculinidade, a sua força, o seu peito e costas largas, as suas pernas fortes e braços capazes de suportar pesos. A falta de força, a falta de luta e competição por uma mulher, fez os homens mais fracos mas mais sedentos por sexo.
No filme "Lucy" de Luc Besson, o personagem interpretado por Morgan Freeman, na sua palestra diz:
"If its habitat is not sufficiently favorable, or nurturing, the cell will choose immortality, in other words, self-sufficiency and self management. On the other hand, if the habitat is favorable, they will choose to reproduce — that way, when they die, they hand essential information and knowledge to the next cell, which hands it down to the next cell, and so on. Thus knowledge and learning are handed down, through time." -- Professor Norman in Lucy

Outro ponto muito importante a referir, é de que as mulheres, apesar de se sentirem objectificadas por lhes serem vendido produtos através de imagens explícitas ou provocadoras, com ideais ou padrões femininos que as fazem sentirem-se oprimidas pela sociedade, porque se sentem obrigadas a serem "femininas", gostam ou rendem-se a produtos que se vendam de formas luxuosas, que sejam vendidas através de uma imagem de mulher com características exigentes, controladoras e manipuladoras. O luxo vende, e é uma forma de objectificação, tanto da mulher como do homem.

"Sex sells, but only at a high price, according to a new study. Overtly sexual advertising can make women downright angry, but they tend to view a sexualized ad for a luxury product more positively than the same ad selling a discount item [...]" -- When Sex Doesn't Sell
E a típica mulher, "feminista", que se diz cheia de direitos mas não deveres ou obrigações, tentará ser precisamente o tipo de mulheres retratadas no filme Syrup (2013).
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Amar um cabrão.

sábado, 3 de janeiro de 2015

A objetificação da Mulher e do Homem na sociedade e em contexto de Violência Doméstica... [4]




"Acredito que as mulheres mais felizes são as mulheres mais bonitas."
Audrey Hepburn (fonte)

Significa que existem mulheres infelizes porque são feias? Ou mulheres feias porque são infelizes?

A mulher de hoje, faz este tipo de ataques feministas, contra os homens, e chora-se por ser objectificada, porque existem mulheres perfeitas. E como elas não são perfeitas não querem ser relembradas de que são feias, que são gordas, que não usam roupa "adequada" na sociedade ou que não são tão boas na cama como as actrizes pornográficas.

Tendo este ponto assente, vamos de novo abordar a temática da objetificação da mulher, por ela mesma. Elas que se sentem vítimas de objetificação por parte dos homens, dos seus piropos ou "assédio sexual" -- algo que é "normal" até um determinado ponto, já que somos seres sociais que usam o sexo como meio de reprodução de prazer -- são as primeiras a "produzirem" os seus corpos. Palavra calão para: mostrar decote, pernas, usar mini-saias ou andar de forma provocadora na rua.

Diga adeus às pernas peludas!!!
Faça depilação a laser para um 2015 fantástico.

Fonte: facebook

As mulheres voltaram a ser atacadas. Só que não se aperceberam, não deram conta, ou simplesmente nem consideraram este tipo de publicidade um "ataque", uma objetificação, ou uma ideologia para que os seus corpos tenham de ser "perfeitos" ou corresponder a um certo padrão idealizado e trabalhado ao longo dos anos.
A "mulher-perfeita", tem sido uma ideia/imagem em construção já desde a década de 60, como abordo na 2° parte deste texto/crítica.


Algo que lhes escapa na imagem acima, mas que facilmente pode ser descodificado, é o corpo magro, curvilíneo e possivelmente bronzeado: sinal de "saúde" e bons genes, boa pele e juventude. O tom a preto e branco, intensifica a barriga lisa, aceite aos olhos da sociedade e do homem. A própria anca da mulher, não possui estrias, celulite ou ossos e gorduras desproporcionais, a mais ou a menos, apenas na quantidade certa. Esta perfeição matemática e o efeito que a luz provoca nas pernas e na barriga, intensifica (novamente) a ideia de "deusa". A própria reflecção da luz sobre a pele dá a entender que é suave, lisa e limpa; Uma imagem e um desejo apreciado por muitas mulheres e principalmente, raparigas novas que querem fazer corresponder os seus corpos aos padrões de beleza.
O que o fotógrafo tentou reter em imagem, foi a ideologia do tipo de mulher perfeita. O tipo de mulher que aparece em canais como "myzen.tv", a fazer yoga, massagens, ou exercícios físicos ligeiros; Ou nas passarelas e em revistas de moda e maquilhagem, uma imagem que roça o luxo, o " princesa", a empresária poderosa e mandona, a secretária provocadora, controladora e pornograficamente sedenta de sexo. Ou acompanhantes de luxo, que ganham milhares em poucas horas. O tipo de mulher poderosa, bonita, perfeita, de peito grande e pernas altas, de cabelo reluzente e sempre perfeitas e bonitas.
Obviamente que é uma imagem muito fantasiosa e de certa forma exagerada, mas a objetificação da mulher passa por todos esses pontos, por todas essas cores, curvas e cheiros que se vende constantemente. É uma marca que se enraizou na nossa sociedade, tornando-se num "dado adquirido": "sempre foi assim...".

Os desejos são-nos implantados, são fabricados e comercializados, como tanto falo e me repito por aqui. São a realidade. Um "dado adquirido", uma falsa realidade, uma falsa certeza. Informação incontestável porque sempre foi assim. As coisas foram sempre feitas daquela maneira. É a força do hábito. Tal como sabermos o abecedário quase de trás para a frente, e sermos incapazes de decorar números maiores do que 9 dígitos. É o tal músculo que foi habituado ao mesmo movimento, vezes e vezes sem conta, ao longo da dezenas de anos. Para as crianças, as coisas tornam-se uma realidade, apesar de ser falsa. Tal como aquele estudo com macacos, uma escada e um cacho de bananas.

Em: Os príncipes, são sempre perfeitos...

Esta forma de publicidade, que vende a beleza de certas mulheres como sendo o exemplo de perfeição genética e física a seguir, continua a desenvolver a eugenia que Heinrich Himmler e Joseph Goebbels acreditavam e venderam ao longo dos anos em que tiveram no poder.
A própria ideia de perfeição genética é abordada no filme francês "Les rivières pourpres" (Os Crimes dos Rios de Púrpura), que explica uma experiência feita na Alemanha durante a 2ª Guerra Mundial, em que se estudava a genética dos indivíduos e a sua hereditariedade. Em que se estudava se a inteligência era hereditária, ou o facto de dois corredores olímpicos poderiam dar à luz uma criança capaz de correr mais do que os próprios pais.

Na altura dos Reis, eram eles (os homens) que exigiam bons genes, bons filhos, saudáveis e fortes para poderem governar durante dezenas de anos. Hoje em dia, são as próprias mulheres que exigem dos seus namorados e maridos, filhos perfeitos. E elas próprias colocam-nos (aos filhos) num pedestal tão alto, de ouro e diamantes, que à muito deixou de ser algo de "mãe-galinha" para passar a ser expectativas excessivas dos seus próprios filhos. Uma criança sobre pressão, em que amor só lhe concedido se tiver boas notas na escola, for bom no futebol, nos escuteiros, ou conseguir ser sempre melhor que os outros, torna-as agressivas e/ou cheias de ansiedade e de medo.
A própria ideia/opinião de que "os homens não choram", não vestem rosa nem usam cabelo comprido, é algo que encurrala a criança (rapaz) desde muito cedo e isso irá criar jovens adultos e adultos com problemas em se expressarem emocionalmente.

Esta objetificação de que as mulheres acusam a "sociedade" e os homens de cometer, é, na realidade, cometida por elas próprias.
Como elas não são perfeitas, não querem ser relembradas que são feias, que são gordas, que não usam roupa "adequada" na sociedade ou que não são tão boas na cama como as actrizes pornográficas.
Um dos graves problemas destas mulheres, feministas, como se pode ver na imagem de baixo, é acharem-se sem direito de poderem vestir a roupa que quiserem só porque ao usar um decote mais acentuado, uma saia curta ou algo mais provocador, provoque uma reacção sexual nos homens. Algo que é completamente natural. É por essa mesma razão, que através da provocação sexual, do sexo "explícito", imagens e danças pornográficas ou até mesmo cenas pedófilas, que os vídeos de música em que surgem mulheres "praticamente" despidas, são os mais visualizados e ouvidos. Um dos primeiros que me lembro, e que causou grande polémica -- se não estou enganado -- foi um video do 50 Cent "Candy Shop". O "Show das Poderosas" tornou-se um HIT de um dia para o outro, não só pela música que encaixava bem no ouvido, como acontece com as músicas "pop", mas pelas danças provocadoras, pelas dançarinas vestidas de uma forma sugestiva em que pareciam vestir lingerie, para além do uso de grandes decotes, dando a sensação de terem peitos grandes. Hoje em dia, é a Nicki Minaj com o vídeo "Anaconda".
A razão de tal acontecer na sociedade e nos meios de comunicação, é explicado com um facto muito simples: sexo e prazer. Somos animais que fazem sexo por prazer, e sendo o sexo e esse mesmo prazer algo poderoso, a industria vende toda esta provocação, e toda esta pornografia, lingeries, roupa decotada, calças justas, pushups, leggings, perfumes, batons, maquilhagens, moda, estilos, pulseiras, relógios, brincos, tintas para cabelo, penteados, cortes de cabelo, tons de pele, cores dos olhos, produtos de beleza, cremes anti-envelhecimento. Porque: a mulher é o animal que dá prazer. A mulher, é a cobiça sexual do mundo dos homens; E é mais do que natural que seja ela a vender-se cada vez que sai de casa. Quem não aceita as industrias ou esta poderosa ideologia de "ser-se mulher" e "sentir-se mulher", acabam por se tornar nas feministas que querem igualdade, mas que falham completamente, degradando a sua imagem de um ser já perfeito.

No fundo, o que estas mulheres gritam na rua e nas redes sociais é "misandria": Ódio aos homens. E não "feminismo", que luta pelo direito das mulheres: votar, vestir calças de ganga, receberem um ordenado equitativo ao do homem pelo mesmo trabalho, terem oportunidade de subirem na vida ao terem poder de escolha de não quererem filhos, saírem à rua sem a vergonha de não terem um marido ou estudos.



Esta capacidade anoréxica de protestar pelos seus direitos, empobrece e empodrece a mente da mulher do hoje. Manifestam-se por coisas que na realidade nunca lhes foram tiradas.
A mulher do hoje acha-se cheia de direitos e sem qualquer obrigação ou dever.
A mulher do hoje ataca todos os homens que de alguma forma lhe dirigirem a palavra, que lhe falem com um determinado tom que não apreciam/não gostam ou que não lhes agrade de ver.


A mulher de hoje julga-se ter mais poder e pior do que isso, que pode fazer tudo o que lhe apetece; E uma das consequências é a taxa da natalidade que decresce de dia para dia, só porque elas "têm direitos" e "têm poder de escolha" e preferem alcançar um objectivo que NUNCA existiu (tornarem-se boas profissionais) do que propriamente tornarem-se Boas Mães, Boas Esposas, Boas Amigas, Boas Cozinheiras.
As mulheres do hoje condenaram-se à sua própria extinção.
As mulheres do hoje sabem menos da lida da casa, preferindo saber mais do profissionalismo e da carreira de "sonho" que construíram. Acabando por se esquecer do que é ser jovem, do que é ser criança, do que é ser filho, do que é sonhar ser mãe ou ser pai. Do que é cozinhar para os filhos e o marido, do que é ter de aturar os brinquedos desarrumados ou andar com o coração nas mãos cada vez que saem de casa para ir brincar com os amigos.
As mulheres do hoje já não são caseiras.
As mulheres do hoje já não são mulheres e à muito perderem e desvalorizaram o seu verdadeiro significado.


Neste momento da história, as mulheres são livres de fazerem tudo o que lhes apraz, e por terem direitos e não deveres, por fazerem exigências sem sofrerem as consequências dos seus actos porque são um sexo "fraco" ou "inferior", que utilizam de certa forma a palavra "preconceito" para defender os seus direitos auto-adquiridos, usam e abusam. Descontrolaram-se. "Encontraram" uma liberdade que já existia à muitos anos e hoje exageram, de novo, em tudo.

Foi-lhes dada tanta liberdade, ou elas viram-se com tanta liberdade para fazerem o que lhes apetecesse, que hoje em dia exageram. Manifestam-se por causas femininas que não fazem sentido no mundo de hoje. A mulher é livre de usar a roupa que quiser e isso é indiscutível. Mas também é verdade que certas e determinadas roupas, provocadoras, e estimulantes sexualmente, irão provocar uma reacção nos homens. 

"In the case of humans, both the female breast and the male penis have been enlarged by sexual selection to a degree that seems absurdly nonfunctional. The chimp penis looks like a skinny pink three-inch nail. The gorilla penis is even stubbier, only an inch and a half long! Compared with them, the human penis is gargantuan, 10 to 20 times the volume when erect. And out of roughly 4,000 mammal species, only human females have prominent breasts when not lactating. Which argues that for quite a long period of time in our evolution, both men and women – or proto-human males and females – were heavily selecting mates for appearance."

Em: Humans: A Thoroughly Mixed Up Species

Mas uma das coisas que ela se têm vindo a esquecer, é de que são elas as privilegiadas e as protegidas neste mundo de homens.
Cerca de 70% dos mendigos, são homens. Uma taxa exageradamente alta. Do outro lado do spectrum de desemprego e trabalho. Quase 100% dos indivíduos que trabalham em camiões do lixo são homens. E escusado será dizer que as guerras sempre foram guerreadas por homens e não por mulheres.
É preciso dizer também, que as mulheres que se consideram feministas, ou que se achem no direito de terem direitos e não deveres nem obrigações, que se achem por "obra do espírito santo" isentas de determinadas consequências, assédios, piropos, publicidade, que decidem por elas próprias, que criticam os homens por "serem todos iguais", que acusam e abusam dos homens, apenas porque querem ter liberdade, porque têm direito à liberdade e têm poder sobre elas mesmas, dizem o que dizem e fazem o que fazem porque se esqueceram do local privilegiado em que foram colocadas, precisamente por nós homens.
De todos as pessoas que trabalham numa construção civil, a acartar baldes de massa, carregar pás de cimento, vigas, ferros, madeiras, subir andaimes, martelar, aparafusar e perfurar, 100% são homens!
As únicas mulheres que se vê numa obra, são as passaram 5 anos das suas vidas sentadas em cadeiras confortáveis a desenhar plantas ou a aprender arquitectura.



Tiveram, têm e sempre terão poder de escolha, mas nunca terão capacidade de se igualar ao homem. As mulheres recusam-se a fazer trabalhos pesados, e o máximo a que estão dispostas a ir e "denegrir" a sua imagem e o seu orgulho, é tomar conta de velhos. Coisa que muitas se começam a recusar a fazer ou a fugir, entrando nas universidades à procura de um futuro mais "digno", limpo e de topo, numa empresa.
"[...] having a vagina doesn't make you magically a fragile creature that can't deal with being punched just the same as a man." -- Feminism 9GAG

6 Memes from A Voice for Men, and what they really mean

"Jeannie Suk, who’s been teaching at Harvard Law School since 2006, said campus organizations representing “women’s interests” are advising students not to participate in or even attend class sessions that focus on sexual violence laws because they might be “traumatic.” 

These organizations also ask criminal-law teachers to warn their classes that the rape-law unit might ‘trigger’ traumatic memories,” she wrote in the New Yorker. “Individual students often ask teachers not to include the law of rape on exams for fear that the material would cause them to perform less well.” 

“One teacher I know was recently asked by a student not to use the word ‘violate’ in class — as in ‘Does this conduct violate the law?’ — because the word was ‘triggering.’”"


"You're a good person. The new wave of SJWs are freaking nuts. Everything is rape, everything is a trigger. I get that some people really do struggle, but I don't think the way to solve that is for everyone else to be walking on eggshells and unable to communicate effectively."

Fonte: Rape Classes No Longer Taught Due To Feminist Outrage


Mais informações:
George Carlin About Rape

"I think it’s probably even more damaging the way men are stereotypically portrayed in commercials. How often do we have to put up with the stereotypes of the “smart wife–dumb husband,” or “smart kid–dumb dad,” or even “smart female employee–dumb male employees” to sell various products? Boyfriends are almost always portrayed as stupid and childish. Guys hanging out together are portrayed as juvenile, immature, and usually bumbling morons. Given the alternatives, I’d rather be given the option to use objectification for power than to be dismissed constantly as meaningless, ineffective, and just plain stupid." -- Jon

Em: Let’s Reverse The Gender Roles In Ads Which Objectify Women & See The Effect…
Mais informações:
Objectification Of Women In Advertising

Estou a criticar a mulher, mas tenho plena consciência de que teve, tem e sempre terá um papel muito importante na nossa sociedade. Foi no filme Ágora, que conhecemos Hipátia, uma mulher que estudou e lecionou aulas. Que estudou matemática, filosofia e astrologia.

25 figuras femininas históricas

O problema com as mulheres do hoje, é que se têm apoiado incansável e excessivamente nestas poucas grandes mulheres, e têm-nas usado como escudos e argumentos para algo que não pode ser sequer discutido de forma "séria". É mais do que sabido que as mulheres têm qualidades e capacidades que os homens não têm ou executam com dificuldade ou de forma mais lenta, mas não significa que elas sejam melhores e que isso lhes dê o direito de espezinharem ou se acharem no direito de reivindicar aos gritos a sua "superioridade". Como se costuma dizer: "cada macaco no seu galho". É nisso que somos bons enquanto espécie e é por essa mesma razão que temos evoluído de uma forma sem precedentes: trabalho em equipa feito de forma eficiente.
No livro "Uma Viagem às Nossas Origens - Uma história da evolução humana de Maria José Aragão (Guerra & Paz [Antropologia])", assim como em vários documentários que abordam a temática da evolução humana, é explicado que o nosso cérebro sofreu ao longo de milhares e milhões de anos, uma evolução e um crescimento de massa cinzenta devido à necessidade de adaptação dos nossos múltiplos sentidos. Sendo um dos principais o: Balanço.
Como o nosso ambiente social e selvagem nos tem vindo a separar, em que os homens caçam e as mulheres cuidam das crianças e da fogueira, é mais do que óbvio que possuímos diferenças físicas e cognitivas e que não devem nem deviam ser equiparadas. Sim, é interessante quando colocamos o Homem e a Mulher numa prova de destreza, de comunicação, de percepção espacial ou confrontos matemáticos e filosóficos. Mas é absurdo fazer disso uma guerra, um jogo do "Eu sou melhor do que tu!".
Somos seres competitivos, é verdade, e o homem é sem dúvida dos que compete mais, mas também a mulher o é e se tem tornado cada vez mais. Porque hoje em dia, a mulher escolhe, o homem apenas consente ou ignora.

"Eu não percebo como é que uma mulher possa sair de casa sem se arranjar, nem que seja um bocadinho – mesmo que seja apenas por educação. E talvez esse seja o dia em que tenha um encontro marcado com o destino. E temos de estar as mais bonitas possíveis para o destino." -- Coco Chanel

Em: Dia da Mulher: citações inspiradoras de mulheres para mulheres



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Os príncipes, são sempre perfeitos... II
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quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

A objetificação da Mulher e do Homem na sociedade e em contexto de Violência Doméstica... [3]

A objetificação do Homem
Através dos vários meios de comunicação social




O homem também sofre de objetificação por parte da sociedade e em certa medida, das mulheres. Ainda que não seja de uma maneira tão óbvia como elas sofrem diariamente.


A mentalidade de um homem, forma-se ainda desde criança. Uma das coisas que acontece muito frequentemente em tribos, é o ritual de passagem pelo que os jovens (rapazes) têm de passar para se poderem tornar verdadeiramente homens perante a "vila" onde moram.
Estas civilizações/tribos, que nunca tiveram revoluções feministas, constroem-se e baseiam-se num mundo dominado por homens. Não é porque as mulheres mandam menos. Essa questão não está nem se coloca em causa na sua mentalidade e forma de verem o mundo.

O homem corre!
O homem caça!
O homem luta!
O homem protege!

As mulheres dão à luz, e isso é a dádiva que nenhum homem terá oportunidade e capacidade de conquistar ou igualar. Os homens, nessas tribos, valorizam as suas mães e avós de uma forma tão grandiosa que nós, os ocidentais, "pessoas civilizadas", ficamos tocados e sensibilizados. E valorizam-nas porquê? Porque foram elas que cuidaram deles quando eram ainda bebés, que os protegeram que os educaram, que os ensinaram, que os aconselharam e alimentaram.
O mundo, a nossa sociedade, a nossa espécie, vive num mundo construído à volta do homem. E não há nenhum mal nisso, porque a vida selvagem também se rege pelas mesmas "regras".

All modern societies evolved out of agrarian societies. Before the Industrial Revolution the male endurance value and physical strength translated directly to political power. Men fought in wars, hunted beasts, erected buildings and plowed fields PRECISELY because they possessed the physical stamina to do so at a far greater degree than females. -- Dan Holliday

Em: Why did almost all societies believe that women were inferior to men?
O argumento aqui, não é o facto de as mulheres serem inferiores aos homens, mas sim a razão -- evolutiva -- que as tornou, a nível físico, mais fracas que os homens. E por essa mesma razão, de que a gravidez era algo de risco, obrigando a um controlo mais apertado da própria mulher, limitando-a locomotivamente e por vezes impedia-a de fazer as tarefas mais simples e leves, "obrigaram-nas" a ficar no fundo da pirâmide social -- e digo-o sem qualquer sentido pejorativo -- tornando os homens como os responsáveis máximos pela vida da sua mulher e a dos seus filhos. A mulher não caçava, porque pura e simplesmente estava grávida ou a tomar conta dos filhos dela ou dos outros.

Up until very recently in history there was no safe, cheap and reliable form of contraception that was under the full control of women. This meant that for most of the average adult woman's life, she was either pregnant, looking after a child, or possibly both... assuming she hadn't died during childbirth. -- Tatiana Estévez

Em: If women are equal to men, why have men achieved so much more throughout history?
Aqui, entra a responsabilidade do homem. Por estas razões, os rapazes tornam-se homens. Têm a obrigação de proteger a sua fêmea, a sua família, de invasores e intrometidos. São mais altos, mais fortes, mais resistentes, percorrem distâncias maiores e suportam todo o trabalho bruto e pesado.

During this period, there were no machines (well, not a lot of them). Craftsmanship was done by hand.  Repeated labor at bending metal, chopping trees, plowing fields and whatnot. Sure, we had beasts of burden, but ultimately the fact that men was mentally more aggressive, have less pain sensitivity, 30% more upper body strength and have a good amount more physical endurance, made the difference.  The ability to sword fight or pummel a man to death was a sign of power. The desire for violence and aggression allowed a man to rise through the ranks of the military and the military was always the source of governmental (and all subsequent) power.

[...]

From top to bottom, our society was built on gender differences and those differences served their purpose for hundreds of thousands of years. Those difference evolved out of our biological roles in propagating the species. Men were aggressive hunters; we fought for mating rights and we hunted for food for the family. Our single-mindedness, our cocky attitudes (believing we're better fighters and lovers than we actually are) is part of the success of our species. Ever see how stupid teenage boys are? They're idiots. Sure, this is an issue now, but back a few thousand years ago, see if YOU had the stupidity (see: bravery) to throw a spear at a mastodon and think you're going to survive. Guys also fought for mates. Ever see stupid boys think they can "whip that boy" for no reason at all? Well that's with good reason: his brain is hard-wired to think he's strong enough. If boys actually had access to reliable information on their toughness, then they would have never fought for females and our human aggressiveness may well have died out... along with us. -- Quora User

Em: If women are equal to men, why have men achieved so much more throughout history?

O facto de serem mais altos, como já foi referido no post anterior e no texto mais acima, não é algo recente como alguns afirmam. Foi só no período Mioceno  -- 24.000.000 a 5.000.000 anos --  que se deu a diferenciação em várias linhagens dos primeiros simiídeos, que dariam origem ao homem. Nesse momento da evolução dos nossos antepassados, a diferenças de altura entre os dois era muito pouca. Foi só na altura em que deixaram de ser presas e passaram a ser predadores, de pedras e lanças nas mãos, que a diferencia física, tanto em força como em altura, se fez notar.
No entanto, essa necessidade de o macho evoluir/desenvolver o seu corpo para se tornar mais dominante que todos os outros, não se deu de um dia para o outro. Surgiu da necessidade de perpetuar os seus genes em tempos de grande dificuldade de sobrevivência, em que eram caçados ou a escassez de comida ou as temperaturas se tornavam desfavoráveis. E esta necessidade, tornada num "hábito", foi levada ao extremo após se tornarem caçadores recolectores, dominantes no seu habitat.
Com o tempo e a necessidade, o macho passou a ser mais alto e robusto. Algo comprovado através de fósseis.

Mais informações:
Uma Viagem às Nossas Origens - Uma história da evolução humana de Maria José Aragão (Guerra & Paz [Antropologia])

O mundo rege-se em volta dos homens, porque é algo que funciona. É o único pilar que sustem a nossa espécie. E comparando-nos a muitas outras, também eles (os machos), sustêm toda a geração da sua espécie. Controlam os genes, territórios, fêmeas, matilhas, comida, etc.
O macho, é a ponta da lança, é a espada afiada, o musculo forte e o barrote resistente que sustem o telhado da casa. Não é à toa que a virilidade de qualquer animal do sexo masculino esteja e seja uma constante por onde quer que passe. Existem vários documentários que comprava a nossa ligação "agressiva" com os chimpanzés. Somos mais subtis nas nossas expressões físicas, mas não deixamos de ser agressivos. Consegue-se descobrir num grupo de homens qual o macho dominante, o líder do grupo. E isso é algo importante para o homem de hoje. Como referia um psicólogo estrangeiro: "Os homens dão muito mais valor à relação que têm com os outros homens, amigos, do que as mulheres.". Era importante, na altura em que os homens saiam para caçar, de se manterem fieis uns aos outros. De manterem as amizades saudáveis e resistentes, para poderem resolver os problemas e manter o grupo unido a trabalhar para o bem de todos e de cada um.
Apesar de trabalharem em grupo, todo o macho, mais cedo ou mais tarde, directa ou indirectamente, tentará conquistar o lugar do macho alpha, do chefe da matilha/grupo ou algum lugar privilegiado, em que se torne imprescindível e necessário, fazendo dele alguém importante.

Não se pode deixar de mencionar também, que o mundo rege-se à volta do homem, macho, devido à sua força física, como já referi antes. É fácil perceber a razão: 90% dos desportos são praticados exclusivamente por equipas masculinas. E comparando a performance da mulher com o homem, o homem corre distancias maiores, salta mais alto, lança mais longe, bate com mais força, puxa com mais força, levanta mais pesos, etc. A competição, quer em equipas quer individualmente, existe para perpetuar as lutas que se faziam à milhões de anos atrás. A rivalidade faz parte do homem, da mesma maneira que a gravidez é exclusiva da mulher. A fêmea não luta por um macho, é conquistada.

São contra a violência física, apesar de ainda hoje existirem torneios de luta. De existirem desportos que são uma versão simplificada de guerra entre dois grupos.
Futebol, rugby, hóquei, etc. Combates de vale tudo, Karate, Krav-maga, MMA, UFC, etc etc. Tudo e qualquer coisa que envolva duas equipas ou dois adversários.
Toda a vez que uma equipa ganha, a derrotada treina ainda mais, estuda ainda mais, prepara-se ainda mais. Porquê? Porque foi "agredida" e não quer pertencer aos fracos, porque os fracos é para quem não se sabe nem pode reproduzir. Adicionando a essa ideia invisível o "semear a sua semente".

Se não existisse violência, ou competição, nunca teríamos evoluído para o animal que somos, e proibir essa nossa natureza violenta, é ser contra uma espécie inteira. E ser contra uma espécie inteira, OU, serem contra pessoas que usam guerras e violência, é o mesmo que não aceitarem serem pequeninas neste mundo gigante. É quererem e exigirem serem reis se nunca terem feito nada por isso. É quererem repartir riqueza, suor e sangue por quem nunca lutou ou fez o que quer que fosse.


Em: Violência, gera...

Um das características que diferencia o homem da mulher, é a quantidade de pêlo no corpo (braços, peito, pernas e face). O próprio pêlo e cabelos do homem é, geralmente, mais grosso que o das mulheres. É considerado, o pêlo, um traço físico masculino, de poder, de controlo, de autoridade, de virilidade. As mulheres reconhecem esse traço, hoje tão característico, tão másculo e agressivo.
Elas próprias, como referi no posto anterior, obrigam-se e sentem-se obrigadas pela sociedade, pelos idealismos que se comercializa. Uma mulher, para ser "declarada" mulher, feminina, bela, bonita, sexy e atraente, usa a depilação em grande parte do seu corpo. Nos quais, as sobrancelhas, buço, pernas, sovacos e virilhas são as zonas mais frequentes.

É algo que julgam ser natural, e seria muito anti-natura se deixassem os pêlos das pernas crescer mais do que x milímetros. São incapazes de prescindir sair à rua de saia ou de ir à praia de bikini, sem fazer a depilação. Porque, por palavras delas: -- "Parece mal, fica mal, não é sexy, não é bonito".

Em: A objetificação da Mulher e do Homem na sociedade e em contexto de Violência Doméstica... [2]

Do Women Find Guys With Beards More Attractive?
"Past studies have found that men with beards look tougher, more aggressive and masculine and would make better romantic partners."

Em: Women Prefer Beards

Mais informações:
As Regras Bíblicas: Sexo
Os Segredos da Bíblia - Sexo na Bíblia (Luxúria, Promiscuidade, Incesto)
21 Reasons Bearded Men Are Better

Obviamente existem mulheres que preferem homens sem pêlos no corpo ou em particular, na face, pois destaca os ossos do seu rosto. O homem deixa de mostrar "virilidade" para passar a mostrar "leveza facial", com um rosto mais "efeminado" ou fácil de ser apreciado pela mente feminina. Pois uma mulher quando procura um homem com quem ter uma relação/aventura, procura sempre o mais rufia, o mais "bonito", o mais forte, o mais alto, ou mais talentoso e capaz de a proteger. Quando decide ter filhos, se o homem com quem está no momento não tiver uma cara mais agradável, menos "agressiva", ela irá procurar esse homem, porque é do instinto natural ter filhos bonitos, fortes e saudáveis. Não significando com isto que homens de barba ou de físico escultural não tenham bons genes.

Outra das características que diferencia o homem da mulher, é a força física. A sua capacidade de levantar e carregar pesos. De trabalhar "melhor" em condições extremas e exigentes, não só a nível físico como também a nível psicológico.
Esta objectificação do homem "moderno", em que deve fazer do seu corpo uma obra de arte escultural, tal e qual como os antigos gregos, romanos e espartanos, é algo pelo qual os homens não choram. Não existem revoluções nas ruas. Um homem, indirectamente e sem perceber, ambiciona ser macho alpha. O mesmo não posso falar de homossexuais, apesar de haver um alpha na relação, tanto em relações só de homens ou só de mulheres.
A barbaridade, que existia nos anos 70 até aos anos 90, em que actores como Sylvester Stallone e Arnold Schwarzenegger apareciam em filmes cujo o personagem principal era um macho alpha, dos pés à cabeça, era algo, na altura, considerado absolutamente normal. Hoje em dia nota-se uma grande diferencia física. Um "jovem" de 25 anos, não tem a mesma maça muscular que tinha o seu pai com a mesma idade quando andava na tropa. E a tropa, à relativamente pouco tempo -- mesmo MUITO pouco tempo -- pertencia exclusivamente aos homens. A razão era simples. Os homens combatem e morrem nas guerras. As mulheres são apenas adereços para entreter e satisfazer os homens. É uma "afirmação" arrogante, mas é uma realidade que acontecia já na altura das invasões francesas, como se pode ver no filme "As Linhas de Wellington", em que as prostitutas acompanhavam os soldados para manter a mural alta, assim como a sua motivação.





As centenas de filmes de guerra, de violência e acção, como o filme "300", são um bom exemplo da objectificação que existia na altura, e que ainda hoje influencia a mente de todos os jovens e adultos. E já na altura de reis e reinos, quem governava era o homem. O único objectivo/obrigação da rainha era dar um filho barão.

"Sparta was above all a militarist state, and emphasis on military fitness began virtually at birth. Shortly after birth, a mother would bathe her child in wine to see whether the child was strong. If the child survived it was brought before the Gerousia by the child's father. The Gerousia then decided whether it was to be reared or not. It is commonly stated that if they considered it "puny and deformed", the baby was thrown into a chasm on Mount Taygetos known euphemistically as the Apothetae. This was, in effect, a primitive form of eugenics."

Em: Sparta

Discriminações contra homens
"Um exemplo de discriminação de gênero contra homens ocorreu com a controvérsia da política de discriminação sexual de companhias aéreas. A British Airways, Qantas, e Air New Zealand todas possuíam políticas proibindo homens de se sentarem próximos a crianças desacompanhadas em voos comerciais. Esta regra, que se referia ao gênero como a mais importante qualidade de um grupo de pessoas, foi considerada discriminatória. Não há registros de qualquer caso documentado de abuso de uma criança durante um voo."

Fonte: Misandria  [editado: 02/01/2015]


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