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domingo, 31 de março de 2013

RTP1 - D (Dragão)


Um desenho animado que me lembro de ver na RTP1, se não estou em erro, no "Jardim da Celeste", que também passava na RTP2.

Alguém me sabe dizer quem é o produtor, ou os actores que dão voz ao desenho?

terça-feira, 9 de outubro de 2012

A futura geração...

[Kids 5 by ~migouze]

A futura geração de jovens, cresce neste momento, com desenhos criados em computador. Desenhos animados em 3D, sem vida, sem cores, sem energia.
As crianças de hoje, crescem num mundo atípico de interactividade que eu nunca vi. Num mundo moldado para jovens adultos, que se esquece dos idosos, que se fazem carregar nas costas nos mais pequenos.
As televisão moldam mentes, criam opiniões e pré-escolhem escolhas de um ser que se intitula ter "livre arbítrio".
Em pleno século 20, já ninguém cresce, molda-se.


Um boneco está com medo das alturas, é bombeiro e tem de apanhar um boneca.
-- Tenho medo!
-- Tira as mãos dos olhos, estás a fazer figuras tristes.

É este o tipo de incentivo que se deve dar às crianças? Não seria melhor dizer:
-- Força André! Tu consegues!



Porque não é só a geração de jovens que está à rasca... também as crianças de hoje vão ficar à rasca da vida, quando tiverem de viver numa realidade sem grandes esforços psicológicos. Mas com um grande monstro para a sua personalidade nada desenvolvida.
Não quero ver um país nem um mundo como o que vi e revejo no documentário "ReGeneration".
Porque tal como se diz em "Surviving Progress", nem todo o progresso é positivo.
Os pais são cada vez menos pais. São cada vez menos humanos. Existe uma mentalidade americanizada, como já referi antes, que está a destruir toda uma geração sem que esta se dê conta. Felizmente ainda existe gente capaz de sair fora do quadrado e pensar, reflectir, crescer, ensinar e evoluir.

A estupidez humana arrepia-me a alma...

domingo, 10 de junho de 2012

À noite vêm os sonhos...


A menina pulava e saltava. Ria e cantava.
Fingia ser uma filha, enquanto era filha. Brincava aos papás e às mamãs com duas pessoas um pouco mais crescidas que ela. Fazia de conta que tinha outros pais, que comíamos amoras e que tinha de ir ás compras.
Vi naquele momento, naquela brincadeira elaborada que ela criava dentro da sua, ainda inocente, mente a sua maneira própria de crescer. De se tornar um dia como a mamã. Grande e sempre pronta a ouvir. Mas seria algo mais... uma maneira de criar um espaço em volta de algo a que ela ainda não compreendia. A sua personalidade e o seu lado feminino.

Deitámos-nos os três na cama, e ela dormia. Controlava o jogo, as falas, as ideias e as opiniões dos papás. Daquelas pessoas que não o eram nem sabiam ser pais. Ela sabia-o bem e por isso... guiava-os, naquela tarefa tão difícil. 

Ficarmos sentados a ver o desenrolar das brincadeiras e dos jogos das crianças, ensina-nos, ou pode ensinar-nos, mostrar-nos coisas que esquecemos, que não percebemos. Que um dia fizemos mas substituímos por outro tipo de brincadeiras e/ou preocupações.
São um mundo mágico, que nos polvilham com encanto e fantasia. Por vezes... abstracta.
Aprende-se a estimular a memória, a desenvolver as relações inter-pessoais, a sua personalidade, os seus gostos e os "não gosto", os medos, fantasias, sonhos e desejos.
São uma esponja tão fértil, que qualquer contacto com um estímulo trará percussões inimagináveis.


A noite vem, e com ela os monstros. O pai abre o livro e a mãe lê. Inventam vozes e gestos horripilantes ou carinhosos perseguidos por sorrisos ou olhos bem abertos e assustadores.
Apesar de serem pequenas histórias, simples e descomplicadas, são autênticas guloseimas de papar e birrar por mais. Pequenas bolachas que fazem os seus pais criar uma ligação com a sua filha sempre pronta a uma nova aventura.
Os cobertores cobrem a sua cara nos momentos mais sombrios, enquanto os seus pequenos olhitos observam as páginas pintadas com desenhos escuros e gatafunhos que só o papá e a mamã entendem. Devem ser língua de ogres ou de bruxas... Este livro parece estar enfeitiçado, mas só naquelas 2 ou 3 páginas!
Lá vai deixando o medo escapar-se por entre os abraços da mãe para saber, uma e outra vez, que a história acabará sempre em bem.

São contos Peter Pan que fazem voar aquela semente adormecida e agarrada ao peluche que protege com a sua própria vida, com tudo... dos seus próprios medos e pesadelos.
A luz de presença iluminará a escuridão e será o fogo dos dragões, protectores da donzela adormecida. Fará brilhar o seu cabelo, e a mais pequena estrela cintilante no céu será ofuscada por tamanha beleza dourada que são os seus cabelos.
A lua já espreita pela janela, lá no alto da escura e estranha noite. Acompanhada de estrelas e cometas, de brilhos que fazem lembrar o bâton da mãe e as conversas com o telescópio no colo do pai.

Dormir não era um problema para ela... pois as grandes aventuras, tinha-as com os seus amigos nos sonhos mais bonitos e mágicos. As histórias de dormir? Eram só a introdução para que a sua mente voasse para "bué-longe" e se aventura-se com os seus desenhos animados mais favoritos, as conversas mais engraçadas e trapalhices que a faziam chorar de tanto rir.

A sua cama... era um palco de descobertas e aventuras.
A sua almofada? Uma caixinha de surpresas e segredos que jamais revelaria a sua verdadeira identidade.
Era um cavalo chamado Dora e sabia falar com todos os animais!
Que criança tão fértil... só podia sair à mãe! Mas que duas...

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

PIT O COELHINHO VERDE


Uma série portuguesa de desenhos animados.

Pit é um coelhinho verde que não se importa nada de ser diferente dos outros coelhinhos.
É que sendo diferente vive as aventuras mais maravilhosas porque conhece outros animais de várias cores que o metem nessas aventuras e também o ajudam a sair delas.
Uma série portuguesa de desenhos animados, com episódios de cerca de 15 minutos, realizada por Fernando Correia.

Duração: 15m
Realização: Fernando Correia
Fonte:
http://tv.rtp.pt/