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domingo, 15 de abril de 2018

A construção de um império pessoal...


[Photo: Chadwick Tyler | Model: Jana Knauerova]

Viver não é sinónimo de fumar, de beber, de ir para a esplanada do café, do bar ou dançar numa discoteca. Não é viajar, nem ir à praia.
Não é sinónimo de gargalhadas com os amigos, numas muitas "loucuras" de brincadeiras parvas e infantis, que surgem pelo simples facto de ou já estarem bêbados ou em grupo.

A falsa satisfação social que o tabaco e o álcool proporcionam, envenenam o cérebro jovem que ainda não amadureceu, que ainda não cresceu. Depende do contacto social, das amizades, das conversas efémeras e do vício luxuoso de gastar +5€ cada vez que sai.
Porque quando as árvores tombadas começarem a surgir no teu caminho, e situações difíceis que não podes controlar ou melhorar te inundarem a preocupação; As conversas cheias de gargalhada, onde te sentiste aceite, integrado, ouvido e valorizado, não terão o impacto suficiente para te ajudar a decidir.

És tu quem dá o paço em frente.
És tu quem toma a última decisão.
Mas garanto-te que tomá-la quando o álcool já entrou no organismo, as gargalhadas substituiram as conversas sérias e o conforto que os amigos te deram nesse momento ínfimo da tua vida, não terá o impacto que desejas. Pura e simplesmente, porque não foste capaz de ver que a árvore tombada tinha um arbusto de silvas do outro lado. Se estás à espera que eles estejam ao teu lado na tua primeira entrevista de emprego, na ida às finanças, na fila dos CTT, ou naquele primeiro exame de código, estás cego.

Os amigos ajudam a apaziguar o stress, o nervosismo e a dar uma falsa satisfação ao ego. Esses teus "momentos de viver", de "aproveitar a vida", são outra droga, outro vício que já não controlas, que julgas ser o bem mais necessário; Os momentos que te tornam quem és...
És incapaz de ir para o café sozinha, porque na realidade, és incapaz de estar sozinha no mundo, por tua própria conta. Tens medo da solidão. Tens receio do que os outros possam pensar em ver alguém sozinho no café. Vives de um medo que não controlas.
O momento em que entras para o mercado de trabalho, recebes dois sacos: um de responsabilidades e outro de deveres.
A tua liberdade, a tua voz, a tua opinião, deixam de contar, porque as pessoas são mais velhas do que tu, têm mais poder do que tu, e se te poderem foder, fodem.
Voltas então ao mesmo vício, à necessidade de estar com os amigos, de puxares um cigarro e beber uma cerveja, na esplanada do café, com o desejo de soltar o stress, o nervosismo e a tristeza acumulada durante a semana de trabalho.
Entras num poço, numa espiral que não te leva a lado nenhum mas que acreditas estar a fazer alguma coisa com a tua vida porque estás feliz nesse momento, e a vida nem está má; recebes o teu ordenado, tens carta e até carro próprio ou dos teus pais, e sais para passear e até lês uns livros... mas não podias estar mais longe da realidade em que se tornou e se transforma a tua vida.
Paras no tempo. Estagnas. Tornas-te mais um(a), português amargurado, que critica o estado do mundo, do país, ou da mentalidade dos outros, por o país não ser como os teus amigos. Não ser fácil como o teu cigarro e a tua cerveja.
A única solução que encontras para combater esse tédio, essa falta de vida própria, é sair com os amigos, lançares objectivos para o "próximo ano" e "acreditar" que as coisas vão melhorar.
Mas continuas a estar longe da realidade. Continuas a ser incapaz de ver e de compreender por ti, sozinho(a), que viver a vida não se faz através de cafés, cigarros e cervejas, tão pouco de viagens, mas das decisões. Do caminho difícil que precorres para realizar um sonho.

É fácil sonhar, mas é na luta dele, do esforço ao longo dos anos, dos sacrifícios, que te realizas e vives.
Os livros de auto ajuda são uma excelente oportunidade para aprender a ser alguém melhor do que já és, mas apenas ler não chega. É preciso ver os outros, experimentar, errar e tentar.
Se não partir de ti a mudança... Se não vier de ti a vontade consciente de deixar para trás os maus hábitos, os vícios, e começares a fazer da tua solidão, do teu Eu, da tua alma, um amigo, uma prateleira com livros de tuas anotações, da cultura e razões fundamentadas de seres o que és, não cresces, não te tornas melhor...

Por viveres a vida de forma tão vibrante, divertida e despreocupada durante tantos anos, o impacto da realidade das coisas que te rodeiam começam a apertar no pescoço, a fazerem-se sentir em peso nas costas mal habituadas, começa-se a fazer sentir, quando precisas de tomar uma atitude, uma decisão importante e falhas ou te é difícil, porque o hábito assim o proporciona.
Entras em stress, em pânico, em parafuso, por coisas tão simples... Não te é habitual "pensares demais" nas coisas. Preocupares-te com elas. Com a responsabilidade ou exigência do trabalho que tens a fazer, dos documentos para assinar ou assuntos para tratar, nos mais diversos locais que desconheces, onde não se riem para ti, não te aceitam no grupo ou bebem uma cerveja contigo enquanto puxam do segundo cigarro, porque não estão entre amigos que se apoiam...
Por viveres a vida de forma tão vibrante, divertida e despreocupada durante tantos anos, as coisas que te rodeiam, tal como as pessoas, as aventuras, as coisas exitantes, loucas e diferentes, perdem força, beleza, curiosidade aos teus olhos. Tudo se torna "igual", parado, monótono, indiferente...

Viver, caro humano, não é a "curtição" num café, numa esplanada, em pleno desboche social, para quebrar tabus, ideias políticas ou ideologias sociais, mas sim na produção e desenvolvimento de quem tu és, e usares o que tens para dar, para melhorar o mundo. Não precisas de ir tão longe, basta fazer a diferença com aquilo que mais gostas de fazer.

Viver, tem como base dois pontos:
  • A construção de um império pessoal.
  • A construção de um império social.

A construção do teu império pessoal, é aquilo de que te constróis. É aquilo que és quando estás sozinho. É a maturidade e a personalidade que desenvolves ao longo da tua vida.
São as experiências que tiveste. São os erros, os fracassos, os sucessos. São os filmes, as séries, os livros, as revistas, os documentários.
Esse teu império pessoal, é o que te define. São os argumentos que possuis para provar porque gostas da cor, ou da música, ou do filme que te dizem tanto.
Se não és capaz de crescer por dentro, será dificil cresceres por fora quando estiveres sozinho. E acredita, um dia vais estar sozinho... E se não estiveres sozinho fisicamente, vais estar sozinho de forma pessoal, sem conhecer ninguém e ninguém te conhecer. Nesse dia, quando o teu Eu surgir, vais sentir na mente que não foste capaz de desenvolver nem de habituar, a solidão e a frieza do que é estar sozinho e dependeres de ti para sobreviver no mundo. Porque na verdade, criaturazinha, não tens valor nem és ninguém, tal e qual como eu.

A construção do teu império social, é tudo o que fazes com familiares, amigos, estranhos, empregados de mesa ou qualquer outro tipo de interacção com pessoas. São a "cortição" até às tantas da noite com os amigos e colegas, seja de trabalho, de escola ou de infância.
São as tardadas ou as horas prolongadas na esplanada do café, no meio de uma conversa para marcar presença, para rir e engalhofar.
São as cunhas, são as amizades rápidas, os namoros. São a capacidade de meter conversa para criar amizades, através da simpatia ou educação.

Ambas são importantes. Ambas te dão ferramentas para viver e saborear a vida de uma forma consciente e responsável. Pois de um lado tens a capacidade de estares sozinhos e criares os teus momentos, os teus sonhos, e do outro tens o amor ou a atenção que muitos de nós precisam.

A única diferença, é que preferiste desenvolver as tuas "competências" sociais, enquanto acreditavas que o teu império social crescia no mesmo passo.
Fazem mais por ti as caminhadas no meio da floresta, com ou sem GPS, o pôr do sol e aqueles pequenos momentos que te dão energia ou tristeza à alma. Faz-te melhor a exploração da gruta que negas existir dentro de quem és desde que nasceste. A escuridão da depressão de que todos transportamos como um cancro em bomba relógio.
Faz mais por ti um livro, que um cigarro e uma cerveja na mão.
É quando tens a cabeça debaixo da bota pesada, que te pressiona o crânio, te prende as mãos e te arranca do coração e do corpo todo o desejo e força de "viver", que passas a saber o que é realmente estar vivo e a importância que as coisas que nunca fizeste te começam a gritar tanto, até abrirem tuneis na pele, do nó da garganta às pontas dos dedos, como arrepios e assombros que em voz de lamentação, te fazem perceber e consciencializar de que deverias ter sido mais produtiva para contigo, ao invés de "curtir" a vida da forma mais despreocupada e luxuosa possível, porque "só se vive uma vez."

Mas é precisamente aí que pessoas como tu se enganam, se engasgam, se tornam hipócritas. É nesse momento de paralesia social do "desboche" e "curtição", que param, que estagnam. Porque é verdade que só se vive uma vez, e que se deve levar e fazer essa caminhada da forma mais alegre e preenchida possível, só não te podes esquecer de que para viver ao máximo, precisas de comer, precisas de roupa, de um tecto, de uma cama, e essa vida tão maravilhosa que levas de adolescente irreverente, um dia acaba, porque o dinheiro é emprestado pelos teus pais, como injecções de capitais.

Se não fizeres pelo teu futuro, não terás nenhum.


Para ti, que não fumas nem bebes, que não sais muito de casa e tens poucos ou nenhuns amigos com quem sair... Lê; Percebe que não precisas de nada dessas coisas para viveres. Para cresceres, para te tornares num homem ou numa mulher. A tua história não se constrói no meio de venenos e vícios que te sugam o pouco dinheiro que tens todos os meses. E o tempo que estarias num café, poderias estar a ler um livro, a escrever, a desenvolver projectos. Não precisas de ter medo por andar sozinho(a).
Sê tu próprio. Não te sinjas por modas, nem pelo que os outros fazem.
Acusarem-te de não viveres, de não curtir a vida, não significa que estás errado, signfica que preferes investir o teu tempo noutras coisas.
Usa esse tempo livre para enriqueceres a tua cultura geral. Para ler, para compreender melhor o mundo que te rodeia.
Constrói e solidifica a essência daquilo que és. Tornares-te melhor de ti para os outros. Cada tentativa que resulte num erro, estás a um passo mais próximo de te tornares quem sempre desejaste ser. Mesmo que te inspires em alguém físico, ou no personagem de um livro ou das tuas histórias, reconhece e percebe que um dia irás lá chegar, irás ser tão bom ou melhor do que aquilo que sonhas.
Dá tempo. Alcançar esses objectivos demora anos.
Uma dica... Põem os pés fora de casa ou os pés bem acentes na terra. Sê analítico em tudo o que te acontece ou te rodeia. Não deixes as emoções tomarem e controlarem as tuas decições. É esse o caminho que tens de percorrer para te tornares alguém ainda mais interessante. Crescer! Descobrires-te, re-inventares-te. A ti, e à tua história. Virares a página do teu próprio livro, e continuares, levando contigo tudo o que sabes, tudo o que sentes, tudo o que sonhas, tudo o que te faz sofrer e sorrir.

Tu, que me lês, e és um merdas; Sentes-te um merdas ou te fazem sentir um ninguém que não sabe aproveitar a vida, curtir, festejar, fazer amigos. Vou-te contar um "segredo".
Para poderes fazer alguma coisa da tua vida, tens de começar uma revolução dentro de ti para alcançar a mudança mais importante da tua mente: Confiança!
Enquanto não tiveres confiança em ti, nas coisas que fazes, nas coisas que dizes, e te deixares dominar pelas incertezas, pelos medos, pela vergonha, pelos pensamentos negativos, pela depressão ou pela morte daquilo que testemunhas todos os dias de ti próprio, vais continuar a caminhar na mesma estrada, com espinhos e árvores tombadas.
O dia em que respirares confiança, vais enfrentar o próximo degrau: tornares-te Macho/Fêmea-Alpha. E por muito que finjas ter confiança, um dia isso vai tornar-se parte de ti como o caminhar, e não há mal nenhum nisso, porque no fim e no fundo, todos nós usamos máscaras.
Os ombros vão estar direitos, as costas deixaram de estar quebradas pelo medo e insegurança, e o teu caminhar vai ser firme e confiante.
Com o tempo, com a luta que pretenderes fazer, vais perceber mais tarde que TU podes alcançar tudo! Que TU podes fazer tudo, ser tudo, ir a todo o lado e perguntar o que quiseres! Porque a vida, torna-se muito mais simples, muito mais fácil, quando a vês sem medos, sem vergonhas, sem o nervosismo de interacção humana.
Depois do teu exame de condução, o medo de conduzir controlava a tua mente. Injectava em ti sonhos aterrorizantes de acidentes e multas. No entanto, com o tempo, ganhas-te confiança nos pedais, nas mudanças, no volante, e em ti mesmo. Se olhasses para trás, para a tua primeira aula de condução, dirias que foi uma das experiencias mais assustadoras da tua vida, mas que conquistaste, com o tempo, por muito dificil que tenha sido.
É precisamente assim que deverás ver a vida. Não há razão para ter medo, vergonha, incertezas, receios, nervosismo, ou entrar em paranóia ou stress por algo tão insignificante.
Porque o segrego, é saberes que o podes fazer! É saber que com o tempo tudo se torna um hábito ou te nsai aturalmente.
É agarrar a vida pelos cornos! Torcer e amassar! É rasgar tudo aquilo que te prende numa zona de conforto que existe apenas na tua mente, e seres a pessoa curiosa que és! Perguntar, descobrir, aprender.

Não precisas de beber, de fumar, de sair à noite, de ir ao cinema, de ter montes de amigos e te sentires integrado num grupo. Isso são tudo cadeados que te prende nas caixas daquilo com que a sociedade te pretende controlar e desmiular. Esses vicios e fraquezas não fazem parte da pessoa que és; da pessoa que escondes e guardas dentro de ti: o Macho/Fêmea-Alpha! O líder! O corajoso! O destemído! E não há mal nenhum em seres tudo isso porque os outros não fazem ideia nem querem saber.

Enquanto não te puseres á frente do urso, não saberás que tens um lobo dentro de ti. Se vais sair, cordeirinho, sai à vida agarrando-a pelos cornos! Torce e amassa! Tudo o que tens de fazer, é saber que o podes fazer. Só tens de ir lá e conquistar. E mostra a todos os filhos da puta que te disseram que não podias fazer nada da tua vida, que estás a caminho! Porque tu vais conquistar tudo aquilo que eles disseram que não serias capaz. E lembra-te: Tudo aquilo que não te matar, é melhor correr!!!
Tens dentro de ti tudo o que precisas para ser um líder, para conquistar e dominar a tua vida e o que desejas para ti. Será com esses pés que vais desbravar caminho para que outros te sigam. Será com essas mãos que irás criar o que mais desejas. Com a tua postura, irás dominar e conquistar qualquer lugar que entres. Se errares? É natural, como a natureza. Não vives para aprender, aprendes para descobrir realmente como viver.
Tu constróis a tua vida.

Mas... e quando te sentires triste? Vazio, com medo, nervososo, envergonhado, sensível? Aprende a perdoar. A perdoar aquilo que és. Aprender a analisar o porquê das coisas que te deixam assim. Além disso, quem disse que depressão é uma coisa má? Que descer até ao fundo do poço é uma coisa horrível? Que ter medo te destrói? É com os momentos mais tristes e infelizes da nossa vida que podemos valorizar o sorriso, a gargalhada, a piada, os momentos realmente bons, bonitos e genúinos. Pois para sentires o carinho e o afecto de um abraço, tens primeiro de sentir a solidão e a tristeza profunda. Aprende a abraçar a solidão e tudo o que ela traz consigo.

Existe uma frase muito interessante sobre relacionamentos:
"Ao inicio é tudo muito bonito. Cheio de amor e paixão; A pessoa lambe-te de alto a baixo e de um dia para o outro, deixas de ser alguém."
As pessoas à tua volta, têm o Síndrome Titanic. O que me sempre me diferenciou de pessoas da minha idade, é que eu sabia que o navio iria bater um dia. Enquanto eles estão na "curtição", a fumar, a beber, a "viver a vida", despreocupados por o navio ir bater no iceberg, eu já comecei a aprender a nadar.
Consciêncializa outra coisa: Essas pessoas que conheces, que vão para os cafés, ou que bebem e fumam, que saiem de casa para "aproveitar" a vida, que saem à noite, grande parte dessa gente não tem filhos, não tem obrigações financeiras dispendiosas todos os meses. Muitas não trabalham, não têm filhos, só estudam, e os papás sustentam todos esses gastos de vida louca. Vivem a vida com o dinheiro dos pais, e não há nada mais humilhante para o carácter de uma pessoa dessas, do que usar e gastar o dinheiro de outras pessoas, para aclamarem e plenos pulmões que eles é que sabem "viver a vida", e curtir, e que eles é que são fixes porque têm amigos, e saem de casa, e fazem festas e vão todos juntos até á praia. Mas alguém os sustenta...

A construção do teu império pessoal, da tua pessoa, da tua mente, da tua solidão, da tua força, da confiança e da tua presença, é a escada mais importante que subirás na vida. Tu és o Alpha.
Se as coisas não te desafiam, não te irão mudar. E quando um dia olhares para trás, para a pessoa que és hoje, vais sentir orgulho ou saber que podias ter feito mais?

O que farias se não tivesses medo?

O que farias?
O que dirias?
Onde irias?

Isso que sentes, que te prende, é o único obstáculo entre ti e a realização de tudo o que desejas ser. É uma pergunta que te faz tremer, porque descobres nesse ponto de interrogação o vazio em que sempre sobreviveste, sem nada para espremer, sem nada para emoldurares. Foste, simplesmente. Existes meramente, como um peão num jogo de xadrez. Como uma cara no meio da multidão, no plano de fundo da vida dos outros.

Vais ter medo a tua vida toda, ou vais fazer alguma coisa com ela!?

domingo, 24 de julho de 2016

A invasão da Europa...


[Adolf Hitler and Eva Braun by Heinrich Hoffmann]

A invasão da Europa por parte dos refugiados, não traz apenas crianças e mulheres que fogem de uma guerra civil, perpetrada pelo grupo radical islâmico ISIS; Traz elementos preparados para desencadear um conjunto de revoluções dentro da própria União Europeia. Homens fortes, treinados no seu país de origem, que esperam o "sinal" para fazer explodir o pânico e a desconfiança nas ruas.

Coloquemos os pontos nos i's, e deixemo-nos de rodeios perante a realidade dos factos e a verdade do que está a acontecer: Esta guerra é ideológica, política, religiosa e racista!
O objetivo é simples: Conquistar toda a Europa. Destruir os seus valores, as suas leias e principalmente a sua religião!

", por certo, algo como um conflito, se não uma guerra, entre o Ocidente Cristão e os Islão." - Pag. 61

"... o problema politico do Islão está em que ele não encontrou a sua forma política." - Pag. 62

"Muitos europeus, ou ocidentais, com boas intenções, dirigem ao Islão o concelho urgente de se reformar, mais precisamente o de realizar as reformas religiosas, sociais e políticas que permitirão aos muçulmanos participar plenamente no mundo comum e na humanidade reunida que se desenham. Esse concelho ocorre-nos tanto mais naturalmente quanto a Europa tem uma experiência particularmente longa e rica desse tipo de mudança profundas, nas quais a associação humana que muda preserva, porém, a sua continuidade subjectiva." - Pag. 62/63

"É possível ver-se aí uma das grandes causas da dificuldade do Islão em praticar efectivamente a democracia: por um lado, a Lei indiscutível exclui ou limita severamente muitas liberdades pessoais, que a democracia reclama: por outro, a enorme latitude da conduta dos príncipes, ou dos chefes, é incompatível com o respeito das leis democráticas." - Pag. 64/65
A Razão das Nações: Reflexões sobre a Democracia na Europa - Pierre Manent
A democracia na Europa, tem evoluído ao longo das ultimas centenas de anos. Através de invasões, trocas comerciais, queda de impérios, guerras mundiais e unificação de uma só moeda. (Euro €)
Os povos árabes, especialmente os mais pobres, estão há tantos anos em guerra, em conflitos em discussões religiosas, que pouco ou nada fizeram para impor a lei democrática e deixar para trás a lei da natureza.
A inquisição, a peste negra, os descobrimentos e as guerras mundiais, ajudaram a Europa a unificar-se. Foram o catalisador "bárbaro" -- me parte -- que nos fez re-escrever uma história sanguinária.
Demos ao mundo a revolução industrial, o comboio, o automóvel, prédios, pontes, auto-estradas, a prensa. E o que trouxemos dos Árabes? Números e matemática? A India é tão conhecida pelos seus deuses como pela sua incrível matemática e matemáticos.
Tudo o que nos foi oferecido pela cultura Árabe, quando ainda dominavam a Península Ibérica, fora roubado de civilizações vizinhas.
Os escravos negros eram comercializados aos Europeus, precisamente por mãos Árabes.

Sim, tivemos a inquisição que matou milhares de pessoas em nome de "Deus", que oprimiu e retardou o avança científico e tecnológico, mas fomos capazes de usar a democracia em nosso favor, quando renegámos a religião para segundo plano. Foram tempos horríveis, que eu próprio como Agnóstico/Ateu, condeno, mas somos hoje "civilizados". Independentemente do que aconteça no resto do mundo.
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Mas existe algo que estes invasores se estão a esquecer e que irá deitar por terra qualquer hipótese de sobrevivência da sua espécie na Europa/Ocidente.

100% da roupa que usam é proveniente de negócios que o Ocidente possuí com o Oriente.
100% das sapatilhas que calçam, são manufacturadas em fábricas construídas pelo Ocidente, no Oriente.
100% dos telemóveis que usam, são desenvolvidos e criados pelo Ocidente.
100% dos hospitais da Europa, são mantidos e geridos por médicos Europeus.
A educação na Europa, está mais avançada que a mentalidade dos próprios refugiados, incluíndo aqueles que sonham em invadir e conquistar o coração do Ocidente.
Quando tudo tiver conquistado, quando todos os brancos tiverem desaparecido:
Quem vai trabalhar nos taxis?
Quem vai trabalhar nos hospitais?
Quem vai trabalhar nas terras?
Quem vai usar as máquinas agrícolas?
Quem vai trabalhar nas fábricas?
O que raio é que eles sabem fazer!?
Se eles querem realmente conquistar todo o Ocidente, utilizando o controlo de nascimentos a seu favor, -- para cada 1 filho europeu, os refugiados terão 3 --, como irão ensinar nas escolas? Como irão conduzir carros?
É que... eles sabem o que sabem, e têm o que têm, porque lhes estamos a ensinar. Deviam sentir-se agradecidos e não violentos. Deviam escolher a diplomacia e não a revolução militar, de arma na mão e reconquista nos olhos.

Quando nenhum branco existir, irão voltar ao tempo da pedra. Eles são a prova viva de uma cultura que não evoluí à mais de 2000 anos, que ainda não teve, nem fez, qualquer avanço científico, matemático ou filosófico.
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“Porque razão 120 civis inocentes merecem morrer na Síria por 84 civis inocentes terem morrido em França?”, pergunta McAdams. -- FRANÇA “VINGOU-SE DE NICE” COM BANHO DE SANGUE NA SÍRIA


Estas novas ideologias "humanísticas" de pró-refugiados, que os acéfalos do "pró-multiculturalismo" tentam obrigar-nos a engolir, em que uma pessoa que mata 84 pessoas é visto como sendo um pobre coitado com problemas psicológicos, começa seriamente a destruir a democracia e a sanidade de toda a União Europeia, incluindo a própria democracia, que sofreu, durante séculos, alterações e "reformas" para chegar ao que é hoje.


Sinto-me ofendido por tamanha barbaridade que leio nos comentários e na noticia.
Esta gente podre, que chora 260 civis, tentam fazer-me sentir mal, sentir-me culpado pela morte de gente externa ao Ocidente, à democracia e às leis.
Fazem-me sentir o opressor, o erro, a "mente fechada", o "racista" sem coração, apenas e só por expressar a minha opinião.

Mas eu não vou pedir desculpa.
Não me vou sentir mal por morrerem  260 pessoas. Faz parte da guerra.
Se 84 franceses morreram, para mim é triste. Se 260 pessoas morreram no outro lado do mundo, não me faz diferença nenhuma. Cada país e continente tem a sua história, o seu passado, as suas guerras e tratados de paz.
A Europa teve 2 guerras mundiais e hoje une-se num só exército: NATO.
Partilha fronteiras, sem perder os seus costumes.
Partilha leis, ideias e decisões, sem que cada país perca o respeito ou o controlo do seu "pedaço de terra".
Estou pela Europa, porque ela apesar de todas as guerras e conflitos, da inquisição e de pestes negras, conseguiu, como países, invadidos e conquistados, de conquistadores do mundo, transformar a diferença em algo positivo e lucrativo.
Não vou pedir desculpa por 260 pessoas. Os Estados Unidos mataram bem mais logo após 2001 e ninguém as chorou, porque ei de chorar eu!?
Porque me devo sentir culpado?
Eu não conduzi nenhum camião contra pessoas.
Eu não lancei nenhuma bomba.
Também não fiz explodir um aeroporto nem andei à machadada a pessoas dentro de um comboio.
A realidade, é que a Europa está a tornar-se excessivamente apaneleirada.
Tudo se sente ofendido por tudo e por nada.
"Todos os brancos se devem sentir mal pelo que fez no passado."
"Devemo-nos sentir mal pelas pessoas que fogem de um país em guerra."
Portugal foi invadido 3 vezes pela França e a única coisa que o povo deixou para os invasores, foram Uvas e Limões.
No México decapitam pessoas à catanada e ninguém chora.
Nas favelas vivem crianças que só conhecem a vida da droga e ninguém as chora.
Torna-te homem e mulher!
O mundo está em guerra à muito tempo, não é só de agora! Se queres fazer alguma coisa de útil, vai para as trincheiras combater! Agora não defendas é uma ideologia que não tem leis. Que não sabe o que é democracia e que vive, apenas e só, através de um livro.

Não vou pedir desculpa pela morte de quem não segue leis. Que vê na Europa um "país" livre de se ser e fazer o que se quiser sem qualquer opressão religiosa ou política. Para eles que vêm de países sem uma verdadeira revolução filosófica, olham para nós como um paraíso onde não precisam de trabalhar nem pagar casa, carro e hospital, pois tudo lhes é dado de borla.
Porque são vistos, e fazem-se de, coitadinhos, pobres, que fogem da guerra, da fome e da miséria, da tristeza e da perseguição. E o povinho burro da Europa, que condena mais depressa um pedófilo que um estripador, acha-se no direito de ajudar tudo e todos os que vêm para cá. De oferecer o nosso lucro a gente que nunca fez nem fará nada pela paz democrática. Que não tem os mesmos valores ou sequer interesse em fazer da Europa, algo melhor.

Os meus antepassados lutaram e revolucionaram-se para que um dia os seus filhos e netos vivessem em paz e harmonia. Eu não vou chorar nem pedir desculpa!

quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

A diversidade cultural pode tanto dar como tirar...


O "Ocidente" levou ao mundo a revolução industrial, depois do "Renascimento", do "Iluminismo", do "Humanismo", e do "Liberalismo".
Napoleão Bonaparte acrescentou um "plano nacional de saúde" e a escolaridade "obrigatória" para todas as crianças.

Aperfeiçoámos e desenvolvemos novas técnicas nas mais diversas áreas: Arte, Filosofia, Ciência, Geometria e a Aritmética, recriando aos poucos uma nova biblioteca da Alexandria, com a ajuda da família Medicis.
Espalhámos a nossa ideia pelo mundo com a ajuda de uma cruz às costas, e tudo o que fizemos com este conhecimento, foi a conquista do espaço, meia dúzia de vacinas, nano tecnologias e a ideia de que as pessoas precisam de consumir para se sentirem parte da sociedade. Uma sociedade cujo o único objectivo é ter dinheiro e não conhecimento.

A Etnologia mostra-nos e explica-nos, que as sociedades diferenciam-se entre si. Pense nas diferenças culturais que e existem na Europa, de Norte a Sul, de Este a Oeste. É mais do que óbvio de que partilhamos um mentalidade ou regras cívicas, por entre todos os países da União Europeia, mas somos no entanto muito diferentes. Os valores em Portugal não são os mesmos que em Inglaterra ou Alemanha, porque somos um país pobre e com uma incapacidade tecnológica militar e verbas científicas com o qual nos possamos comparar intelectualmente ou tecnologicamente. Relativamente à America, como se costumava muito dizer na década de 1990 a 2000, estamos atrasados 20 anos. Contudo, comparativamente à informatização de Inglaterra ou França, os serviços públicos estão apenas 1 década ou talvez nem isso. A nossa sociedade, Portuguesa, é madura, não está atrasada verdadeiramente no sentido literal. Todas as sociedades, mesmo a dos índios, está actual. A história em volta da europa, esteve mais vezes e mais tempo parada no tempo, a nível filosófico e tecnológico, que quase se equipara aos tempos babilónicos. A nossa evolução não é gradual, é aos saltos, aos pulos. Não é tão fácil como subir umas escadas.
Desta forma, podemos perceber que a sociedade é moldada. Costuma-se até dizer que estamos "Americanizados". Sofremos de uma lavagem cerebral e ninguém se dá conta; Ainda assim, falam mal de Joseph Gobles e Adolf Hitler, as mentes por de trás da grande máquina manipuladora que foi adquirida, trabalhada e aperfeiçoada pelos americanos. Sendo mesmo assim, Edward Bernays, o pai da propaganda moderna, que fez a sociedade comprar um produto porque isso a faria sentir-se bem.
Ver mais em: Ethos (2011)

O nosso planeta é governado pelo Ocidente, que manipula todas as outras sociedades/culturas através de um "ambiente" de escravidão, como o caso da China. Somos controlados pelo "Fast-Fashion" e pelo design sublime da Apple; O luxo, o grumet, o sexual.
O único objectivo das civilizações "modernas", "industrializadas" e "desenvolvidas", é dar a ideia às pessoas que as compõem, que comprar é algo importante e indispensável para sermos felizes.

"A erva é sempre mais verde do outro lado da cerca!"

E por esta mesma razão, estas ideias, vendidas através de todos os mecanismos de comunicação social, fazem-nos crer que:
Aceitar a junção de culturas é algo positivo.
Que aceitar a homogeneidade de uma sociedade, é algo bom.
Que aceitar a destruição de barreiras culturais, é positivo para todos, incluindo os países em questão.
Que aceitar a forma de vida dos outros países, é algo "saudável".
Mas há sempre alguém que sai a perder com tudo isto! O país que aceita uma troca, por assim dizer, da sua cultura "pobre" por uma cultura mais "rica", irá perder a sua estrutura, a sua origem, as suas cartas na manga. É isso que faz cada sociedade única. É a partilha de conhecimento, de ideias novas e formas diferentes de ver ou resolver o mesmo problema. Se não existirem diferenças, não existem coisas novas. Porque como todos sabem, a competitividade, gera novas ideias/inovações. Obriga ambas as partes, sejam empresas ou pessoas, a melhorarem-se mutuamente. Se não existirem diferenças, como as á até na escrita, de autor para autor, de músico para músico, tudo aquilo que nos satisfaz seria extremamente monótono.

"A ignorância cria o caos, não o conhecimento."
Lucy em Lucy (2014)

A diversidade cultural pode tanto dar como tirar. Porque uma coisa é explorar ideias que funcionam, e outra é homogeneizar culturas.
"Raça e História" - Claude Lévi-Strauss [Nova Vega, Passagens]

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Um sonho persegue-nos, nasce connosco...

[Soldiers going to battle - Pinterest]

Two Steps From Hell - Moving Mountains
When you see the huge enemy armada coming out of the fog...

A cavalaria despedaçava a erva e o orvalho com a luz da lua a seus pés. A marcha conquistava a orla da floresta onde tinham montado acampamento para flanquear em surpresa a primeira vaga que desembarcaria naquela fatídica manhã de remos e água gelada a escorrer-lhes nos corpos.
Na cabeça do plutão surgiu Afonso Henriques, um promissor cavaleiro e futuro rei de "Portu Gal". O número de elementos da sua unidade de ataque, era inferior às ajudas dadas pelos espanhóis, naquela zona longínqua do reino de Leão e Castela, invadida por muçulmanos.
Ao longe, já a cobrir a praia como formigas famintas, desembarcavam os invasores, conquistando passada a passada, espalhando o seu odor e a sua lingua pelo ar. Contava-se uma inferioridade de cinco para um, contra a coligação de Portugueses e Espanhóis. Estes últimos quase desistiram de um ataque, optando pela diplomacia, mas Afonso não estava preparado para dar de mão beijada as terras de seu pai a meio bando de homens grosseiros que vinham da outra ponta do oceano. Se queriam um pedaço da Peninsula Ibérica, teriam de passar por cima do seu cadáver.
-- Henrique, não temos soldados suficientes! Sê razoável! -- aconselhou-o seu grande amigo de infância.
-- Prefiro morrer pelo que acredito! Morrer por um sonho! A fugir como um cão cobarde de rabo entre as pernas.
-- Ao menos espera por eles! -- pediu.
-- Não te preocupes meu belo amigo, nós chegamos para todos eles! Vê! Vê como eles se arrastam de cansaço por esta terra bonita! O que dirão os teus filhos e os filhos dos teus filhos? Esta terra é nossa, foi-nos dada por Deus, por meu pai. Acredita em mim, hoje, nós vamos fazer história! -- desembainhou a espada grande e pesada com um só gesto e apontou para a horda de homens já vencidos pelo cansaço. -- Pelo futuro dos nossos filhos! -- brindou de espada no alto, incentivando o guerreiro no peito de todos os homens que o seguiram durante dias até àquele ponto.
A cavalaria e infantaria de Afonso Henriques, rasgou o ar num arrepiar de rugidos guerreiros que se fizeram ouvir poucos minutos depois nos ouvidos dos muçulmanos ainda habituados ao som da rebentação das ondas e do remos baterem na água.
-- "Vejo neste país um futuro invejável! Só temos de ir lá e conquistá-lo!" -- pensou o primeiro herói de Portugal.


Um sonho persegue-nos, nasce connosco, bem no fundo da nossa mente. Existe por trás de cada ideia, cada palavra, cada sentimento e surge num único lugar: na saudade de cada português.

domingo, 31 de agosto de 2014

És um podre...

[- by harequil]

Subiu o banco, recordando as vezes que ganhava altura para roubar os doces do armário. Deu um nó à volta do pescoço e pendurou a corda na viga mais forte da casa. Esticou a corda, levantando-se ligeiramente em bicos dos pés e resistiu à gravidade que os chamava. Chorou, recordando a felicidade inocente que iria deixar para trás, na escuridão. Recordou, sem viver, cada memória que julgava existir no pequeno espaço da sua mente. Mas nenhuma delas tinha realmente valor, pois na morte ninguém deixa nada no mundo a não ser a influencia das emoções ou o trabalho que ajuda a compreender um vazio que nas profundezas obscuras da nossa galáxia não interessaram a ninguém, muito menos ao pó das estrelas ou aos pedaços de pedra flutuantes.
A sua vida era uma tragédia de sonhos fracassados. Uma falsa realidade ao qual tinham por hábito chamar-lhe vida.
-- Faz-te à vida!
Mas qual "vida"? Nasces, ensinando-te desde muito cedo que és especial, que tens valor, que tens capacidades e que deves seguir os teus objectivos, os teus sonhos, as tuas paixões, e acima de tudo, ser feliz e viver cada dia ao máximo. E o que é a vida? É viver? Sobreviver? Uma ilusão da mente que não quer ser esquecida. Um horror aos olhos de quem não quer esquecer a beleza caótica que não vêm e que apenas sabem admirar. Não existem histórias para escreveres. Não existem estradas para percorreres ou caminhos para criares. Não existe nada que possas mudar por ti, e até a vida te é roubada na morte! E a morte... essa tornar-se-à a tua vida, de onde não poderás fugir. Para todo o sempre, ficarás confinado no infinito universo fracamente iluminado, porque até nele nada existe para ser visto.
Não existe vida na tua vida, nem sonhos nem ambições. Não existes, sobrevives, aguardando a única certeza, que será a morte, e mantendo acesa a chama daquele ou daquela que um dia encontrarás, e que te fará a pessoa feliz que tanto mereces.
Mas a corda ao pescoço não quer saber dos teus amores! Não quer ouvir as tua lamentações ou perceber porque choras. Chamaste a morte ao subires ao banco, e agora que ela se apresenta acobardaste? Queres viver afinal? E o que sabes tu de "viver"? Se respirar não te ocupa a mente? Se sentir a água escorrer-te pelo corpo não te transporta para a irrealidade da tua consciência, que dentro de toda a caixa e funil de que foste e és, será a única coisa real e palpável que terás para o resto da tua vida...

Estás sozinho. Deram-te à luz, expuseram-te aos micróbios e bactérias, a um mundo que não conheces e nunca irás descobrir, porque não nasceste para viajar e ser especial. E para sobreviveres neste mundo de horrores, as tuas células, num grito desesperado e instintivo, ensinaram-te a caminhar e mais tarde a correr, para que fugisses. Mas tu és daqueles que se deixou ficar a admirar a natureza das coisas, ao invés de correr atrás de um "sonho".
Os outros, julgam viver, julgam correr, julgam ser felizes, mas o que sabem eles da vida? Os teu podres, só são podres se os vires como tal. Trabalha a merda que cagas, embeleza-a, faz dela uma obra de arte. Transforma aquilo que tens, naquilo que queres ser e não és. Amassa bem a tua matéria prima, e reconstrói a corrida que te ensinaram para fugir da morte. Lê, aprende e ouve. Não fales a menos que seja necessário. Não interajas a menos que seja preciso. Observa e aprende a não errar onde os outros erram. Não, não é só a tua vida que é uma tragédia, a dos outros, muitas vezes parece um filme de terror. E até a aventura daqueles que viajam e se dizem realizados, 90% do tempo, é um tédio que precisa de sentir a adrenalina nos outros 10%, para esquecer a infelicidade daquilo que são. Não és melhor, mas tens-te saído bem! Não tens grande coisa nem és nenhum cientista que salvou milhares de pessoas, mas a razão de não o seres, baseia-se nas variáveis que fazem de ti uma pessoa única. E é por isso que estás a ler este texto enquanto tens a corda ao pescoço e te ergues no topo de um banco com apenas três pernas.
É verdade que não podemos ser todos médicos, nem todos ricos ou professores, porque precisamos de pessoas que limpem as casas de banho do shopping que frequentas, ou que limpem a mesa suja onde te queres sentar a comer com a tua família ou amigos. Ou pessoas que te atendam nos super-mercados, que tomem conta dos teus filhos ou da tua mãe/avó agora numa cama de um lar para idosos, que se sujeitem a limpar a merda e o vómito que tu te recusas a ver e/ou limpar.
Queres ser grande? Queres ser importante? Queres ser rico? Tenho um "segredo"... o esforço e o trabalho não farão tudo, precisas de SER e caminhar como se o fosses! Grande, importante, rico, inteligente, destemido, aventureiro. Mas nunca te podes esquecer de ser humilde e ter respeito por quem te serve.
Mas é claro que também podes ser um granda cabrão e um a granda cabra e fazer o que te apetecer! Trepares por cima de todos, e só parares quando chegares à tua meta.
Ou viveres os teus sonhos de forma tão intensa, que te fará acreditar que tens super poderes ou, por alguma razão, és melhor do que certas pessoas, só porque lês mais, ou tens mais amigos, ou aceitas melhor.

Queres fazer parte da população que se governa ou governareste a ti mesmo? Então começa-te a preparar! Um dia vais ter uma namorada(o), que com o tempo se tornará mais do que isso, e terão filhos. Quando essa altura chegar, como irás governar a tua casa, se não governas o teu quarto e a tua mente?
Manda os outros à merda! Sorri e agradece quem te serve. Não precisas de amigos, nem de cunhas, precisas de um apertar de mão forte, de um argumento confiante e de uma personalidade que não vacile.

Mas agora, o melhor que tens a fazer é saltares do banco e esperares que a próxima vida seja melhor...

domingo, 25 de maio de 2014

Violência, gera...


"Violência gera violência."

Não! Violência não gera mais violência, desenvolve tecnologia! Desenvolve técnicas de construção, armamento, medicina, educação, e a vida quotidiana de uma civilização. A guerra, é um mal necessário e importante para a nossa civilização progredir. É necessário existir, do outro lado do mundo, alguém que faça o mesmo. É importante que existam concorrentes directos e indirectos, caso contrário nada disto existiria.

Para cada ano que a tecnologia avança na nossa sociedade, a tecnologia militar avança quatro. E a tecnologia avança, porque continua a existir gente que está contra o sistema. E enquanto elas existirem, a nossa segurança é melhorada. A nossa saúde, os nossos transportes, alimentação, tecnologia, comunicação, etc.
Foi por existir uma grande violência silêncios (Guerra Fria), que os Russos e os Americanos fizeram uma corrida ao espaço. Foi através de violência que Hitler subiu ao poder e deu ao mundo grande parte da tecnologia que vemos hoje no século vinte.

Mas vêm então os moralistas da internet, armados em pseudo-intelectuais, armados em galifãs por andarem na universidade, pertencerem a grupos de praxes. E até mesmo aqueles que são contra Racistas. Os chamados Anti-Brancos, que vêm com palavras em inglês explicarem que o novo movimento Pro-White é uma maneira mais ligeira de se ser racista. Bem... se o mundo não tivesse sido explorado por brancos, estávamos todos na merda. Verdade seja dita. Ou não fossem a grande maioria das potências mundiais governadas e construídas por Brancos.
Mas como estava eu a dizer: Aparecem para aí os hípies, com os seus cartazes e marchas de protesto contra a violência, sem terem sequer a consciência de a natureza sempre se governou com violência, eugenia, lei do mais forte, mortes, assassinatos, e muita luta.
São contra a violência física, apesar de ainda hoje existirem torneios de luta. De existirem desportos que são uma versão simplificada de guerra entre dois grupos.
Futebol, rugby, hóquei, etc. Combates de vale tudo, Karate, Krav-maga, MMA, UFC, etc etc. Tudo e qualquer coisa que envolva duas equipas ou dois adversários.
Toda a vez que uma equipa ganha, a derrotada treina ainda mais, estuda ainda mais, prepara-se ainda mais. Porquê? Porque foi "agredida" e não quer pertencer aos fracos, porque os fracos é para quem não se sabe nem pode reproduzir. Adicionando a essa ideia invisível o "semear a sua semente".

Se não existisse violência, ou competição, nunca teríamos evoluído para o animal que somos, e proibir essa nossa natureza violenta, é ser contra uma espécie inteira. E ser contra uma espécie inteira, OU, serem contra pessoas que usam guerras e violência, é o mesmo que não aceitarem serem pequeninas neste mundo gigante. É quererem e exigirem serem reis se nunca terem feito nada por isso. É quererem repartir riqueza, suor e sangue por quem nunca lutou ou fez o que quer que fosse. Muito sinceramente, são ideias como estas, de Anarquistas, que detroem cidades na América. É por causa destes hipies, contra racistas e guerras, que o mundo não evolui.
Há coisas realmente pelo qual se deve lutar, como o acabar com violência e abandono animal. Tentar acabar contra a industria farmacêutica e as suas políticas.
Existe poder, mas esse não está nas nossas mãos, porque se assim fosse, todo o mundo entraria em guerra e seria o caos constante.
Parece que estas pessoas, pseudo-intelectuais, se esqueceram daquilo que foi um dia Roma, Grécia, Sparta. Os grandes catalisadores da civilização Ocidental, que deram origem às grandes super-potências mundiais. Defendiam o sei reino com o próprio corpo. Batalhavam por todo o seu império, para controlarem populações amacacadas.
Foi em Roma que se deu a revolução judaica, e foi lá que os soldados romanos a controlaram. Foi roma que deu vida ao mundo, que o impulsionou.
Foi Portugal que tornou o mundo redondo, e conquistou-o sem nunca fazer grandes guerras. Não como fizeram os espanhóis durante 800 anos. E vêm vocês para aqui dizer, que violência gera violência!? CLARO QUE CRIA!! E ainda bem que cria, caso contrário vocês estariam a falar espanhol e não Português! Estariam hoje sobre domínio espanhol e francês, porque simplesmente sucumbiram e renegaram à luta pelo território que um dia foi o sonho de D. Afonso Henriques.
E renegarem o império daquilo que foi Portugal, Roma, Grécia, Inglaterra, França, Alemanha, Espanha, só porque são contra violência!? É o mesmo que tatuarem na testa: "Sou contra brancos! Viva a diversidade de culturas!"

Violência, quer eu queira quer não, é o que move o mundo. É o que lhe permite criar tecnologias que daqui por 4 anos a vamos utilizar. Ou vocês acham que as fraldinhas que põem nos vossos filhos e as que usaram, que tem uma história muito linda!? NÃO TEM!! A necessidade surgiu na guerra fria, quando os Americanos começaram a levar homens para o espaço. Não fosse a segunda guerra mundial e a Alemanha nunca nos teria dado o micro-ondas, frigorífico, satélites, telemóveis, computadores, internet, aviões, comboios, auto-estradas, carros, jipes.

Existe muita violência desnecessária neste mundo, que acabará por desaparecer, como é o caso do abate de elefantes e leões em África, por parte de famílias ricas e abastadas, mas enquanto isso não acontecer, não venham com moralismos. Não estou a dizer que esta violência em particular se deve deixar e permitir que continue a acontecer, mas com os outros tipos de violência: Escravidão, irá acontecer, quer seja em África ou na China.
Percebam que É o negócio da droga, tráfico humano, religião, guerras em áfrica, china, etc etc, que gera dinheiro que sustém a economia do mundo. A crise Europeia aconteceu, quando no Oriente se fecharam aeroportos que transportavam a droga para a América e o interior da Europa. Bastou fecharem, que toda a economia global deu o badagaio. Se acabarmos com a escravidão, tirarmos do poder políticos corruptos, prendermos chefes de estado, de empresas corruptos, e acabarmos com toda a riqueza e elitismos, não teremos um mundo cor-de-rosa, maravilhoso e bonito, perfeito para toda a gente, mas um caos total que levaria anos a erguer-se porque... todas as leis, de todos os países teriam de ser re-escritas e isso demoraria décadas.

Eu também não gosto de guerras no mundo, de escravidão, de violações, raptos, tráfico, de violência física e psicológica, de preconceitos e de existir gente com fortunas e riquezas, máfias, corruptos. MAS... também não gosto de não ter sucesso com as mulheres, ou de um dia vir a morrer sozinho sem deixar descendência, só porque sou tímido, parvo, filho da puta, porco, narcisista, feio, defender edeologistas racistas ou preconceituosas, apesar de haver muito gajo ignorante a reproduzir-se em todos os cantos sem qualquer tipo de personalidade ou consciência própria, como é o caso desses moralistas anti-tudo, só porque gostam de ter mulheres do seu lado, e tudo se torna mais fácil por aceitarem tudo e darem o cu, só porque sim e porque elas gostam de homens assim.
Eu aceito que exista gente melhor, mais inteligente e capaz do que eu. Eu aceito que nunca vá ter filhos e que morra a um canto. Eu aceito que haja gente mais rica, com fortunas e donos de metade de Portugal. Eu aceito que sou mais um peixe neste oceano governado por tubarões. Eu aceito! que sou menos do que os outros, e de que os outros, mais fortes e ricos, possam ser mais do que eu. Eu aceito e reconheço a elite que pode mais, me pode simplesmente espezinhar a seu belo prazer porque PURA E SIMPLESMENTE: PODEM!!! E se podem, não vão ser vocês que vão acabar com "a sua raça". Porque vocês ainda não se consciencializaram nem aceitaram que não são nada aos olhos dos chefes do mundo, que ao mínimo indicio de fim do mundo, têm o cu sentado num bunker qualquer ou numa nave espacial para o espaço.

Acabarem com toda a violência no mundo, é o mesmo que dizer que os animais selvagens vivem segundo actos primitivos. Chama-se "lei do mais forte". Ou vocês também são contra os leões caçarem gazelas? Contra os ursos comerem peixe, e as águias comerem coelhos bebés? Isso é o mesmo que estar contra a natureza, e estar contra a natureza é violência. São assim tão bebés!? Essa mentalidade infantil é o que fode um povo com 800 anos de história. Há quem possa beber uma garrafa de vinho de 2000€, comer num restaurante chique, conduzir um carro de luxo, ter um palácio e passar férias no Hawai todos os meses e vocês não. Paciência!!! Ou também querem ser reis?
Se querem mudar o mundo, combatam a fome! Combatam a caça excessiva de bacalhau! Combatam os raptos e violações em África, o tráfico humano nos países de Leste. Vão para lá! Usem as mãos e o corpo para defender a vossa causa! Mas preparem-se para derramar sangue.

Eu não estou contra vocês. MUITO pelo contrário! Só quero é que percebam que para se fazerem ouvir, vão ter de ser violentos grande parte do tempo. Se não o tivéssemos sido no 25 de Abril, ainda hoje estaríamos debaixo de ditadura. Se bem que... "querer mudar o mundo", são coisas para Miss Mundo. Só temos de o tentar melhorar, o que implicaria mudar também todo o sistema farmacêutico. Impossível. Por meia-dúzia de dias a foder no Brasil, os médicos cá vendem os medicamentos que a industria quiser. Traga cancro ou sida.

"A Guerra não é solução". Vai uma aposta!?

Nós podemos fazer muita coisa, mas só aquilo que eles deixarem fazer.
Eu não estou a favor da violência, estou contra quem não compreende a sua origem.

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sábado, 12 de outubro de 2013

Tu és a Malala, e devias deixar de ser criança...




Vi este texto no facebook, e li o artigo. Vi o video e fechei a aba um pouco confuso sobre o que tinha acabado de ver. Ao fim do dia, enquanto esperava que o sono viesse, o meu cérebro atirou-me de novo com a "noticia" sensacionalista que tinha lido durante o dia, e percebi.

Jovem, Malala, "terroristas" não querem saber se defendes a educação dos filhos deles. Estás errada em todos os sentidos, e pior ainda, fazem de ti e da tua "história" noticia. Precisas de crescer primeiro, antes de achares que atirar um sapato é melhor do que fugir ou acabar com a violência usando a violência. Precisas de ir às aulas de história, para perceber que o mundo não se fez só de abraços e de trocas comerciais, foi também através da conquista, de tortura, de guerras e genocídios. Dá uma vista de olhos a este video: "Map of Europe 1000 AD to Present" ou ainda este: "Europe/Middle East from 1000AD to the 2000".

Quando perceberes que assassinos estão na cadeia por uma razão, irás perceber a razão de haver guerrilhas no teu país. As pessoas que te "perseguem" não são formadas! Não andaram numa universidade, numa escola, ou numa instituição religiosa. Andaram nas terras, a brincar dentro e fora de casa a ver tudo o que lhes pertencia, ser roubado. São pessoas com ideais diferentes dos teus, e muito próximos dos de Hitler. Dominar o seu país e o mundo. Se lesses mais artigos na internet, e focasses a tua atenção em temáticas sobre a história do mundo, quer antigo, quer actual, irias ler e "aprender", que os países árabes nunca tiveram uma verdadeira "revolução" no seu país. Nunca foram países de conquistar outros países, como o foram a Alemanha, Roma, Grécia, Portugal, Espanha, Inglaterra e França. Perceberias que uma guerra no médio-oriente é eminente, pela simples razão de os seus povos começarem a desenterrarem-se das cinzas e poeira com o qual foram pisados pelos templários que tanto sangue e morte levaram às suas terras. Os próprios Espanhóis e Portugueses, apesar de não estarem em guerra e de exportarem e importarem muito dentro da Peninsula-Ibérica, não são um povo que se deixaria absorver pelo outro. Jamais se unificariam. E a razão!? Porque os nossos antepassados lutaram muito para podermos ter um país como o que temos hoje. Porque a história da Europa foi criada sobre constantes lutas, guerras e conquistas, quer por terra, quer por mar. Nenhum país no seu perfeito juízo cederia o seu território para criar um único país, sobre um único "rei". A razão de a "União Europeia" ter sido criada pela França, foi única e exclusivamente para que a Alemanha não voltasse a entrar em guerra com os restantes países da Europa.

Tu és a Malala, e devias deixar de ser criança... devias deixar de acreditar que podes mudar o mundo. Um mundo criado sobre sistemas de droga, guerra e políticas de monopólios que nunca conseguirás derrubar com: "Eu apoio a educação dos teus filhos, senhor-que-me-quer-matar.". Já fui como tu, em que acreditava que podia mudar o mundo. Mas não podes, não da maneira como estás a tentar fazer. Já muitos tentaram e nunca conseguiram. Eis um exemplo mundialmente conhecido: "A garota que calou o mundo por 6 minutos".
De certa forma, o problema nem é o facto de usares as mesmas ideias que Jesus Cristo copiou de culturas antigas, mas o facto de em países "civilizados" e "desenvolvidos", criar uma sociedade com educação, mentalidades, ideias e opiniões fracas, descontroladas, revoltadas ou emocionalmente fáceis de manipular. São sociedades americanizadas, sem qualquer tipo de civismo ou intelectualidade. Se queres mudar o "mundo", tens de mudar os pensamentos daqueles que levaram para o teu país, a tecnologia que os teus co-cidadãos não souberam construir e/ou desenvolver.

Da próxima vez não lances um livro, lança uma posta de pescada. Acredita, faz mais efeito do que atirar um sapato. Ainda não sabes? A crise na Europa começou porque um "analista" americano disse qualquer coisa, num programa qualquer de economia, de que a Europa estava a entrar em receção. A verdade é que também a China o está e não vês ninguém falar disso. Faltou a posta de pescada...

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Como cobrir um país em caos e violência...


Ponham os camionistas a fazer greve durante +/- 3 a 4 semanas.
Juntem os camiões de recolha de lixo pelo mesmo tempo.
Médicos por um período igual e intermitente, sem nunca fecharem as maternidades e as urgências.
Da mesma forma, intermitente, juntem os transportes públicos, Autocarros e Comboios.
Fechem bancos, centros comerciais, caixas de multibanco,
Fechem a Internet e as telecomunicações por períodos intermitentes de manhã à noite.
Tal coisa, acontece em Die Hard 4.0, um "fire sale", um autêntico colapso de tudo o que rege a nossa sociedade. Gás, água, electricidade, bolsa, desvalorização de moeda, internet, telecomunicações, serviços de urgência, transportes públicos, etc.

Verão o caos que criam num país! As pessoas ficam pior que num filme pós-apocalíptico. Até à pedrada irão entrar no parlamento, irão matar por comida, por dinheiro, e por um país melhor.
O interessante é que estas greves nunca são ao mesmo tempo, e são por curtos períodos.
Ainda se lembram da greve dos camionistas que durou 2 semanas? Começou a faltar a comida nos super-mercados, a gasolina nos postos de abastecimento, roturas de stock...
Imaginem agora um país imerso num caos, com promoções do Pingo Doce. Parece o fim do mundo! Até crianças atropelam...

Sim, este país só vai ao sitio quando se der uma revolução. Não estamos em crise, ainda não. Só quando os "ricos" se sentirem apertados é que isto vai entrar em parafuso. Quando os políticos forem alvo de atentados, de tentativas de homicídio, quando todos os grandes centros comerciais tiverem actos de violência e vandalismo, fogo posto, caixas de multi-banco rebentadas, ourivesarias assaltadas, casas despidas de quais quer ouros, colares e diamantes. Ricos roubados na rua, carros roubados e casas assaltadas. Não preciso de me alongar muito, é fácil semear a desordem e o caos, se pensarem por uns minutos no assunto.

Mas perguntam vocês se é isto que eu quero ver acontecer. Não, não é! Mas vai ter de ser. Na Inglaterra aconteceu algo muito semelhante. Quem não trabalhava ficou sem ver os seus "subsídios de reinserção social", e desataram a partir tudo. Até que as pessoas trabalhadoras tiveram que sair à rua para proteger o que era delas por direito.
Já que a justiça não faz nada, e a policia não pode fazer o seu trabalho sem ir presa, fazem os cidadãos.
É fácil...

Quando esta merda toda rebentar!! O "25 de Abril" vai parecer um menino do couro ao lado disso.

Vai bastar apenas uma pessoa atirar a primeira pedra, para o país cair como dominó.