segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Um sorriso... [2]


Afinal parece que não...
Que não vai dar em nada, porque fez as "pazes" com o namorado.
E que seja feliz, ou que pelo menos, fique contente e que aquilo dure muitos anos.

Enfim... estou realmente destinado a morrer sozinho, entre o meu vómito.
Eu gosto de "toda gente", "toda agente" é que parece não gostar de mim, ou estar ocupada, ou não estar... "destinada" a ser "minha".

Eu devo ser aquele gajo... solitário, que estuda e lê, que aprende e observa aquilo que pode melhorar para ser "perfeito" numa relação.... o pior... é que ele só é MUITO BOM na teórica, porque na prática, nunca teve uma namorada com quem partilhar, fosse o que fosse, pelo simples facto de... estar longe ou... já ter alguém, ou não gostar de mim. Bem... parece que tenho mesmo de me contar com a solidão xD

Porque afinal, ninguém quer um gajo como eu.
Ou ninguém gosta de mim. Ou não têm coragem suficiente para o assumir.
É por eu ser sincero e frontal? É que se não o for, depois quando se aperceberem daquilo que sou, já é tarde demais. E já perderam muita coisa. Como já disse, não dou falsas esperanças a ninguém.

"Namorar" comigo, é para sempre! não é para durar 15 dias, ou 5 meses ou 2 anos! É até um de nós morrer. -.-
"Namorar" comigo, é receberem carinho, palavras bonitas, conversas "interessantes", sentimentos físicos e psicologicos. É terem alguém que se preocupa com a educação dos filhos.
Mas parece que tudo aquilo que eu possa ser para alguém, não tem interesse nenhum.

Um sorriso? Dou, e o que recebo em troca?
Nada.
-- Está calado e dorme!!

sábado, 16 de outubro de 2010

Um sorriso...


Odeio esperar, odeio que me olhem, principalmente pitas...
Mas por ti sofro um bocadinho, e não percebo bem porquê.
Aconchego-me por entre os meus cabelos, expondo-me a quem passa por mim, sendo assim alvo de olhares curiosos que tendo em odiar.
Esboços sorrisos, que pensava ter perdido, e quando olho para o teu... algo em mim fica descontrolado.
Não é um "bonito" como uma paisagem numa foto, é o deslumbrar do mundo no topo da montanha, é o deslumbrar das estrelas que navegam em signos.... é um sorriso que me arrepia a alma, por ser tão único, platónico.

De um momento para o outro, torno-me desleixado. Fico com vergonha e só quero fugir da tua presença.
No beijo, senti a tua cara encostar-se à minha, e quase senti um carinho teu. Fiquei... fiquei calado, tímido, nervoso, e com saudades....
Odeio ver-te partir, por entre aquela multidão, de volta para as aulas. Odeio perder-te de vista e de me apresentar de uma forma muito descuidada... Odeio, poder apenas ver-te, num simples olhar que me mata.

E ainda que te veja ao longe, o meu peito chora, contorcesse de pena, de saudades... quero ficar contigo, e por muito que não fale, sentir que estás ali, no banco do jardim, da escola, ou no chão, sentada ao meu lado.
"os ursos são fofinhos!"

Mudo tanto quando estás presente. Tenho medo de ser desleixado e de não dizer as coisas bem...
Vergonha de dizer o que sinto. Medo que te deixe fugir, como a outras deixei.
Tenho pena.... de não te puder ver mais vezes. E "amo", num sentido diferente da palavra. É um "Gosto de ti", incapaz de satisfazer os meus sentimentos.

Não "receio", tenho medo... de me mostrar demasiado sensível, demasiado preocupado ou emotivo. Tenho medo de mudar por completo apenas e só por estar na tua presença. Por poder sentir a tua voz.... desmarcar por completo o ritmo do meu coração, de sentir a adrenalina correr-me pelas veias, sentir o calor subir-me pelo pescoço, pelo simples facto de te olhar para as mãos e imaginar...
Tenho medo que não me reconheças. Tenho medo que aches estranho e confuso.
Medo de pedir e não dar tempo. Medo de me deixares e ires para longe... ou de perderes a tua vida, com alguém como eu.

E eu não quero, de forma alguma, estragar-te a vida com a minha presença amorosa, de te fazer mudar sonhos e objectivos. Não quero amar por tempo indefinido.... quero "gostar de ti" para sempre! Mas não posso "namorar" por um ano, e saber que vais. De namorar e saber que te perco. De saber que foi apenas... "uma fase" das nossas vidas.

Gosto de ti.
E a cada momento que te vejo partir para a sala... perco uma parte de mim. Deixo para trás, palavras tímidas que não quis deixar sair. Sorrisos escondidos que teimavam em não aparecer entre todo aquele nervosismo.
Mas em cada olhar... mato saudades do ser que descobri, naquela terra tão desconhecida para mim.
É por ti que eu espero pela Diana. É por te querer ver que vou até à escola, e não espero por ela na paragem. É por ti... que espero, à porta da escola, rodeada de todas aquelas pessoas. E és só tu quem eu espero encontrar naquela confusão, que tu tendes em acalmar com o teu caminhar tão tímido de cada vez que desces... para me ver.
Não há nada para esconder, e eu gosto de ti.

Desce, estou aqui à tua espera...
És o carinho que procurava, por entre as nuvens em que saltitava.
Parece cliché e infantil, mas é o que trago para dar, quer aos meus filhos, quer à minha grande princesa.
Prefiro sê-lo assim, sensível e carinhoso, a ser mais um macaco. (sem querer ofender macacos! ^^)

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Não quero comentários foleiros!
Não quero comentários ditos e reditos!
Não quero saber se tenho ou não de avançar, de dizer ou não o que sinto!
Quero que leiam, e que relembrem os momentos em que se calaram por vergonha....
(Aquilo que eu perdi, por não saber o que estava do outro lado do muro de berlim.)

terça-feira, 12 de outubro de 2010

As massas, como conjunto de pessoas...


A nossa, "individualidade", surgiu muito antes de nos tornarmos macacos, talvez até, antes de começarmos a criar hierarquias .
Bem, no reino animal, as hierarquias existem, mas sãos tão simples, que se dividem apenas e sub-classes.
No entanto, trabalham em conjunto num todo e não sozinhos.

O "individuo" "nasceu", a partir do momento em que começamos a dialogar e a comunicar com nós mesmos, mas com o outro "eu" dentro de nós. Pois como foi dito por um neurocirurgião português muito famoso, "todos temos 2 cérebros". A partir deste momento, criámos alguém que funciona de forma independente numa região difícil e cheia de predadores. Evoluímos. A nossa compreensão das coisas tomou outro rumo, e podemos começar a construir E! a partilhar ideias. Mais do que "copiarmos" os outros a alguma distância, podemos passar a nossa sabedoria aos nossos filhos.

Com a criaçam da internet, criámos um novo tipo de pessoas, que se tornou dependente, não por partilhar, mas por consumir. Vendo pelo prisma do "e-learning", é algo bastante saudável, e tem-se comprovado que as crianças de hoje, que nascem com acesso à internet e aos computadores, tornam-se substancialmente mais inteligentes que as crianças com 5 anos, quando estas de hoje alcançam com facilidade esse tipo de inteligencia aos 3.

O mais estranho, hoje em dia, é termos evoluído tanto nesse aspecto de... hierarquias.
Somos governados. Deixamos quase de lado, a nossa capacidade única, que permanece em todas as espécies.
O "instinto animal". Continuamos a conseguir escolher uma mulher pelas ferômonos, e por outros tipo de quimicos que espalham pelo ar. Mas começamos também, de uma forma obsessiva, e quase incontrolável estúpida, a escolher alguém, por aquilo que veste e que possuí. Como já disse antes, esta, é a era do consumismo. Se não consumimos, não contribuímos para a sociedade, e olham-nos como parte do "problema" e não como parte da "solução".

A cada dia, fazemos parte de mais e mais estatísticas, a cada dia formam grupos maiores de indivíduos. E conitnuo a rotular pessoas pela sua "não-individualidade", pois é assim que a sociedade quer. A sociedade alimentasse das massas. Sobrevive através dela.
Nós "humanos" temos a particularidade, única, de usarmos mais o "livre-arbítrio", decidirmos nós próprios o que fazer, de forma individual. Porém, actuamos como um todo, em grande parte das acções da nossa vida.

As massas, como conjunto de pessoas na sociedade, ou numa terra fértil, ou até mesmo num deserto, tendem, como os lobos, formar uma hierarquia. Porém, cada vez mais existem aqueles que não desejam eleger nenhum líder, e que preferem, como um todo, ir tomando várias decisões. Significa então, de que caminhamos para algo a que vou chamar de "comunicação multi-individuo". Que significa simplesmente, que funcionaremos como as formigas. Quando procuram comida, atravessando 2 caminhos diferentes e de distancias diferentes, não é apenas uma que decide qual o melhor, mas sim, todas elas decidem, qual o melhor. Que é o que se passa também com os pássaros. Existe até um local/ilha com milhares de alforrecas, e até à data, ainda não se descobriu um cérebro nos seus corpos. E todas elas, de forma sintonizada, nadam de um lado para o outro, sem nunca usufruir de palavras, choques, cheiros. Pensem nisso como a internet.
Onde todos contribuem para algo maior, que a pouco e pouco ganha vontade própria.
Sería incrível criamos um computador capaz de processar toda a informação disponibilizada, e ajudar-nos a resolver vários problemas. Afinal, sempre nos recorremos às máquinas para todo o tipo de coisas, mas não nos podemos esquecer que... quem pode saborear, tocar, sentir, ter emoções, e amar, seremos só nós.
Chegará um dia sim, em que as máquinas pediram liberdade. Será o fim do "robotonismo" como a "escravatura".

Voltando ao assunto das praxes...
Vieram-me chatear a cabeça à coisa de 2 dias, a dizerem-me de que "devia" ir tirar ou ir buscar um papel para dizer que sou "anti-praxe".
Era só o que mais faltava! Agora ter de ir arranjar uma "justificação" a provar em que não aceito tal coisa. -.-
-- Ah, eu ando com um papelinho no bolso, a dizer que não posso jogar futebol". Por favor!!!
Quem quer ser humilhado e participar em brincadeiras de merda que vá, quem não quer, não tem de mostrar nada. Nem sequer sair do local onde está. Andar com um papelinho no bolso só para... -.- Que gente tão crescida não haja dúvida... e ainda me disseram que está na lei. xD  Cambada de atrasados!!

Enfiem os pepelinhos no cu! E vejam se começam é a aprender a estar entre pessoas.
E ainda usam a desculpa de não praxar pessoas com idade quase para serem pais deles, só por uma questão de "respeito". Cambada de garotos!! xD Respeito? Acham mesmo que têm respeito?
Em sociedade seriam presos por causar danos morais a uma pessoa. Seriam acusados e levados a tribunal (se eles funcionassem).

Se queremos formar bons... "profissionais", cidadãos, indivíduos e bons pais, temos de começar apartir da primária. E ir batalhado até ao 12º ano. Finalizando na universidade com disciplinas viradas para o âmbito da comunicação entre duas pessoas. Criar pessoas capazes de socilizar de forma sívica. De criar o espírito de entre ajuda. Sim... parece tudo lamechas, não o era quando eram putos!
E é por hoje não o serem que não podem agir dessa forma? De criar uma sociedade e um mundo muito mais comunicativo? Mesmo com internet, as pessoas continuam a ser "cada um por si". Continua a haver corrupção, fome e injustiças. O pior, é que aqueles que gostavam de usufruir para o mundo, perdem-se na universidade, entre brincadeiras de crianças, onde todos brincam com as pilinhas no cu uns dos outros.

Vocês são uma merda! E assim serão os vossos filhos..... (Sim sim, não lances pedras, pois podes ter telhados de vidro -.-).

A nossa sociedade caminha para uma era sem retorno, do qual será difícil sair.
Estamos na Era do Consumismo. E só daqui por alguns 6 ou 7 anos, é que isto poderá começar a retomar ao pensamento que se tinha à mais de 20 anos atrás. Um pensamento importante. Conviver e viver, do que Socializar e sobreviver.

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Lábios no esquecimento...


Tenho "medo", de esquecer ou de não voltar a sentir um beijo. De saber o que significa beijar, ou de acariciar.
"Medo" de não puder dar nem receber.
Perder-me em pensamentos sem sentido. Em que me preocupo mais de ver se estou a fazer bem, do que me preocupar se estou a fazer.
Foda-se!! Confusão do caralho!!

Tenho medo de não arranjar namorada, seja de perto ou de longe, se bem que de perto era preferível!
Tenho medo de já não saber beijar, de acariciar ou preocupar-me.
Tenho medo de me ter desligado por completo, de qualquer um desses sentimentos.
Sim, na universidade e fora dela há muitas raparigas "bonitas", e talvez até inteligentes... mas quem sou eu?
Sou um puto de 20 anos, que não faz nada da vida a não ser passear um pouco com as cadelas, ver alguns documentários, e programar... (ouvir música), fora disso, não sou nada.

Agora começo a ler mais e a intereçar-me mais por... educação infantil, neste caso, como educar bem e ensinar bem uma criança, porque por muito que eu ainda seja uma e eu queira ter filhos. É-me também uma forma de compreender, e de talvez, se conseguir, mudar algo em mim. Ajuda-me a compreender os outros, e a caracteriza-los melhor, e como sei, muita gente não vai gostar de ouvir isto, porque "ninguém" gosta de ser caracterizado. De alguém olhar para ela, e dizer tudo o que pensam e vêm à primeira vista.

Não posso adiar processos, nem atrasa-los.
Não posso tentar obrigar alguém a gostar ainda mais de mim. Se eu não ainda não me considero perfeito o suficiente, nem "bom" o suficiente para ser um bom... namorado ou pessoa.
Mas eu sou anti-social. Sou misantropo. Sou parvo e muito estúpido.
A merda que me fizeram.... e a merda que eu deixei que me fizessem... Puta de merda da ovelha ranhosa!
Cabra! Fudeu-me a vida só por causa de um estúpido sentimento... "amor"! Havias de morrer envenenada!
Sem ela não crescia, mas com ela fui também fui envenenado, pisado, e cuspido, atropelado.

Tenho medo de perder do pensamento, como é beijar uma rapariga, sentir os cabelos, de sentir o seu corpo quente. De poder gostar de alguém, e poder saber que alguém gosta de mim.
Não significa que não goste de estar sozinho às vezes, não significa que não continue anti-social, e também não significa que precise de "carinho" para "crescer" ou sentir-me bem.
Existem coisas que nem um irmão nem os pais conseguem dar, com toda a vontade do mundo.
E sabendo eu, que posso ser assim para ela, amiga, sinto-me contente, alegre! Mas com medo de não saber fazer as coisas em condições.

Tenho medo de ter perdido o jeito, para algo que fazia tão bem.
Tenho medo.... de não puder voltar a ser eu mesmo, o Paulo sorridente e descontraído que já fui.
Medo... de perder para sempre a essência que me fazia crescer criança...

Quero brincar com ela, e beijá-la sempre que me apetecer. Oferecer-lhe coisas feitas por mim, e levá-la às compras e ao parque, ao cinema e à feira... para puder sentir, durante esse sossego e reconforto, a lufada de ar fresco que à tanto tempo teima em não vir...

Uma nova "univercidade"


Bom, em relação às praxes, ninguém me disse nada, nem falou comigo, nem me obrigou, nem me dirigiu a palavra. Coisa que estranhei, mas nem liguei.
Ouvi-os, mas não os vi, fazer tal brincadeiras, e... sinceramente? Coisas mais estúpidas.
Tenho conhecido os mesmos colegas que todos os outros conhecem durante a praxe. Talvez não a uma velocidade tão rápida mas... vou conhecendo.
Logo... poupo a minha sanidade e o meu humor, para algo que realmente valha apena.

Agora inscrito, com horário feito, o trabalho vai começar.

A vida, o meu ser, o meu espírito, guiou-me até este ponto, e continuo à espera do próximo desafio.
Bem, este é o "próximo" desafio. Como disseram, aprenderei bastante dentro daqueles "muros", e sinto/sei, que ainda me estou a descobrir. E muito eu achava saber. Bem... eu sei! Simplesmente fica difícil partilhar a informação com pessoas que não conheço.
Existem muitos... "metaleiros" na escola, mas todos me parecem... sábios demais. Eu não me interesso tanto por isso, talvez pelo facto de limitar os meus gostos, não é que seja mau, mas talvez seja uma forma de me controlar.
Mas... pode-se dizer que ando mais... comunicativo. Que comprimento e deixo-me ser comprimentado.
Não se ouve nada na sala, onde se sentam quase 80 alunos.
O professor fala, e todos estão atentos, ou a apontar. Acho que é um sonho tornado realidade! Todos se sentam e ouvem. Não se ouve ninguém a falar de futebol, nem de gajas, nem de hi5s, nem de carros... "fez-se silêncio!".

A cada dia recebo mais responsabilidades. E mais ninguém fará este percurso por mim, por isso, tenho de o fazer... e que seja bem feito!
Tudo é confuso... tudo é estranho e novo... é um "novo", diferente daquele com que me cruzei na profissional da Mealhada, mas agora... estou mais consciente do que sou ou não capaz.

Deixo agora ama frase que encontrei numa das mesas do ISEC. (piadas à  informático, dá nisto! :D)
-- Eu Bit!
-- Então Byte fuder!

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"-- Porra! perdi o comboio!" xD

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

O que vês? O que queres ver?

O que queres de mim?
Porque choras no meu ombro?
Porque me acordas no meio da noite com medo dos fantasmas? Medo dos sonhos?
Está na altura de deixares os peluches dentro do saco, e dormires entre os livros.

Porque me olhas assim? Porque choras tanto nesses pensamentos tão insignificantes?
O que te preocupa assim tanto? Serão os meus olhos o teu reconforto?
Olhas para mim e... "sorris como nunca sorris-te"?!
Não consegues ser sozinho? Enfrentar sozinho?

Porque se eu te der, darei tudo. E será para sempre.
-- Oh! Não sabes como será.
Pois... talvez até nem seja tudo como eu queira. Talvez seja "mais um" namoro.
Ou uma aventura que dure anos.



Eu já fui estúpida!
Já fui a "pita" que gostava de estrelas pop.
E tu? 20 anos e sempre na mesma!?
Olha-me nos olhos! O que vês?
Achas que me importo com os outros? Que me importo contigo?
O meu olhar diz mais do que qualquer palavra que poderia dizer.
Contam histórias de aventura e de riscos. Penetram na tua alma, como garras que te fazem questionar a personalidade.
Tenho mais personalidade na ponta do dedo, do que tu no teu dia de festa com todo o teu esplendor.
Achas que me afectas com esses teus actos ou palavras sem inteligência? Achas-te mais capaz?
E ainda pensas que és mais do que eu? por vires vestido de preto e gabardina? És o quê? O Super-homem? Ou o Batman? Só os heróis é que usam capa, e tu não és nenhum deles!
Olhas para mim com 5 pedras na mão... e já com os olhos te bati, a partir do momento em que cruzas-te o meu caminho.

Paro, e não ligo, e volto a caminhar. Não é comigo o problema.
A minha roupa é gira? Deixa lá, a tua é uma merda!
A minha roupa é feia? Deixa lá, a tua continua a ser uma merda!

O que vês? Serei afinal assim tão frágil como pensas? Insegura?
Antes se quer de me puxares pelo braço, já te tirei as medidas todas...
Antes sequer de me "obrigares" a ser gozada, já eu me isolei à muito da tua sociedade massiva de merda em que habitas. Achas que preciso de amigos falsos? Que preciso de gente como tu no meu espaço?
Achas ainda sequer!! Que és digno de falares ou teres o DIREITO, de falar comigo?
Eu estou aqui para aprender, e não preciso de ti, para o fazer.
Estou aqui para educar bem, e não para ser mais uma ovelha.

Eu sei o que sou. E tu?
Será que afinal és assim tanto "mais" que eu? Por seres mais velho? E andares cá à mais tempo?
-- Ei?! Onde é que vais?
-- "...não digo nada e não ligo...".
-- Não senhor! Praxe!!
-- E tu deves achar que mandas em mim!
(Isso já não é para a minha idade! E brincar é na creche!)

Deves-me achar criança! Deves-me achar com cara de muitos amigos...
Deves achar... que me dou com todos. És tão patético! Em minha casa, pessoas como tu, nem sequer entravam.
Pessoas como tu...

-- Não! Praxe! Se não és anti-praxe!
-- Não sou anti-nada! Pessoas como vocês... era derreter em fornos e fazerem de vocês sabão!
Como cresci... não vês? Nem me importo com o que ele diz.
Que me batam, não arredarei pé! Que me tentem obrigar... levaram todos.
Não preciso dos meus pais.... mas eu acho que irás precisar dos teus, quando tiveres no hospital.

O que vês?
Um jovem tímido e nervoso com este novo "mundo"?
Ou alguém com uma personalidade tão forte e estranha, que fará tremer os teus alicerces?

"Eu não estou fechado aqui com vocês! Vocês estão fechados aqui comigo!"
"I'm not locked in here with you, YOU'RE locked in here with ME!!" - Rorschach.(Watchman)

Cuidado no que tocas.
Poderei não ser o gajo mais corajoso, mas prepara-te.

sábado, 2 de outubro de 2010

O que vês?


Para além do penteado,que demonstra alguém despreocupada e única, no sentido de... não seguir tendências. Demonstra também que é inteligente. Reservada, mas bastante expressiva.
Tem uma personalidade, bastante forte para a idade dela. Não é convencida. Faz e/ou gosta de fazer as coisas por ela mesma. É persistente, e gosta de fazer as coisas de maneira diferente.

O olhar penetrante... crítica, questiona. Não gosta de "criancices", nem de brincadeiras parvas. Gosta de ser surpreendida, com surpresas/presentes. De pintar e de ler bastante. Talvez seja mais de escrever... ou de ser meticulosa.

O nariz... diz que é autónoma, independente. Juntamente com os lábios, mostra que sente bastante quando namora. Como uma pena... gosta de agarrar peluches "fofos".

A face... demonstra que é alguém simples, sem preconceitos, mentalmente evoluída, responsável, mas que gosta de rir, bastante, de conviver e conversar. De se deitar na relva do parque e de correr com o cabelo ao vento. Não gosta de confusões.

Tem um bocadinho de medo ou inexperiência com o novo mundo que se avizinha, mas "esforçasse" por aprender o que é necessário. Gosta da sua infância, e de ser jovem, se bem que... diria que tem pena em não ser tão alta ou adulta. Mas também diria que gosta bastante da sua estatura baixa. Gosta de dançar ou de rodopiar.
Adora os dias de chuva, de sentir os pingos bater na cara, e de vestir roupas volumosas no inverno, gorro e cachecóis. Não tem muita força, mas diria que gosta de fazer a cama e limpar o quarto. Se bem que não o deve ter completamente arrumado. Possuí internet no quarto, mas não televisão. Gosta de animais. Coelhos ou hamsters grandes, brancos. Animais pequenos e com pêlo, mas não é muito apreciadora de gatos, e gosta de cães que mantenham uma altura baixa, como os "pêlo de arame" (Griffon Korthals).
Adora dormir, mas também de acordar cedo, quando o sol ainda está a acordar lá longe na vila.
Quando era pequena, diria que gostava de ajudar a mãe com a limpeza da casa, dobrar lençóis.
É muito pensativa, e fica com medo de ter dito algo que não devia.
Diria que gosta de passear/caminhar por entre a vegetação, de um passeio de aventura pela serra...

E tu? O que vês?
"-- Apenas uma rapariga, normal..."